Uma Doce Vingança
Seus beijos tinham o gosto daquele suco que ele já havia me dado para provar muitas vezes, minha própria umidade, a frieza do metal passando pela minha pele me fazia tremer.
- Ahhhh, me solte! – exigi entre gemidos.
- É isso que você quer? – Ele murmurou em meu ouvido.
- Sim, me solte agora!
Senti a frieza do metal em meu âmago, andando de um lado para o outro, minhas pernas se abriram mais, minha cintura começou a dançar, eu ia explodir de novo.