Filtrar por
Status de atualização
TodosEm andamentoConcluído
Ordenar por
TodosPopularRecomendaçãoAvaliaçõesAtualizado
O Inverno Que Já Não Traz Geada

O Inverno Que Já Não Traz Geada

Meu pai nos levou ao mercado negro para escolher um par de gêmeos como nossos guarda-costas. Minha mana escolheu primeiro o irmão mais velho, alto e forte, e me deixou com o caçula, o "mudo" que mal respirava. Com pena dele, acabei deixando que ficasse ao meu lado. Ele não falava, então eu o levava para procurar médicos e remédios. Ele tinha uma mania séria de limpeza, então eu mantinha distância. Eu achava que ele só tinha passado por algum trauma para ficar daquele jeito. Até que os inimigos do meu pai sequestraram a mim e à minha mana. E ele me largou para trás, escolhendo sem hesitar morrer bloqueando a bala pela minha mana. Antes de morrer, ele falou pela primeira vez, com os olhos vermelhos, olhando para ela: — Finalmente você pode me ver. E, para mim, ele disse: — Na próxima vida... por favor, não me escolha. Só então percebi que ele não era mudo, nem tinha mania de limpeza. Esse "mudo" e essa "mania" eram só para mim e mais ninguém. Quando abri os olhos de novo, voltei ao dia em que fomos escolher os guarda-costas. Desta vez, fiz exatamente como ele queria.
História curta · Reencarnação
2.3K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
Abortei o Filho Que Assistiu Minha Morte na Vida Passada

Abortei o Filho Que Assistiu Minha Morte na Vida Passada

Pouco antes do casamento, descobri que estava grávida de dois meses. Meu noivo, Diogo Bragança, com o hálito de quem havia bebido, pousou a mão na minha barriga, murmurou em tom de brincadeira: — Francisca, acho que ainda não estou pronto pra ser pai. Vamos... deixar esse bebê pra depois? Respondi com o coração vazio: — Tudo bem. Na vida passada, insisti em ter esse filho. Na mesma época, Antonella Coutinho sofreu um aborto e perdeu a chance de engravidar. Diogo me culpou por isso e, depois do casamento, foi frio comigo até o fim. O filho que carreguei com dor e quase à custa da minha vida, Lenor Bragança, mais tarde passou a chamar Antonella de “mamãe” aos gritos. No dia em que sofri um acidente e perdi muito sangue, pai e filho passaram por mim sem sequer olhar para trás. Eles tinham pressa. Antonella estava em trabalho de parto. Lá em cima, eu morria, esvaída em sangue. Lá embaixo, eles comemoravam o nascimento de uma nova vida, balançando bastões de luz. Desta vez, não vou mais me abandonar por ninguém. Disquei para o diretor do instituto: — Quero me juntar à expedição na Antártida.
História curta · Lobisomen
12.2K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
Meu Íncubo Indomável

Meu Íncubo Indomável

[Comprei meu Íncubo há um mês, qual seria o motivo para ele repelir meu toque?] Franzi a testa enquanto digitava a pergunta para o suporte ao cliente. O atendimento foi impecável. [Os Íncubos da nossa loja geralmente anseiam por ficar grudados em suas mestras, essa situação sugere um defeito. Posso solicitar a troca para você, e o novo chegará em uma semana.] Observei Thiago, que correspondia exatamente ao meu ideal estético. Decidi observá-lo por mais um tempo antes de recorrer à assistência técnica. Ele era perfeito demais aos meus olhos para ser descartado tão facilmente. Porém, durante um jantar em família, percebi que meu Íncubo reagia à presença da minha meia-irmã, sentada à nossa frente. Só então me recordei, vagamente, que fora ela quem abrira a encomenda no dia da entrega. À noite, contatei o suporte novamente. [O novo modelo chega em uma semana, correto? Por favor, envie-me outro.]
História curta · Fantasia
1.2K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
A Noiva Que Perdeu Tudo

A Noiva Que Perdeu Tudo

No dia que deveria ser o meu casamento... a noiva não era eu. A cerimônia pela qual esperei durante cinco anos se transformou em uma piada quando Valentina, minha irmã, entrou pelo corredor de mármore usando um vestido de noiva branco. Seu braço estava entrelaçado ao de Luca, o homem que deveria estar me esperando no altar. — Sinto muito, Bianca. — Disse ela suavemente. — Mas hoje você não é mais a noiva. Então ela tocou a própria barriga, os olhos brilhando de triunfo. — Estou grávida do filho de Don Romano. Suas palavras explodiram dentro da minha cabeça, e o mundo inteiro mergulhou no silêncio. Como se temesse que eu não acreditasse, ela ergueu algo brilhante em direção à luz. Uma imagem de ultrassom em preto e branco. Nela, lia-se claramente: Idade gestacional — 12 semanas. Meus olhos arderam, as lágrimas queimando enquanto me virei para Luca, procurando desesperadamente qualquer coisa, uma negação, uma explicação, arrependimento. Em vez disso, ele apenas suspirou, cansado e resignado. — Bianca, me desculpa... — Disse ele, impotente. — Valentina não tem muito tempo de vida. Este casamento… era o último desejo dela. — Eu vou compensar você. — Acrescentou. — Podemos ter outro casamento depois. Meu pai, Moretti, estava atrás dele, usando a mesma expressão severa que carregou durante toda a minha vida. Nunca o vi sorrir para mim, nem uma única vez. — Bianca!! — Disse ele, ríspido. — Sua irmã está morrendo. Deixe que ela fique com isso. Meu irmão assentiu em silêncio, como se isso fosse uma resposta suficientemente sólida. Durante toda a minha vida, eles sempre a escolheram, as lágrimas dela, seus caprichos, suas necessidades, acima das minhas. Hoje não foi diferente. Algo dentro de mim se quebrou silenciosamente. Tudo bem. Se ninguém nesta família se importa comigo, eu vou embora.
História curta · Máfia
5.2K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
Casei com o CEO Estéril, e Meu Ex Pirou

Casei com o CEO Estéril, e Meu Ex Pirou

Depois que minha irmã perdeu a lucidez, o noivado com a influente família Montelo caiu sobre mim. Acreditei que era um presente do destino: finalmente me casaria com Francisco, o garoto que meu coração amou desde sempre. Mas na noite de núpcias, fui deixada sozinha e virei motivo de riso em toda Cidade Antoril. Pior ainda: ao descobrir um segredo cruel da minha irmã, ela me matou. Jogou meu corpo como lixo, como se eu nunca tivesse existido. Mas o tempo, às vezes, nos dá uma segunda chance. Acordei no dia em que os destinos foram trocados. Francisco estava lá, ajoelhado diante da minha irmã confusa, beijando-lhe os dedos com devoção: — Bian, não importa como você esteja, você sempre será o amor da minha vida. Dessa vez, não hesitei. Virei as costas e aceitei o pedido de casamento de Leonardo Zuanetti — o CEO frio, inalcançável… e estéril. Mas Francisco enlouqueceu. Implorou para que eu voltasse. Tarde demais.
História curta · Romance
2.5K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
Você Deveria Aprender a Amar Alguém

Você Deveria Aprender a Amar Alguém

— Chefe, sobre o projeto de construção do pátio da fazenda na base do Cazaquistão, eu gostaria de participar. Do outro lado da linha, o chefe demonstrou certa surpresa: — Antes, por mais que eu insistisse, você não queria ir, dizia que queria ficar ao lado do seu namorado. Por que mudou de ideia de repente? Laura Vieira baixou as pálpebras avermelhadas e sorriu, tentando soar despreocupada: — Eu tentei, mas não adiantou. Já sabia que era hora de voltar atrás antes que fosse tarde demais. Ao ouvir isso, o chefe suspirou e falou com seriedade: — Esta é uma operação secreta. Você vai entrar no projeto com uma identidade completamente nova e, até o término, não poderá entrar em contato com o mundo exterior. Laura, você tem certeza de que pensou bem? — Sim, só quero sair daqui o quanto antes. Houve um breve silêncio do outro lado da linha, mas a resposta veio em seguida: — Certo. Mais tarde vou te enviar o acordo de confidencialidade. Os trâmites devem sair em cerca de um mês. Aproveite esse tempo para se despedir da sua família. Assim que a ligação foi encerrada, um arquivo apareceu em sua caixa de entrada. Laura leu todas as cláusulas e, determinada, assinou o acordo eletrônico de confidencialidade, confirmando o envio. Ao mesmo tempo, a televisão reprisava o lançamento do novo produto do Grupo Próspero. Ricardo Barros, vestindo um terno branco de corte impecável, conduzia Vanessa Souza lentamente pela passarela.
História curta · Romance
15.4K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
Depois do Segundo Nascer do Sol

Depois do Segundo Nascer do Sol

Passei toda a minha vida vivendo à sombra da minha irmã, Juliana, a mulher que todos no círculo dos herdeiros da máfia adoravam e protegiam. Ela não fazia ideia de que eu havia renascido. Assim como na minha vida anterior, ela sorriu de forma doce e gentil, insistindo para que eu escolhesse meu noivo primeiro, fingindo ser atenciosa e generosa. Mas, desta vez, eu recusei. Na minha vida passada, acreditei ingenuamente que ela tinha boas intenções. Casei-me com o homem que ela recomendou, Chester Kane, um herdeiro que diziam estar paralisado após uma emboscada. Abandonei meu direito de herança para me tornar sua cuidadora, seu apoio e remédio contra a solidão. No entanto, não importava a quantidade de carinho que eu desse, o coração dele permanecia congelado. A verdade só veio à tona durante a celebração da gravidez da minha irmã. Quando um assassino de uma família rival apontou a arma para a barriga dela, o homem que não se levantava havia anos subitamente ficou de pé. Ele me empurrou direto para frente do cano. As sete balas atravessaram meu útero. Enquanto eu caía, vi-o puxar minha irmã para seus braços, protegendo-a com o próprio corpo e tomando o último tiro por ela. Só então entendi. Ele nunca esteve paralisado. Sua família nunca o havia abandonado. Ele fingiu estar doente porque o coração de Juliana pertencia a outro homem, e ele se recusava a ficar preso a mim. — Desculpe, Tania. — Ele disse. — Eu menti para você. Mas eu não podia deixar Juliana perder o herdeiro que ela carrega. Vou pagar o que te devo na próxima vida. Quando abri os olhos novamente, estava de volta ao dia em que meu pai pediu que escolhêssemos nossos parceiros de casamento. Desta vez, eu não escolhi ninguém. Mas, naquela época, eram eles que imploravam pelo meu amor.
História curta · Máfia
7.8K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
O Disfarce do Demônio

O Disfarce do Demônio

Depois que minha família faliu, meu noivo, Luis Ribeiro, rompeu o nosso noivado sem hesitação e escolheu Paula Sousa. Foi Jone Loureiro quem me ajudou a pagar as dívidas, cuidou do funeral do meu pai e me resgatou do caos. Nos três anos seguintes, ele nunca me deixou. Eu estava prestes a acreditar que tinha encontrado minha salvação, mas, na véspera do nosso casamento, ouvi ele conversando com o amigo Carlos Araújo: — Você realmente vai se casar com Sofia Lima? Não tem medo que um dia ela descubra que a morte do pai e a falência da família Lima foram obra sua? — Paula já está casada com Luis, e eu estou com Sofia. E se ela descobrir, qual é o problema? Paguei as dívidas dela, enterrei o pai. Já fiz mais do que deveria. Só então eu soube que Jone Loureiro também tinha me enganado. Do começo ao fim, a única que se entregou nessa história fui eu.
História curta · Romance
5.0K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
Quando o Amor se Cala

Quando o Amor se Cala

Eloá Vasconcelos sacrificou a própria vida para salvar o Samuel Albuquerque. Como preço, ela perdeu a audição. E no lugar da gratidão, recebeu humilhações e sarcasmo dos amigos dele. Ainda assim, com o risco de nunca mais acordar, decidiu enfrentar uma cirurgia para recuperar a audição. Quando finalmente quis partilhar a alegria da vitória, encontrou apenas uma dor ainda maior: em meio ao álcool e à intimidade, o noivo pronunciou o nome da antiga paixão — Mirela. Nesse instante, ela compreendeu. Seu amor nunca teve resposta. Ferida, mas lúcida, ela escolhe a liberdade. Partiu. Deixou Ravélis, deixou a mansão Albuquerque, deixou Auristela. Deixou ele.
História curta · Romance
4.2K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
Divórcio em Andamento

Divórcio em Andamento

No dia em que Catarina e Félix completaram três anos de casamento, ele organizou uma grande festa, convidando todos os amigos para celebrar. Porém, ao chegar ao local, Catarina se deparou com uma cena que jamais esqueceria. Félix estava ajoelhado, pedindo em casamento a sua melhor amiga de infância, sob o olhar de todos. Ao confrontá-lo, a resposta de Félix apenas disse que tudo não passava de uma brincadeira, fruto de um jogo bobo entre amigos. No entanto, a verdade se mostrou ainda mais cruel. Por causa daquela mulher, Félix não hesitou em empurrar Catarina escada abaixo, causando a perda do filho que ela esperava. Foi naquele instante doloroso que ela finalmente acordou para a realidade. Catarina já havia prometido a si mesma dar a Félix cinco chances, mas agora, com todas elas esgotadas, só lhe restava uma decisão. — Félix, vamos nos divorciar.
História curta · Romance
23.0K visualizaçõesCompleto
Ler
Adicionar à biblioteca
ANTERIOR
1
...
7891011
...
22
ESCANEIE O CÓDIGO PARA LER NO APP
DMCA.com Protection Status