Fazer esse trajeto de ônibus é uma experiência que mistura paciência e pequenas descobertas. Dependendo do horário, você pode pegar o nascer do sol no cerrado, o que é lindo de se ver. A viagem geralmente dura entre 10 e 12 horas, mas já ouvi relatos de atrasos por obras ou congestionamentos perto de Uberlândia. Se você pegar um ônibus leito, dá até para descansar decentemente. Uma vez, acabei conversando com um passageiro que era de Goiânia e me indicou um ótimo restaurante em Brasília—sempre tem algo interessante para aprender no caminho.
Quando planejei minha última viagem para Brasília, fiquei surpreso com a variação de tempo entre os horários de ônibus. Alguns faziam o percurso em 10 horas, enquanto outros chegavam a 13 horas por causa de paradas extras. A BR-050 está geralmente em boas condições, mas em dias de chuva, os motoristas tendem a reduzir a velocidade. Se você está com pressa, vale a pena comparar as empresas—algumas são conhecidas por serem mais rápidas, enquanto outras focam em conforto. Eu sempre levo um lanche e uma garrafa d’água porque os pontos de parada nem sempre têm muitas opções.
Onze horas é a média, mas já fiz em 10 horas e meia com sorte no trânsito. A dica é escolher um ônibus que saia de Uberaba no início da manhã—além de evitar o calor do meio-dia, você chega em Brasília ainda com tempo útil. Leve um casaco porque o ar-condicionado às vezes é forte demais. E se você gosta de observar cidades, a passagem por Catalão e Ipameri tem uns visuais bem característicos.
Minha experiência com essa rota foi de aproximadamente 11 horas, mas isso pode mudar conforme a empresa e o tipo de ônibus. Os semi-leitos são uma boa opção se você quer equilibrar custo e conforto. A estrada é longa, mas se você distrair com música ou podcasts, o tempo passa mais rápido. Evite viajar no final de semana se possível, porque o movimento aumenta e pode haver mais delays.
A viagem de ônibus entre Uberaba e Brasília costuma levar em torno de 10 a 12 horas, dependendo do tráfego e das paradas programadas. Já fiz esse trajeto algumas vezes e a paisagem do cerrado mineiro até o planalto central é bem diversa, especialmente quando o sol começa a nascer perto de Cristalina. Algumas empresas oferecem poltronas mais confortáveis, ar-condicionado e até Wi-Fi, o que ajuda a passar o tempo. Recomendo levar um bom livro ou baixar alguns episódios de uma série, porque as estradas podem ser bem monótonas depois de algumas horas.
Uma dica: se possível, evite viagens noturnas muito longas se você tem dificuldade para dormir em ônibus. Já cheguei em Brasília depois de uma noite maldormida e foi um desafio aproveitar o primeiro dia de passeio. Mas se você é daqueles que consegue descansar fácil, a madrugada pode ser uma opção tranquila e com menos movimento nas rodovias.
2026-07-15 17:28:22
5
View All Answers
Scan code to download App
Related Books
Brindou a Outra, Enterrei o Passado
Aurora Mendes
8.4
124.4K
O casamento de Isadora Freitas e Olavo Carvalho durou cinco anos, sustentado pelo sacrifício de sua dignidade e de sua estabilidade emocional.
Ela acreditava que, na ausência de amor, ao menos haveria alguma afeição familiar.
Até que, um dia...
O aviso de emergência sobre a saúde de sua filha única e as manchetes de Olavo esbanjando dinheiro com sua musa apareceram simultaneamente diante dela.
Ela finalmente percebeu que não precisava mais fingir ser esposa dele.
Porém, aquele homem cruel subornou toda a imprensa, e ajoelhou-se na neve com os olhos vermelhos e suplicou para que ela voltasse.
Mas Isadora apareceu de braços dados com outro homem.
Um novo amor anunciado para o mundo.
— N-Não! Qu-Quatro é demais para mim! Eu não vou aguentar!
Em uma viagem de ônibus à meia-noite, quatro colegas de trabalho do meu marido me encurralam em um banco. Logo em seguida, sinto minhas pernas sendo afastadas à força.
O homem parado bem na minha frente tira o cinto antes de desferi-lo com força contra a minha bunda empinada.
— Abra as pernas! Mulheres como você servem para nos dar prazer!
Depois disso, ele rasga a minha calcinha encharcada do meu corpo.
Susana Costa amou Nathan Ribeiro em silêncio por cinco longos anos. Por ele, escolheu permanecer em uma cidade que ficava a milhares de quilômetros de sua terra natal, longe de tudo o que conhecia. Quando a noiva de Nathan fugiu, abandonando-o no cerimônia do noivado, foi Susana quem, sem hesitar, deu um passo à frente e aceitou o anel, consciente de que aquele gesto selava um destino doloroso, o de que Nathan jamais a amaria.
No dia do casamento, bastou Bianca Santos sussurrar que estava com "dores no coração" para que Nathan abandonasse sua esposa recém-casada, virando as costas e correndo desesperado para os braços de outra mulher. Todos riam de Susana. Riam e diziam que ela era como uma trepadeira parasita, incapaz de sobreviver sem a árvore robusta que era Nathan; zombavam de sua humildade excessiva e de sua insistência cega.
Até mesmo Susana, por muito tempo, acreditou nessa mentira. No entanto, qualquer amor, por mais profundo que seja, tem um limite. Ser ignorada, negligenciada e colocada repetidamente em segundo plano drena a alma, gota a gota, até secar. E quando Nathan finalmente decidiu olhar para trás, a garota que um dia usou todo o seu amor para permanecer ao seu lado já havia partido, dissolvendo-se no vento, para nunca mais voltar.
— Ah... Mais devagar, meu marido está me ligando.
Com o rosto em chamas, peguei o celular e atendi à chamada em vídeo.
Do outro lado da linha, meu marido, com os olhos fixos, dava uma ordem atrás da outra. Ele não percebia que, fora do enquadramento, a cabeça de um jovem se movia inquieta entre minhas pernas.
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
Meu companheiro, Luther Evans, gastou 20 mil dólares em duas passagens de primeira classe no Moonlight Express para a Costa de Vespera. No momento em que estávamos prestes a embarcar, ele me puxou de lado e deu o meu lugar para minha irmã adotiva, Zoey Turner.
Ele explicou: — Só restou um assento vazio no trem, e o filho da Zoey nunca viu o oceano antes. Esta é a oportunidade perfeita. Crianças não podem ser separadas de suas mães, então eu vou levá-los primeiro e deixá-los acomodados, depois volto para buscar você.
Eu concordei e desci do trem, observando-o desaparecer à distância. Assim que chegaram à praia, um amigo perguntou a Luther por que eu não tinha ido junto.
Ele estava ocupado inflando uma boia de piscina para Zoey, respondendo casualmente sem levantar os olhos. — Moonlight Express passa a cada três dias. Avery Smith pode simplesmente comprar sua própria passagem e vir mais tarde. Vou comprar alguns presentes para compensá-la. Ela é muito compreensiva e não vai ficar brava comigo por muito tempo.
Um sorriso amargo surgiu nos cantos da minha boca. A família inteira sempre favoreceu Zoey, e agora até meu próprio companheiro não era diferente.
Como ninguém queria me ver de qualquer forma, decidi que iria embora em três dias.
Morando em Uberlândia há anos, aprendi todas as rotas possíveis para o aeroporto. A linha de ônibus mais direta é a 1310 (Aeroporto/Terminal Central), que sai do Terminal Central e faz o trajeto em cerca de 40 minutos, dependendo do trânsito. Passa pelo Shopping Park e Av. João Naves de Ávila antes de chegar. A frequência é boa, geralmente a cada 30 minutos, mas vale checar no site da Uberlândia Transportes porque os horários podem mudar nos fins de semana.
Uma dica que dou é sempre sair com pelo menos 2 horas de antecedência, especialmente se for voo matinal. Já perdi uma viagem por conta de um ônibus que quebrou no caminho e tive que esperar o próximo. O custo é o mesmo da tarifa urbana, mas eles aceitam cartão de transporte ou dinheiro. Se estiver com muita bagagem, talvez seja melhor considerar um táxi ou Uber, pois os ônibus podem ficar lotados nos horários de pico.
Meu pai sempre me levava para o aeroporto quando eu viajava a trabalho, e lembro claramente daquela estrada reta que corta parte da cidade. O trajeto do centro até o Aeroporto Ten. Cel. Av. César Bombonato costuma levar uns 20 minutinhos de carro, dependendo do trânsito. Passamos pelo Terminal Central, seguimos pela Av. João Naves de Ávila e depois pela MG-230, que já foi mais vazia, mas hoje em dia tem bastante movimento.
A distância em si é coisa de 10 km, mas parece menos porque a via é bem planejada. Já peguei Uber algumas vezes, e os motoristas sempre comentam como essa rota é tranquila comparada a outras cidades. De ônibus, a linha 131 faz o percurso em cerca de 40 minutos, passando por bairros como Tibery e Martins.