Ele ignorou a provocação, apertando firme a direção. Kira, por outro lado, soluçava, explicando em palavras trêmulas e misturadas que perderia a bolsa se fosse presa, que seu intercâmbio, sua vida acadêmica, tudo dependeria daquele momento. Juan suspirou, compadecido, mas manteve a profissionalidade.Juan percebeu que Susan estava estranhamente quieta, ele olhou pelo retrovisor e seu coração disparou. Susan estava de olhos fechados, respirando ofegante, o corpo imóvel. Um frio percorreu sua espinha. Sem hesitar, ele reduziu a velocidade e parou a viatura debaixo da ponte abandonada, os pneus chiando levemente sobre o asfalto molhado.Susan se inclinou de lado, parecendo quase sem fôlego. Juan franziu o cenho, preocupado, olhando pelo retrovisor:- Está bem?Kira, aos prantos, soluçava em desespero:- Ela... ela tem asma! Por favor... não... ela precisa do inalador!Susan permanecia imóvel, corpo mole, parecia prestes a perder a c
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