Como frequentador assíduo do Conjunto Nacional há anos, posso dizer que o calendário cultural deles é bem movimentado. Os eventos principais geralmente ocorrem nas últimas semanas de cada mês, quando organizam o que chamam de 'Cultura no Conjunto'. Já participei de várias edições - tem de tudo um pouco: saraus literários, pocket shows, exposições itinerantes e até feirinhas de artesanato.
O espaço do evento muda conforme o tipo de atividade. As performances musicais geralmente são no térreo, próximo às escadas rolantes, enquanto as exposições ocupam os corredores superiores. O que mais me impressiona é a qualidade dos eventos, considerando que é um shopping center. E o melhor: dá pra combinar com um cineminha depois, já que o espaço tem salas de cinema ótimas.
Pra quem não conhece, o Conjunto Nacional é um dos poucos shoppings em SP que mantém uma programação cultural constante. Os eventos rolam o ano todo, com picos em datas comemorativas e férias escolares. Já levei meus sobrinhos pra várias atividades infantis que eles organizam nas férias de julho, e sempre é sucesso.
Uma coisa legal é que eles mesclam eventos grandes com pequenas intervenções artísticas. Tem desde concertos da OSESP até artistas de rua fazendo performances improvisadas. Os horários são bem flexíveis, mas recomendo chegar com 15 minutinhos de antecedência porque alguns eventos lotam rápido. Sem dúvida um dos melhores programas culturais gratuitos da região central.
Sabe aquele lugar que sempre surpreende? O Conjunto Nacional é assim pra mim. Descobri por acaso que eles fazem eventos culturais quando fui comprar um presente e me deparei com um coral cantando no vão central. Desde então, virou meu programa cultural fixo. Os eventos são bem variados - já vi desde debate sobre quadrinhos até mostra de cinema independente.
A frequência é ótima, quase toda semana tem algo. O horário costuma ser no final da tarde durante a semana e mais espalhado nos fins de semana. Uma coisa bacana é que muitos eventos são gratuitos ou com preços super acessíveis. Sempre recomendo pra amigos que querem um programa cultural diferente sem gastar muito.
Moro pertinho do Conjunto Nacional e adoro passar lá nos fins de semana! O shopping sempre tem algo rolando - desde lançamentos de livros até apresentações teatrais. A programação varia muito, mas os eventos culturais costumam acontecer principalmente às sextas à noite e aos sábados durante o dia. Já peguei um bate-papo incrível com autores na Livraria Cultura e uma exposição de fotografia no corredor central.
O que mais gosto é que sempre tem coisa diferente. Mês passado teve um festival de curtas-metragens, e semana que vem anunciaram um workshop de lettering. A dica é ficar de olho no Instagram deles ou no site, porque divulgam a programação com antecedência. Pra quem curte cultura, é um point e tanto no centro de São Paulo!
2026-07-15 08:29:58
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Outono fresco
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— Ah... Mais devagar, meu marido está me ligando.
Com o rosto em chamas, peguei o celular e atendi à chamada em vídeo.
Do outro lado da linha, meu marido, com os olhos fixos, dava uma ordem atrás da outra. Ele não percebia que, fora do enquadramento, a cabeça de um jovem se movia inquieta entre minhas pernas.
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
Após oito anos de casamento, finalmente engravidei do filho de Claude Frey.
Essa é minha sexta tentativa de fertilização in vitro e também a última. O médico disse que meu corpo não suportaria passar por isso outra vez.
Estou radiante, pronta para contar a ele a notícia.
Mas, uma semana antes do nosso aniversário de casamento, recebo pelo correio uma foto anônima.
Nela, Claude está abaixado, beijando a barriga grávida de outra mulher.
Ela é a namorada de infância dele, aquela que a família viu crescer. Gentil, educada… o tipo de nora com que qualquer família sonha.
O mais irônico é que todos já sabem da gravidez dela.
Todos, menos eu.
Sou apenas a piada no meio de todos eles.
Então percebo que o casamento que venho sustentando, apesar de todas as dores e feridas, nunca passou de uma mentira cuidadosamente construída.
Tudo bem.
Eu não quero mais Claude.
E nunca permitiria que meu filho nascesse em um mundo erguido sobre mentiras.
Reservo minha passagem para ir embora no dia do nosso oitavo aniversário de casamento.
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Antes de nos casarmos, Claude prometeu criar um mar de flores só para mim.
Mas, em vez disso, eu o encontro diante do jardim de rosas, beijando sua namorada de infância grávida.
Depois que vou embora, ele começa a me procurar desesperadamente.
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Só então ele se lembra da promessa que me fez e planta as rosas mais bonitas do mundo naquele jardim.
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Os Seus Pais Morreram, O Que Isso Tem a Ver Comigo?
Iago Teixeira
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Meus pais foram picados por abelhas Rainha das Abelhas desconhecidas e levados às pressas para o hospital.
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Quando decidi me mudar do país, ele surtou:
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"Quer arruinar a vida da Lídia só porque sua família desmoronou? Que pessoa cruel!"
Olhando para sua expressão repugnante, entendi:
Ele ainda não sabe que ficou órfão.
Porque os mortos eram os pais DELE.