A manhã de 15 de setembro de 2026 despontou sobre o Rio de Janeiro com um céu de azul límpido e cristalino, varrendo completamente os resquícios da chuva que castigara a cidade nos dias anteriores. O sol forte da primavera que se aproximava banhava a cobertura na Barra da Tijuca com uma luz dourada e implacável, cortando os panos de vidro e iluminando até os cantos mais sombrios da sala. Para o mundo corporativo, para os jornais de economia e para a alta sociedade carioca, tratava-se de apenas mais uma terça-feira comum no calendário; para Marcos Albuquerque, no entanto, aquele amanhecer trazia o peso exato de uma sentença irrevogável.O relógio digital na mesa de cabeceira marcava exatamente sete horas da manhã quando Marcos abriu os olhos, despertado não por um alarme, mas pela angústia paralisante que comprimia seu peito desde a madrugada. Ao seu lado, Lisa dormia um sono profundo, tranquilo e sereno, alheia à tempestade silenciosa que devastava o quarto. O rosto relaxado r
آخر تحديث : 2026-09-25 اقرأ المزيد