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Uma Noiva Enlouquecida e Suas Cúmplices

Uma Noiva Enlouquecida e Suas Cúmplices

Meu irmão sempre me tratou com carinho e me chamava de "minha querida", além de me ajudar financeiramente. Mas a noiva dele, ao ver nossa proximidade, pensou que eu fosse uma amante que ele sustentava em segredo. Ela apareceu no meu apartamento recém-decorado, trazendo um batalhão de parentes, e começou a me atacar sem dó. — Uma garota tão nova se sujeitando a ser a amante! Vou te ensinar como se comportar, ainda mais em nome dos seus pais! — Gritou, determinada a me humilhar. Ela ainda ameaçou: — Vou postar sua história pelo site da sua escola, para que professores e colegas saibam que você é uma vagabunda que só sabe se jogar na cama dos homens! Elas destruíram minhas coisas, rasgaram minhas roupas e penduraram minha carteirinha de estudante no meu peito, fotografando cada instante da minha humilhação. Foi quando meu irmão chegou, tomado pela fúria, com o olhar chamejando de ódio. — Vocês realmente querem arriscar a própria vida ao tocar na minha irmã?
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Na Gaiola do Don

Na Gaiola do Don

Quando Antonio percebeu que eu já fazia uma semana sem pedir dinheiro, pareceu satisfeito. O grande Don da máfia, sempre tão distante, chegou até a me mandar uma mensagem: — Cara mia, finalmente você aprendeu a ser uma esposa digna de um Don. — Já mandei entregar a medicação especial da sua mãe esta semana. Se continuar obediente e não for gananciosa, posso lhe dar tudo. Ele só não sabia de uma coisa: no exato momento em que li aquela mensagem, eu estava imprimindo os papéis do divórcio. Vestida com um vestido de três anos atrás. Ninguém acreditaria que a glamourosa esposa do Don, invejada por todos, precisava pedir dinheiro à consigliera dele, Elena, até para comprar absorventes. Até para sair de casa, eu tinha que pedir autorização com três dias de antecedência. Antonio chamava aquilo de proteção. — Lá fora é perigoso demais, cara mia. Você só precisa ficar em casa e me obedecer. Mas, uma semana antes, minha mãe estava morrendo, e eu implorei a Elena que me deixasse sair sem passar por autorização. Ela me fez esperar cinco dias inteiros. Quando finalmente me deixaram sair, minha mãe já tinha dado o último suspiro. Medicação especial? Não importava mais. Minha mãe estava morta. Sem ela, eles perderam a única arma que tinham contra mim. E eu nunca mais vou me ajoelhar.
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Entre o Erro do Amor e a Queda do Destino

Entre o Erro do Amor e a Queda do Destino

— Srta. Summers, tem certeza de que deseja interromper esta gravidez? Solana Summers estava perdida em pensamentos, mas o questionamento repetido subitamente a trouxe de volta à realidade. Ela arregalou os olhos, como se não pudesse acreditar no que estava vendo. Quando o médico, Aidan Bates, insiste novamente, ela percebe que renasceu. Em sua vida anterior, foi exatamente neste dia que ela descobriu estar grávida e tomou uma decisão que lhe custou muito caro. Aidan chamou ela mais uma vez: — Srta. Summers? — Sim! — Solana respondeu com firmeza, sua voz tremendo apenas levemente. Desta vez, ela não cometeria o mesmo erro novamente.
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Na Ponta da Língua: Clínica do Prazer

Na Ponta da Língua: Clínica do Prazer

— Abre um pouco mais, Eva, Eva... Isso... assim mesmo. Meu corpo inteiro parecia derreter sobre a maca de exames. Meus dedos agarravam os lençóis com uma força involuntária. A voz atrás de mim era grave e contida... Cada palavra dele fazia meu corpo vibrar e minhas orelhas arderem. A posição do exame era vergonhosa demais. Meus quadris eram obrigados a se erguerem, altos demais, numa postura que parecia pura rendição. — Doutor... eu... ah... não consigo abrir mais... — Murmurei, mordendo o lábio inferior, a voz tremendo de propósito. Através da barra metálica da maca, vi meu reflexo: cabelos bagunçados colados à face corada, os olhos úmidos, turvos, brilhando com um desejo confuso.
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Na Véspera do Casamento, Decidi Fazer um Aborto

Na Véspera do Casamento, Decidi Fazer um Aborto

Na véspera do nosso casamento, Leonardo Silva foi brutalmente agredido em um incidente inesperado. Quando cheguei ao hospital, desesperada com a notícia, ele já não me reconhecia mais. Os médicos diagnosticaram uma amnésia temporária causada pelo trauma na cabeça. Então, fiz de tudo. Planejei roteiros. Refiz nossos passos. Levei-o aos lugares que guardavam nossas memórias. Tudo para reacender algo, qualquer coisa. Mas, numa das visitas ao hospital, durante uma simples consulta de retorno, ouvi por acaso uma conversa entre ele e os amigos: — A Sabrina se esforça tanto por você. Isso não te comove? — Perguntou um deles. — Comover? Dá até enjoo. — Respondeu Leonardo, rindo. — Ela só me leva nos mesmos lugares de sempre. Tudo sem graça. As novinhas, sim... Sabem inovar. — E por que ainda vai se casar com ela? Se fosse eu, eu já teria cancelado o noivado e ido aproveitar a vida. Leonardo explodiu: — Cala a boca! Como pode dizer isso? Eu amo a Sabi! Nunca romperia com ela! Eu vou me casar com ela! Só... Talvez com um pequeno adiamento. Naquele momento, olhando o relatório médico perfeitamente normal em minhas mãos, tudo fez sentido. Não há grito que desperte quem escolheu fechar os olhos.
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A Sombra do Meu Companheiro na Minha Cama

A Sombra do Meu Companheiro na Minha Cama

Nasci sem loba interior. Na academia, Arabella transformou minha vida em um inferno por causa disso. Quando finalmente me formei, minha loba despertou, concedendo-me um poderoso dom de cura. Achei que o pesadelo tivesse acabado. Então conheci meu companheiro destinado, o Alfa Tristan. Ele era poderoso, lindo e prometeu me dar o mundo. Mas no dia em que fui contar a Tristan que estava grávida, descobri uma verdade devastadora. Nunca foi Tristan quem esteve na minha cama. Era o irmão gêmeo dele, Ronan. O Alfa renegado que abandonou a alcateia anos atrás para viver entre humanos. Ele usou um imitador de cheiro para se infiltrar na minha cama e me engravidar. Tudo fazia parte de um plano doentio para me humilhar no meu grande dia. Eles queriam vingança por Arabella que mentiu dizendo que eu a havia intimidado. Queriam me destruir. Invadi o escritório para confrontá-los. Disse que exporia tudo e exigiria um pedido de desculpas. Em vez disso, me aprisionaram. Realizaram um ritual sombrio, drenando minha loba e transferindo-a para Arabella. Sugaram minha força vital e assassinaram meu filhote ainda não nascido. Morri em agonia. Então abri os olhos. Eu estava de volta ao dia em que descobri que estava grávida. Segurei minha barriga, uma única lágrima escorrendo pelo meu rosto. Aqueles desgraçados iam pagar caro por tudo o que fizeram.
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Fingimos Nossa Morte e Nossos Namorados Enlouqueceram na Busca

Fingimos Nossa Morte e Nossos Namorados Enlouqueceram na Busca

No dia em que meu pai apareceu no banquete com a ex-namorada, a notícia se espalhou na internet, e todos riram da minha mãe. Ela tinha abandonado uma carreira promissora para entrar em uma família rica, mas após trinta anos ela continuava sendo uma anônima, sem posição, sem sequer a coragem de confrontar a amante. Após chorar uma noite inteira, minha mãe me olhou exausta. — Foi ele quem me traiu primeiro. Então, eu também não o quero mais. — Ela disse. — Lili, você vem comigo? Nesse mesmo instante, meu celular vibrou com uma mensagem do meu namorado com quem eu estava há sete anos: [Lívia, é só uma certidão de casamento. Não está bom só sendo minha namorada?] Permaneci em silêncio por alguns segundos e, por fim, assenti com a cabeça. Assim, no dia do casamento deles, minha mãe e eu desaparecemos no incêndio da mansão.
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Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

No dia em que a cunhada do meu marido, que morava sozinha, entrou em trabalho de parto, o meu marido me arrastou à força para o hospital para induzirem o meu parto, mesmo eu ainda estando só com sete meses de gestação. Ele me trancou na sala de parto, com a expressão tensa, e falou, desesperado: — Agatha Braga, o bebê que a Daise Diniz carrega tem uma doença raríssima. Se nascer assim, vai morrer logo que vier ao mundo. O médico disse que precisa do sangue do cordão umbilical e de células‑tronco especiais colhidas durante o parto pra salvar a vida dele! Meu irmão já morreu, eu tenho a obrigação de cuidar dela e da criança! Quando a agulha de dez centímetros para induzir o parto entrou no meu corpo, as contrações me rasgaram por dentro de um jeito que eu comecei a suar frio. No meio daquela dor, eu encarei o rosto dele e questionei, quase sem fôlego: — Eliel Paiva, a gravidez da Daise sempre correu bem. Como é que, de uma hora pra outra, o bebê dela tem uma doença tão rara? Eu é que precisei segurar a gravidez o tempo todo, e mesmo assim você quer que o nosso filho nasça antes da hora. Isso não é só acabar com a vida dele, é acabar com a minha também! Eliel franziu a testa, me segurou com força e me prendeu na cama do hospital: — Agatha, o médico já explicou. É só fazer o nosso filho nascer dois meses antes. Não vai acontecer nada com ele! Quando ele ouviu os gritos de dor da Daise na sala ao lado, pareceu se lembrar de alguma coisa. Me lançou um olhar cheio de desconfiança e disse: — Não vai me dizer que, só porque eu vivo cuidando da Daise, você quer aproveitar essa chance pra se livrar dela, né? Eu já te falei que só cuido dela por causa do meu irmão. Como é que você consegue ser tão cruel? Eu senti o sangue escorrendo por baixo de mim e comecei a chorar de desespero. Agarrei o pulso dele com o pouco de força que me restava e supliquei, com a voz quebrada, que, se ele poupasse o meu filho, eu aceitava o divórcio e deixava os dois livres pra ficarem juntos. Eliel me lançou um olhar impaciente, gelado, e respondeu: — Você está delirando. Eu sou o pai do nosso bebê. Como é que eu ia querer fazer mal pra ele? Quando o sangue do cordão umbilical do meu bebê e as minhas células‑tronco foram usados no bebê da Daise e o médico anunciou que mãe e filho estavam fora de perigo, só então o Eliel se lembrou de que também tinha uma esposa e uma criança esperando por ele em outra sala. Mas, quando ele empurrou a porta do meu quarto, não foi o choro do nosso bebê que encontrou. Sobre a cama, esperavam apenas dois pedaços de papel: as duas certidões de óbito: a minha e a do meu filho.
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Amada na Mentira, Afogada na Verdade

Amada na Mentira, Afogada na Verdade

Aos dez anos, Luiz me resgatou e prometeu que me protegeria pela vida toda. Aos quinze, conheci Fernando, que também jurou ser meu protetor para sempre. Agora, aos vinte e três anos, esses dois homens que prometeram cuidar de mim me jogaram no mar com suas próprias mãos, tudo por sua amada.
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Voltei no Tempo e Coloquei Meu Ex Traidor na Cadeia

Voltei no Tempo e Coloquei Meu Ex Traidor na Cadeia

No dia do julgamento, meu noivo, Tiago Assis, me pediu para não insistir mais na defesa da minha inocência e me pediu para assinar o acordo de confissão. — Eu sei que você é inocente, mas a Barbara está grávida de um filho meu. Eu não posso deixá-la ir para a cadeia. — Ele segurou minha mão, com lágrimas nos olhos. — Mari, eu também estou fazendo isso pelo seu próprio bem. Sem hesitar, assinei o acordo de confissão. Na vida passada, eu não aceitei assumir o crime no lugar da Barbara Lins. Como resultado, não só fui para a cadeia do mesmo jeito, como também fui torturada por ordem de Tiago até ficar estéril para o resto da vida. Agora que voltei no tempo, escolhi satisfazer o desejo dele. No dia seguinte, as notícias sobre meu suposto roubo de informações confidenciais se espalharam por todos os lugares. Barbara chegou a se apresentar como testemunha: — Sim, foi ela! Eu vi ela invadindo o Grupo Lopes com meus próprios olhos! Mas, à tarde, na audiência, o denunciante, Ricardo Lopes, retirou o processo e desistiu da ação. Sob os olhares surpresos de todos, ele tirou um anel de diamante e se ajoelhou diante de mim. — Mari, você aceita se casar comigo?
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