Agora, olhando com mais atenção para o homem que acabara de aparecer, era óbvio à primeira vista: Bia era praticamente a cara dele.— Mônica, será que ele não é o... Pai da Bia?A expressão de Mônica estava péssima.Diante daquela reação, nem era preciso dizer mais nada.A tia de Cristiano finalmente entendeu, tarde demais, por que o rosto daquele homem estava tão sombrio lá no hospital.Ela havia dito, bem na frente do pai da criança, que a filha dele era filha de outro homem.Na mesma hora, sentiu um arrepio gelado subir pela espinha.Só de olhar para aquele homem, dava para perceber que ele não era alguém que se pudesse provocar impunemente.Tatiane arrastou Henrique até o pátio. Depois de se afastarem um pouco, ela parou de repente, virou-se e ergueu os olhos para encará-lo.— Henrique, você está maluco? Afinal, o que veio fazer aqui?Henrique baixou os olhos para a mulher furiosa diante dele. Havia uma frieza perigosa em seu olhar.— Quem você quer que a Bia reconheça como pai?As
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