Em 'My Neighbor Totoro', a Mei e Satsuki encontram criaturas mágicas que, embora não sejam bruxas, têm um papel similar: oferecem conforto e magia no cotidiano. Já a Hilda, da série animada 'Hilda', vive num mundo onde trolls e espíritos coexistem com humanos, e sua curiosidade bondosa lembra muito a essência das bruxas boas. Até a Elsa, de 'Frozen', com seus poderes de gelo, segue essa linha—uma figura poderosa que aprende a usar sua magia com amor. Essas histórias reforçam que a magia, quando aliada à compaixão, cria legados duradouros.
Bruxas boas em filmes infantis são mais comuns do que a gente imagina! Uma que me marcou profundamente foi a Fada Madrinha de 'Cinderella'. Ela não só transforma abóboras em carruagens, mas também ensina sobre a importância da gentileza e da esperança. Seu jeito desastrado e afetuoso quebra completamente o estereótipo da bruxa má. Outro exemplo incrível é Glinda, de 'O Mágico de Oz'. Com seu vestido rosa e aura luminosa, ela representa bondade e sabedoria, guiando Dorothy pelo caminho certo.
E não podemos esquecer de Kiki, de 'O Serviço de Entregas da Kiki'. Embora seja uma bruxa aprendiz, sua jornada é cheia de coragem e generosidade. Ela mostra que ser bruxa não é sobre feitiços sombrios, mas sobre descobrir seu lugar no mundo e ajudar os outros. Esses personagens provam que magia e bondade podem andar juntas, criando histórias que encantam gerações.
Refletindo sobre isso, a série 'The Worst Witch' traz Mildred Hubble, uma bruxa desajeitada que sempre acaba salvando o dia. Suas trapalhadas são relatable, e sua bondade inata faz dela um modelo positivo para crianças. Em 'Stardust', a Yvaine é uma estrela com traços de magia, mas seu coração puro a faz brilhar literal e figurativamente. Essas personagens subvertem expectativas.
E quem não se emociona com a história de 'Matilda'? Apesar de não ser uma bruxa, seus poderes telecinéticos e sua luta contra a Srta. Trunchbull a colocam numa posição similar: uma heroína mágica que usa seus dons para proteger os outros. Essas narrativas mostram que o ‘poder’ pode ser usado para o bem, algo vital em histórias infantis.
Lembro de assistir 'Howl’s Moving Castle' quando era mais novo e me encantar com a Sophie. Ela não é uma bruxa no sentido tradicional, mas sua transformação e força interior a tornam uma figura mágica e inspiradora. A maneira como ela cuida de Howl e enfrenta desafios com determinação mostra um lado protetor e caloroso. Já a Witch of the Waste, no mesmo filme, começa como antagonista, mas sua redenção no final é uma virada surpreendente.
Outro exemplo é a Winifred Sanderson de 'Hocus Pocus'. Okay, ela é tecnicamente uma vilã, mas há algo cativante em sua excentricidade e lealdade às irmãs. Filmes infantis recentes, como 'A Baba', também exploram bruxas como figuras maternais e protetoras, desafiando a ideia de que magia sempre vem com maldade.
2026-05-09 01:43:25
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