Nada melhor do que começar uma festa junina com aquela receita que todo mundo ama: pão de queijo! Mas não o comum, faço um com uma pitada de nata e um queijo meia-cura derretido que deixa a massa ainda mais fofinha. A dica é servir ainda quente, direto do forno, com um molho de pimenta caseiro para quem gosta de um toque ardido.
Outra opção irresistível são os bolinhos de chuva miniaturas, polvilhados com canela e açúcar. Eles ficam perfeitos para pegar com as mãos e têm aquela textura que lembra infância. Combinam demais com um caldo verde bem temperado, servido em copinhos individuais para evitar bagunça.
Uma receita que roubou a cena na última festa foi o 'camarão na moranga', servido em mini abóboras individuais. Fica lindo e é surpreendentemente fácil: basta refogar o camarão com creme de leite e ervas, depois assar dentro das moranguinhas. A apresentação é tão charmosa que até os convidados mais resistentes acabam experimentando. E o melhor? Sobra espaço para os pratos principais depois!
Minha avó me ensinou a fazer pastéis de vento recheados com carne seca e requeijão. A massa fica tão leve que parece flutuar no prato! E o segredo está em dobrar a massa como um envelope, garantindo que o recheio não vaze durante a fritura. Sirva com limão espremido na hora e uma cerveja gelada — não tem como errar.
Também recomendo trouxinhas de folha de bananeira com creme de milho e linguiça. A apresentação é linda, e o sabor remete às tradições caipiras, mas com um toque contemporâneo.
Adoro inovar nas entradas, então sempre testo coisas diferentes. Um sucesso absurdo foi o 'carpaccio de abóbora', fatias finíssimas temperadas com alecrim, mel e nozes. Parece sofisticado, mas é super fácil e barato. Outra ideia é fazer espetinhos de frango com molho de laranja e gengibre — assados na churrasqueira, ficam com um sabor defumado que combina perfeitamente com o clima das festas.
Para quem quer algo rápido e delicioso, sugiro canapés de polenta frita, cobertos com um creme de queijo coalho e geleia de pimenta. A crocância da polenta contrasta com o cremoso do queijo, e a geleia dá um toque doce-picante. É um hit garantido! Outra opção são mini empadas de palmito com massa folhada — práticas e sempre desaparecem primeiro dos pratos.
2026-07-10 14:03:24
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Fui exposta na internet pelos meus funcionários, que disseram que eu era pão-dura por não dar caixas de Pamonha no Festival da Colheita.
Mas os internautas não sabem que a tradição da minha empresa é, em todos os feriados e aniversários, dar impreterivelmente um vale-compras de dois mil reais para cada funcionário.
A internet inteira estava me xingando, então decidi seguir a vontade popular e emitir um aviso: para respeitar a cultura tradicional, os vales-compras deste Festival da Colheita estão cancelados e serão substituídos por caixas de Pamonha para todos.
Assim que o aviso saiu, a empresa explodiu e os funcionários bloquearam a porta do meu escritório, implorando para eu trazer os vales-compras de volta.
Sete vezes, eu me vinculei ao mesmo Alfa. E sete vezes, ele estraçalhou o nosso vínculo por causa de sua paixão de infância.
A primeira vez, ele jurou sob a lua.
— Astrid, minha Luna. De hoje em diante, meu coração e meu lobo são apenas seus.
Mas no momento em que sua preciosa Liana retornou, suas promessas viraram cinzas.
— Você não pode simplesmente ser paciente? Você a está deixando desconfortável, fazendo parecer que ela está seduzindo um macho comprometido.
A primeira vez que ele me rejeitou, a dor excruciante do vínculo se rompendo quase matou minha loba. Eles me enviaram para os curandeiros da alcateia, mas ele nunca apareceu. Nem uma única vez.
Na terceira vez, engoli meu orgulho como filha de um Alfa. Juntei-me à alcateia dele como uma ninguém, apenas para estar perto do seu cheiro.
Na sexta vez, eu já conhecia o roteiro. Arrumei minhas malas e saí da nossa cobertura sem dizer uma palavra.
Meus colapsos. Meus sacrifícios. Minha rendição.
Tudo o que recebi pela minha dor foram seus pedidos de desculpas automáticos e a mesma traição. Repetidas vezes.
Até agora. No momento em que soube que Liana estava voltando, eu mesma entreguei a ele os papéis para romper o vínculo.
Ele apenas marcou uma data para nossa próxima cerimônia de marcação, como se nada tivesse acontecido.
Ele não tem ideia. Desta vez, não estou apenas rompendo o vínculo.
Estou estilhaçando o coração que bateu por ele sete vezes, apenas para ser esmagado por suas próprias mãos, sete vezes.
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
No Dia das Crianças, a fofoca mais quente que circulava no Instagram envolvia o meu nome. A legenda da foto perguntava em tom de deboche: [O Leonardo levou o filho para comemorar o aniversário da sua eterna paixão. Será que ele finalmente vai pedir o divórcio para a Sandra?]
Curti a publicação em silêncio. Quando o meu celular tocou, eu estava no meio da sala, estourando um por um os balões que havia comprado para comemorar o nosso aniversário de casamento.
— Meu amor... — A voz do meu marido soava afobada do outro lado da linha, tentando armar uma desculpa esfarrapada para a sua atitude. — O nosso filho começou a chorar do nada, implorando para ir ao parque de diversões, por isso acabei...
Ao fundo da ligação, consegui ouvir a risada cristalina do menino:
— Papai, a Sra. Viviana disse que posso dormir na casa dela hoje!
Encarei a bagunça ao meu redor. Os enfeites murchos pelo chão e a cobertura do bolo já endurecida pareciam zombar da minha cara.
— Não precisa se explicar. — Respondi, com uma frieza que até a mim assustou. — Entendo tudo.
"Pode ficar tranquilo, Leonardo", pensei, respirando fundo e aceitando a realidade. "Porque desta vez, estou abrindo mão tanto de você quanto do nosso filho."
Eu estava grávida de três meses quando o meu marido me mandou beber no lugar da assistente dele.
— A Mariana Mello é uma moça ingênua, sem experiência de vida, frágil, e não sabe beber. Que mal há em você ajudá-la um pouco? — Ele disse.
Eu estava prestes a dizer que já estava bêbada, mas Samuel Reis me empurrou à força uma jarra de bebida nas mãos:
— Eu sei qual é o seu limite. Para de frescura. Você vai beber tudo isso!
Enquanto falava, ele ainda bajulava os clientes à mesa:
— A minha esposa, na época, enfrentava o campo de batalha do mundo dos negócios sozinha. O que a sustentava era essa capacidade de beber sem cair. Podem beber com ela à vontade. Encham os copos dela!
Num instante, os meus ouvidos ficaram cheios de risadinhas maldosas, e, diante de mim, Mariana se encolheu atrás do meu marido, soluçando baixinho:
— Chefe, isso está me assustando. Eu só quero ir para casa.
Antes que eu dissesse qualquer coisa, Samuel, com cuidado, levou-a embora primeiro e deixou-me sozinha ali, em frente a um grupo de homens embriagados.
Eu soltei um riso amargo e bebi todo o conteúdo do copo de uma só vez.
Anos de silêncio e de engolir tudo calada só me trouxeram humilhação.
Eu já não tinha mais vontade de manter este casamento.
Eu interrompi uma gravidez antes que completasse três meses — e ele nunca sequer soube disso.
Ele estava ocupado demais reacendendo as coisas com a ex, ainda preso às chamas do passado.
Para fazê-la se sentir confortável, deu a ela o meu quarto principal como se não fosse nada.
Chegou até a transformar o que deveria ser a nossa festa de noivado em uma festa de boas-vindas para ela. Deixou que eu me tornasse motivo de chacota para todos ao nosso redor.
Então virei as costas, cortei meu vestido de noivado e aceitei me casar com o homem que minha família havia escolhido para mim.
Nada melhor do que uma receita de trouxinhas doces fritas para animar as festas juninas! Esses quitutes são irresistíveis, crocantes por fora e macios por dentro, com um recheio que derrete na boca. A minha versão leva uma mistura de doce de leite e coco ralado, mas você pode variar com goiabada, chocolate ou até mesmo queijo coalho para um contraste salgado.
Para a massa, vou de 2 xícaras de farinha de trigo, 1 ovo, 1 colher de sopa de açúcar, uma pitada de sal e leite morno até dar o ponto de enrolar. Depois de fritar em óleo bem quente até dourar, polvilho açúcar e canela. O segredo? Deixar a massa descansar por 20 minutos antes de abrir – fica mais elástica e fácil de trabalhar. Serve quentinha com café ou quentão!
Nada melhor do que um verão escaldante para testar receitas refrescantes, né? Adoro preparar uma salada de pepino japonesa com vinagre de maçã e gergelim. Fica crocante e ácida, perfeita para abrir o apetite antes do prato principal.
Outra opção que faço direto é o carpaccio de abobrinha com rúcula e parmesão. Basta cortar a abobrinha bem fininha, regar com azeite e limão, e finalizar com os outros ingredientes. Leve, rápido e cheio de sabor!
São João da Boa Vista é um daqueles lugares que ganha vida durante as festas juninas, e a energia é contagiante. Uma das coisas mais legais é a tradicional festa na praça central, onde você encontra barraquinhas de comidas típicas como pamonha, canjica e pé de moleque. A música ao vivo, geralmente forró ou sertanejo, cria um clima perfeito para dançar até o chão ficar pequeno. E não dá para perder os fogos de artifício, que iluminam o céu com cores vibrantes.
Fora isso, a cidade costuma organizar um arraial bem familiar, com brincadeiras como pescaria, correio elegante e até quadrilhas competindo. A decoração tem aquela vibe rústica, com bandeirinhas coloridas e fogueiras simbólicas. Se você curte um clima mais tranquilo, vale a pena dar um passeio pelos arredores da cidade, onde algumas fazendas locais fazem eventos privados com música caipira e comida caseira. É uma imersão total na cultura caipira, e você sai de lá com o coração aquecido e a barriga cheia.
Lembro que quando era criança, adorava as fantasias de festa junina que misturavam elementos folclóricos com um toque mágico. Uma das melhores opções para fantasias infantis de santos é a de São João Batista, com uma túnica simples de tecido rústico e um cordão na cintura. Dá para incrementar com uma capa de feltro e um pequeno carneirinho de pelúcia, que faz a alegria dos pequenos.
Outra ideia encantadora é a fantasia de Santo Antônio, conhecido como o 'santo casamenteiro'. Crianças adoram a versão com traje marrom claro, um livro nas mãos (de papelão leve) e lírios artificiais. A simplicidade permite que elas brinquem à vontade, sem desconforto. O segredo está nos detalhes: um coração de EVA pendurado no pescoço ou uma pequena chave de brinquedo simbolizando sua ligação com as coisas perdidas.