A BABÁ DA MINHA SOBRINHA
Uma tensão baixa, pesada, concentrada.
Forte, mas perigosamente excitante.
É o tipo de desejo que nasce da obsessão, da carne.
Do controle, não da urgência.
Do querer ter, do querer tocar.
Eu quero que ela me veja com entrega, sem defesas, sem cálculo.
Quero que ela me olhe como se eu fosse o único ponto fixo em um mundo instável.
Quero que ela escolha ficar — não por contrato, não por responsabilidade — mas porque algo nela não consegue ir embora.