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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora

Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora

Com vinte e cinco semanas de gravidez, Tatiane foi sozinha à consulta pré-natal. Foi ali que descobriu a traição do próprio marido. Mais pesada, com os traços apagados e mal conseguindo sustentar a barriga, acabou sendo tratada como uma mulher muito mais velha pela amante - jovem e bonita - e ignorada pelo marido diante de todos. Henrique não a defendeu. Não explicou. Não negou nada. Limitou-se a olhá-la com desprezo, como se ela fosse um peso do qual queria se livrar. Poucos sabiam que, anos antes, no primeiro encontro entre Tatiane e Henrique, ela também fora o centro das atenções, admirada por todos. Convencido de que Tatiane havia se aproveitado dele para ascender socialmente, foi Henrique quem tomou a iniciativa de pedir o divórcio. Naquele instante, o coração dela morreu. Oito anos. Da universidade ao mercado de trabalho. Um amor silencioso, dedicação absoluta, incontáveis sacrifícios. Nada daquilo tinha valido a pena. Tatiane deu à luz, assinou o acordo do divórcio e foi embora sem olhar para trás. Cinco anos depois, ela já não era a mulher apagada de antes. Agora, era uma empresária poderosa, dona de um império avaliado em centenas de milhões. Linda. Confiante. Radiante. Cercada por admiração, poder e possibilidades. O homem que pedira o divórcio, porém, jamais o oficializara. Quando Tatiane entrou com uma ação judicial, Henrique voltou a se aproximar, afastando, um a um, todos os homens que tentavam chegar perto dela. Até o dia em que Tatiane surgiu em público, de mãos dadas com outro homem, anunciando o noivado. Henrique a encurralou contra a parede. Fora de si, rosnou: — Tatiane, casar com outro homem? Nem pense nisso.
Romance
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edna.costa.lima
essa história tá ficando chata não tem nada novo sempre a mesma coisa não tem nem um capitulo interessante tô quase desistindo de le e pelo jeito os capítulos ainda vai muito longe por favor desenvolve essa história!!!
Katia Fátima Leite
Estou amando. Ainda falta muita história. Por exemplo, descobrir que o Felipe e a Karine são irmãos da Tati. Aí sim vai ser uma reviravolta. Espero que o Henrique fique doido pela Tati e sofra bastante.
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La Boda que Nunca Notó

La Boda que Nunca Notó

Un video único se volvió viral de la noche a la mañana. En el video, en la cima de una montaña nevada, mi novio, Ted Moretti, se arrodillaba sobre una rodilla con una expresión tierna. Entre aplausos, el anillo en su dedo brillaba; era el anillo de la futura novia de la familia Moretti. En cuestión de horas, el video encabezó las tendencias en múltiples plataformas. La gente lo aclamó como la propuesta más romántica del año. Anya Rossi publicó después un mensaje: He estado esperando esta boda desde hace tanto, ¡y por fin está pasando! ¡Gracias! La sección de comentarios se inundó al instante de exclamaciones emocionadas: «¿Un heredero de una familia de la Mafia y una mujer común? ¡Me encanta!» «Parece sacado de una novela.» «¡Qué envidia!» Fui a buscar a mi novio para confirmarlo. Antes siquiera de poder hablar, lo escuché conversando con un amigo cercano en el estudio. —¿Y qué otra opción tengo? —dijo Ted, con un dejo de fastidio en la voz—. Si no me caso con ella, su padre la va a vender. Su amigo vaciló. —¿Y qué hay de Carly? Ha estado contigo tantos años. ¿No te preocupa que se vuelva loca? Ted soltó una risita, despreocupado. —¿Y qué si se enoja? Carly y yo llevamos seis años juntos. No se va a ir. No puede irse. En ese momento, algo muy dentro de mí pareció congelarse por completo. Un mes después… El mismo día en que Ted y Carly se casaron, yo me casé con otro hombre. Nuestras caravanas de bodas se cruzaron en el centro. Según la costumbre, intercambiamos ramos entre los dos autos nupciales que pasaban, y las ventanillas bajaron al mismo tiempo. Ahí fue cuando Ted me vio. Yo llevaba un vestido de novia blanco. No detrás de él, sino en brazos de otro hombre. Conocía a Ted Moretti de años, y, por primera vez, vi cómo perdía esa compostura perfecta que siempre lo había caracterizado.
Short Story · Mafia
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El ataúd que construyó por amor

El ataúd que construyó por amor

Soy una mujer lobo, con ocho meses de embarazo del cachorro híbrido de mi compañero vampiro. Cuando comenzaron las contracciones, mi compañero vampiro, Justin, me encerró en un ataúd de hielo tallado con runas destinadas a suprimir el parto. Grité. Le supliqué. Y él solo dijo: —Espera. Pero todo esto era por su amor de la infancia. Isolde. La vampira de sangre pura había usado magia oscura de sangre para gestar a su heredero de sangre pura sin haber tenido relaciones. El primer niño vampiro nacido en un milenio recibiría la bendición suprema del Progenitor. Purificaría la línea de sangre. Rompería una maldición que se había estado gestando durante generaciones. —Ese honor le pertenece al niño de Isolde —dijo Justin, con la voz absolutamente gélida—. Ya tienes mi amor, Gracie. Este ataúd solo garantiza que des a luz después que ella. El dolor de las contracciones me desgarraba. Le supliqué que me llevara al Santuario de la Fuente de Sangre. Sin embargo, se inclinó hacia mí con sus dedos fríos sujetando mi barbilla. —Deja de actuar. Debí haberlo visto antes. Tú nunca me amaste. Eras una paria en el mundo de los hombres lobo. Solo querías mi poder y mi título. Estás tan desesperada que pondrías en riesgo a nuestro hijo con tus trucos salvajes de loba, solo para arruinar la bendición de un sangre pura… Eres venenosa. Las lágrimas corrían por mi rostro. Temblaba, mi voz estaba hecha pedazos. —El cachorro ya viene… no puedo detenerlo. Por favor, haré un juramento de sangre. No me importa la bendición. ¡Solo te quiero a ti! Él se burló, con un destello de dolorosa traición en sus ojos. —Si me amaras, no habrías ido corriendo con mi madre. No le habrías envenenado la mente contra Isolde. Volveré después de que ella reciba la bendición. Después de todo, el niño que llevas también es mío. Después de eso, se quedó montando guardia afuera del santuario donde el ritual de Isolde se llevó a cabo. No volvió a pensar en mí. No hasta que vio el halo de la bendición coronar a Isolde. Fue entonces que ordenó a su siervo de sangre que me liberara. Pero la voz del esclavo temblaba de terror. —Mi lord… Lady Gracie y el niño… sus signos de vida… han desaparecido. En ese instante, el mundo de Justin se hizo añicos.
Short Story · Vampiro
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O Caixão que Ele Construiu por Amor

O Caixão que Ele Construiu por Amor

Sou uma lobisomem, grávida de oito meses do filho híbrido do meu companheiro vampiro. Quando as contrações começaram, meu companheiro vampiro, Justin, me trancou dentro de um caixão de gelo talhado com runas destinadas a impedir o parto. Eu gritei. Eu implorei. Ele apenas disse: — Espere. Mas tudo aquilo era por causa da sua paixão de infância, Isolde. A vampira de sangue puro havia usado magia negra de sangue para conceber o herdeiro puro de Justin sem sequer ter relações com ele. Uma antiga profecia assombrava o clã. O primeiro filho vampiro nascido em mil anos receberia a bênção suprema do Progenitor. Ele purificaria a linhagem. Quebraria uma maldição que vinha sendo carregada por gerações. — Essa honra pertence ao filho de Isolde — disse Justin, com a voz fria como gelo. — Você já tem o meu amor, Gracie. Este caixão só garante que você dê à luz depois dela. A dor das contrações rasgava meu corpo. Implorei para que ele me levasse ao Santuário da Fonte de Sangue. Justin se inclinou. Seus dedos gelados agarraram meu queixo. Seus lábios ficaram tão próximos dos meus que seu sussurro soou como uma ameaça. — Pare com essa encenação. Eu deveria ter percebido antes. Você nunca me amou. Era uma excluída no mundo dos lobisomens. Só queria meu poder e meu título. — Está tão desesperada que arriscaria a vida do nosso filho com seus truques selvagens de loba só para arruinar a bênção de um sangue-puro... Você é venenosa. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu tremia, minha voz se partindo. — O bebê está vindo... eu não consigo impedir. Por favor... faço um juramento de sangue! Eu não me importo com a bênção. Eu só quero você! Ele soltou um riso de desprezo, embora um traço de mágoa traída atravessasse seus olhos. — Se você me amasse, não teria corrido para minha mãe. Não teria envenenado a mente dela contra Isolde. — Voltarei depois que ela receber a bênção. Afinal, a criança que você carrega também é minha. Ele ficou de guarda do lado de fora do santuário onde o ritual de Isolde acontecia. Não pensou mais em mim. Não até ver o halo da bênção coroar Isolde. Então ordenou ao seu servo de sangue que me libertasse. Mas a voz do servo tremia de terror. — Meu senhor... senhora Gracie e a criança... os sinais de vida... desapareceram. Naquele instante, o mundo de Justin se despedaçou.
Short Story · Vampiro
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