MÁQUINA DO DESEJO
Isidoro se afastou um pouco, os olhos brilhando à luz fraca que entrava pela janela.
— Sempre juntô, Laysla. Sempre seus em busca do teu prazê cabritinha. — Doro disse.
Bento gemia baixinho, a boca ainda presa ao meu seio. Teófilo não disse nada, apenas intensificou o ritmo, a língua trabalhando com maestria, me levando à loucura. O calor começou a subir, a excitação me dominando por completo. Três homens me amando, me desejando, me tocando ao mesmo tempo. Era demais, era perfeito.