Se tem um livro que te faz rir, chorar e refletir, é esse. 'Rita Lee: Uma Autobiografia' não poupa detalhes, desde as festas selvagens até os momentos mais íntimos. Achei genial como ela transforma até as experiências mais caóticas em lições de vida.
'Rita Lee: Uma Autobiografia' é o título que encapsula a essência dessa lenda. Adoro como ela descreve os bastidores da música brasileira com uma franqueza que poucos artistas têm coragem de mostrar. Dá pra sentir o cheio de backstage e a energia dos anos 70 e 80 em cada capítulo.
Lembro de pegar 'Rita Lee: Uma Autobiografia' na livraria sem saber muito o que esperar. Acabei devorando em dois dias! A forma como ela fala sobre família, amor e arte é tão cativante que parece uma conversa com uma amiga. Tem passagens sobre drogas, fama e redenção que te deixam pensando por horas.
Rita Lee tem uma autobiografia incrível chamada 'Rita Lee: Uma Autobiografia'. Ela mergulha fundo na vida da rainha do rock brasileiro, desde sua infância até os palcos lotados. A escrita é tão vibrante quanto sua personalidade, cheia de histórias sobre os Mutantes, sua carreira solo e as polêmicas que marcaram sua trajetória.
O que mais me impressiona é como ela consegue misturar humor e honestidade brutal, tornando cada página uma aventura. Se você curte música ou biografias que não seguem o script tradicional, esse livro é uma joia rara.
2026-05-16 14:27:42
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A Guerra Acabou, Minha Vida Começou
Myosotis
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Dediquei trinta anos da minha vida a Julian Marchetti depois que a guerra acabou.
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Metade de sua fortuna foi para nossos filhos. A outra metade foi para Lydia Carter, a filha do homem que salvou sua vida na Normandia.
A mesma Lydia que roubou minha identidade.
A mesma Lydia que construiu toda a sua vida sobre as ruínas da minha.
Tudo o que ele me deixou foi um único bilhete, rabiscado com sua caligrafia familiar: Eu te amei. Tivemos trinta bons anos. Mas tenho uma dívida com Lydia. Isso é o mínimo que posso fazer.
Caí morta de um ataque cardíaco ali mesmo, em seu escritório, segurando aquele pedaço de papel patético.
Quando abri os olhos novamente, havia renascido em 1945, logo após o fim da guerra.
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Ao despertar de um pesadelo fatal, Liliana percebe que a vida lhe deu uma segunda chance. Ela retornou exatamente ao mês anterior ao seu casamento, no momento em que seu pai, Joaquim, a pressionava para ceder seu noivo, Pedro, à Renata. Na vida passada, ela sofreu em silêncio. Nesta vida, ela acordou para a verdade. Diante da hipocrisia do pai, Liliana não derramou uma única lágrima.
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Renasci no Dia em que a Mulher que Meu Marido Amava Morreu
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No momento do terremoto, meu marido, capitão da equipe de resgate, me deixou para trás e correu para salvar a mulher que amava, Luna Soares.
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Tudo porque, na minha vida passada, diante da mesma escolha, ele me resgatou primeiro, eu, grávida de oito meses.
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Três horas após minha morte, meus pais, meu irmão mais velho e meu noivo voltaram para casa, logo depois de encerrarem a festa de dezesseis anos da minha irmã.
Enquanto minha irmã postava nas redes sociais uma foto de toda a família comemorando seu aniversário, eu estava deitada em uma poça de sangue no porão abafado, tentando usar a língua para deslizar pela tela do celular e fazer uma chamada de emergência.
Dos contatos de emergência, apenas meu noivo atendeu à minha ligação — o que significava que meus pais e meu irmão haviam bloqueado meu número.
Assim que atendeu, meu noivo disse apenas uma frase: — Glória, a festa de dezesseis anos da Ester é importante. Pare de tentar chamar nossa atenção com desculpas inúteis e de fazer birra!
Ele desligou o telefone, cortando também minha última esperança de vida. Meu coração parou de bater junto com o som da linha ocupada.
Foi a centésima vez que eles escolheram minha irmã, a centésima vez que me abandonaram e me decepcionaram, e também a última.
Deitada em meu próprio sangue, senti minha respiração cessar aos poucos...
Eles pensaram que, desta vez, eu estava novamente usando uma desculpa para fugir de casa e expressar minha insatisfação, que, se me dessem uma lição, eu voltaria obedientemente por conta própria, como nas 99 vezes anteriores.
Infelizmente, desta vez, isso não aconteceria.
Porque eu não saí de casa.
Eu estava o tempo todo deitada no porão...
Rita Lee, essa lendária musa do rock brasileiro, nos presenteou com sua autobiografia em 2016, e o título é simplesmente perfeito: 'Rita Lee: Uma Autobiografia'. Adoro como ela consegue misturar humor, sinceridade e um pouco de caos na narrativa, típico do estilo irreverente dela.
Ler esse livro foi como ter uma conversa descontraída com a própria Rita, cheia de histórias malucas da época da Tropicália, os bastidores da Os Mutantes, e até suas confusões pessoais. Ela não romantiza nada, fala até dos perrengues com uma naturalidade que só ela tem. A capa do livro, aliás, é uma obra-prima—um retrato dela com aqueles óculos icônicos, meio punk, meio diva. Recomendo demais pra quem quer entender não só a trajetória dela, mas um pedaço da cultura brasileira.
Rita Lee's autobiography, 'Rita Lee: Uma Autobiografia', is a raw and unfiltered dive into her extraordinary life, filled with humor, chaos, and profound insights. She doesn’t shy away from the messy parts—her struggles with addiction, the turbulent relationships, or the clashes with authority. The book feels like a late-night conversation with a close friend, where she spills secrets and lessons learned. Her writing style is as rebellious as her music, mixing poetic moments with blunt honesty. You can almost hear her voice cracking jokes or dropping wisdom mid-sentence.
What stands out is how she frames her mistakes as part of her art. The book isn’t just a memoir; it’s a manifesto on living unapologetically. She talks about motherhood, fame, and even her environmental activism with equal passion. The way she describes her creative process—like how 'Ovelha Negra' was born—makes you feel like you’re in the studio with her. By the end, you don’t just know Rita Lee the icon; you meet Rita, the woman who laughed at life’s absurdities and kept dancing.
Descobrir a autobiografia da Rita Lee foi como encontrar um baú de histórias que eu nem sabia que precisava. Ela não só conta a trajetória de uma das maiores artistas do Brasil, mas mergulha fundo nas reviravoltas, polêmicas e paixões que moldaram sua vida. A escrita dela é tão vibrante quanto sua personalidade – cheia de humor ácido, reflexões sinceras e momentos que te fazem rir e pensar ao mesmo tempo.
Li o livro em dois dias porque simplesmente não conseguia parar. Cada capítulo revela algo novo, desde os bastidores do rock nacional até suas batalhas pessoais. Se você curte música, cultura pop ou biografias que não seguem o script convencional, essa é uma leitura obrigatória. Fiquei especialmente impressionado com como ela fala sobre envelhecer e reinventar-se, algo que ressoou muito comigo.
Rita Lee é uma dessas artistas que consegue traduzir sua vida em palavras tão vibrantes quanto sua música. Sua autobiografia, 'Rita Lee: Uma Autobiografia', tem 304 páginas de histórias incríveis, desde os tempos de Os Mutantes até sua carreira solo. A edição da Globo Livros é um verdadeiro tesouro para fãs, com fotos e relatos pessoais que fazem você sentir como se estivesse conversando com ela.
O que mais me surpreendeu foi como ela consegue mesclar humor e honestidade brutal em cada capítulo. Não é só uma cronologia de eventos, mas uma imersão no seu pensamento criativo. Vale cada página!