O Recomeço do Ceo: A Babá que Curou Meu Destino
Ela segurava uma mamadeira descartada enquanto tentava, sem sucesso, manter o pequeno Léo, de três anos, longe do vaso de cristal da dinastia Ming que decorava o hall.
— Eu não sou uma pilha de nervos, Isabela. Eu sou um homem que tem uma empresa para gerir e dois filhos que parecem ter decidido que hoje é o dia da revolta — Heitor disse, checando o relógio de pulso caríssimo. Ele estava de terno cinza chumbo, a barba feita tão rente que a pele parecia acetinada, mas seu olhar estava exausto.
— O Léo expulsou a quarta babá em dois meses, Heitor. Ele chutou a canela da pobre mulher! — Isabela exclamou, pegando Léo pelo braço antes que ele escalasse o sofá de couro legítimo.