O Despertar da Loba e o Beijo do Vampiro
A culpa, que sempre me assombrou, agora se mistura com uma fúria fria contra as criaturas que nos aterrorizaram por tanto tempo.
Continuo correndo, gritando, gesticulando, matando os lobos que cruzam meu caminho. Um sorriso selvagem se estampa em meu rosto. Adoro isso. Morram, seus bichos nojentos! Mas então, no meio da carnificina, meus olhos encontram uma cena que me paralisa. Adrian. Um lobo o ataca, suas presas afiadas cravando em sua carne. Um grito de puro desespero rasga minha garganta, e no mesmo instante, várias cabeças explodem ao meu redor, uma sinfonia macabra de estilhaços e sangue lupino.