로그인Isabella despediu-se de Enrico depois de mais alguns minutos de conversa. O patriarca desejou-lhe sorte com Salvatore e lembrou que os sentimentos precisavam de tempo para amadurecer. Ela agradeceu o carinho, ajeitou a bolsa no ombro e saiu do escritório com a intenção de voltar para casa. Sentia-se mais leve por ter admitido que estava apaixonada, mas ainda carregava a insegurança de não saber se algum dia seria correspondida.Ao chegar ao corredor, percebeu Franz parado perto de uma das janelas. Ele parecia distraído, com as mãos nos bolsos e o olhar perdido na movimentação da rua. Isabella abriu um sorriso ao reconhecê-lo, surpresa por encontrá-lo ali. Desde o jantar, vinha pensando no amigo de Salvatore e no beijo acidental que os dois haviam compartilhado. Não sabia explicar por que aquela lembrança ainda provocava um constrangimento tão vivo, mas tentou agir naturalmente.Franz percebeu sua presença e se virou. Por um instante, pensou em simplesmente cumprimentá-la e ir embora.
Isabella chegou à empresa dos Rinaldi naquela tarde com um sorriso discreto nos lábios. Havia acabado de passar algumas horas com Salvatore, e a lembrança do encontro ainda aquecia seu coração. Os dois tinham almoçado juntos e conversado sobre assuntos cotidianos, compartilhando momentos agradáveis que, para ela, começavam a adquirir um significado cada vez mais profundo. Salvatore continuava tratando-a com a gentileza habitual, sem demonstrar qualquer intenção romântica, mas Isabella se agarrava à esperança de que, com o tempo, ele pudesse enxergá-la de outra maneira.Antes de ir para casa, decidira visitar Enrico. O patriarca sempre demonstrara satisfação com a aproximação entre ela e o neto, e Isabella sentia que poderia conversar abertamente com ele sobre o que estava acontecendo. Além disso, queria compartilhar seus sentimentos com alguém que conhecia Salvatore desde a infância e talvez pudesse ajudá-la a compreender melhor aquele homem tão reservado.Ao chegar à recepção, descob
Isabella passou boa parte da manhã pensando no passeio que havia feito com Franz. Desde que acordara, as lembranças da noite anterior insistiam em voltar, principalmente o instante em que ele tocara sua mão durante o jantar e o beijo acidental que acontecera diante de sua casa. Ela ainda sentia vergonha ao recordar a maneira como os dois haviam ficado surpresos, sem saber exatamente o que dizer. Franz fora gentil, não fizera qualquer comentário inconveniente e se despedira como se nada de extraordinário tivesse acontecido. Mesmo assim, havia alguma coisa naquele encontro que continuava despertando sua curiosidade.Sentada perto da janela, Isabella pegou o celular e decidiu ligar para Chiara. Precisava conversar com alguém em quem confiasse, e a prima de Salvatore sempre demonstrara uma capacidade especial de escutá-la sem julgamentos. Quando Chiara atendeu, Isabella começou contando sobre o passeio por Berlim, os lugares que Franz lhe mostrara e o jantar agradável que haviam compartil
Franz acordou naquela manhã com Isabella nos pensamentos. Desde o passeio que haviam feito juntos, não conseguia recordar a noite anterior sem deixar escapar um sorriso. As lembranças pareciam acompanhá-lo desde o momento em que abrira os olhos azuis, o jeito espontâneo dela, as risadas durante o jantar, a conversa que se prolongara sem que nenhum dos dois percebesse o tempo passar e, principalmente, o beijo acidental na despedida.Ele ainda conseguia se lembrar da expressão envergonhada de Isabella quando os lábios dos dois se esbarraram. Ela havia pedido desculpas imediatamente, visivelmente constrangida, enquanto ele tentava tranquilizá-la para que não se sentisse ainda pior. Naquele instante, Franz também ficara sem jeito, mas a verdade era que havia gostado da proximidade inesperada. Mesmo tendo durado apenas um segundo, aquele pequeno acontecimento tornara a despedida inesquecível.Enquanto se preparava para sair, Franz percebeu que estava pensando demais no que havia acontecido
Franz havia passado boa parte daquela semana pensando no passeio que combinara com Isabella. Desde que ela aceitara seu convite, ele procurava organizar os detalhes para que a tarde fosse agradável, sem transformar o encontro em algo formal ou criar expectativas que pudessem deixá-la desconfortável. Queria apenas aproveitar a oportunidade de conhecê-la melhor, longe dos compromissos familiares e da movimentação habitual da mansão dos Rinaldi.Naquela tarde, os dois se encontraram e começaram o passeio por alguns lugares de Berlim que Franz acreditava que Isabella gostaria de conhecer. Ele escolheu locais agradáveis, onde poderiam caminhar tranquilamente, observar a arquitetura e conversar sem pressa. Isabella demonstrou curiosidade desde o início, interessando-se pelas histórias que ele contava sobre determinados pontos da cidade e fazendo perguntas sempre que alguma coisa chamava sua atenção.Franz ficou satisfeito ao perceber que ela estava se divertindo. Não precisava inventar assu
Nos últimos dias, os encontros entre Isabella e Salvatore haviam se tornado parte da rotina dos dois. Os almoços já não precisavam de grandes preparativos, e as conversas aconteciam com a naturalidade de quem se conhecia havia muito tempo. Para Salvatore, aquela convivência era uma maneira agradável de passar algumas horas longe das preocupações dos negócios. Para Isabella, entretanto, cada encontro começava a despertar sentimentos que ela já não conseguia ignorar com a mesma facilidade.Naquela tarde, os dois haviam combinado de almoçar em um restaurante que Salvatore conhecia havia anos. Isabella chegou primeiro e escolheu uma mesa próxima à janela, aproveitando os minutos de espera para observar o movimento das ruas de Berlim. Quando ele apareceu, cumprimentou-a com um sorriso e se sentou diante dela, demonstrando a mesma tranquilidade dos encontros anteriores.Depois de fazerem os pedidos, começaram a conversar sobre a semana. Salvatore comentou que estava envolvido em algumas neg







