— Senta.A voz era baixa, controlada e perigosa. Isabella não se moveu imediatamente. O corpo ainda tremia residualmente da luta, da viagem em silêncio e da adrenalina. O vestido rasgado grudava na pele suja de terra. Ele repetiu, mais devagar, cada sílaba carregada de autoridade:— Senta, Isabella. Agora.Ela caminhou até o sofá e se sentou na beira, as mãos no colo, o vestido rasgado revelando a arranhadura na coxa e o sangue seco no dedo. Alessandro ficou de pé na frente dela, os braços cruzados, o olhar avaliando cada detalhe: o cabelo embaraçado, o rosto sujo de terra e lágrimas secas, a forma como ela ainda respirava rápido demais. A marca do tapa no rosto dele parecia um selo vermelho sob a luz baixa da sala.— Você me bateu — disse ele, a voz rouca. — Na frente dos meus homens. Na frente da minha prima. No meu próprio jardim. Depois de eu te tirar de cima dela. Depois de eu te proteger da própria fúria. Você ergueu a mão e me acertou no rosto. Na Camorra, isso não se resolve c
آخر تحديث : 2026-09-10 اقرأ المزيد