Ciro se levantou da cama e apontou para Larissa, ainda nos braços de Arthur. A voz saiu carregada de fúria.— Ela é mimada, arrogante. Se se machucou, foi porque mereceu. Talvez agora aprenda alguma coisa...— Cala a boca!O olhar de Arthur veio afiado como lâmina quando se voltou para Ciro.— Eu ainda vou acertar as contas com você.Sem perder mais um segundo, Arthur se abaixou e pegou Larissa no colo.— Fiquem de olho neles. — Ordenou, duro.Em seguida, saiu do quarto às pressas, levando Larissa direto para um médico....Na sala de procedimentos.O médico deixou a mão de Larissa em água fria por trinta minutos. Quando a dor cedeu um pouco, passou a pomada para queimadura e, por fim, fez o curativo com gaze estéril.Antes de sair, deu as orientações a Arthur.— Se aparecer bolha, se a pele abrir ou piorar de qualquer forma, tragam ela de volta imediatamente.— Certo, doutor. — Arthur assentiu.Mas o olhar dele já voltou para Larissa, rápido demais, ansioso demais.O médico saiu. Pedr
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