LOGINDenovon recostou-se na cadeira, os dedos batendo levemente no braço enquanto observava Emily sair do seu escritório. Havia algo nela—algo silencioso, mas forte—que permanecia mesmo depois que ela deixou a sala.Nesse momento, seu telefone tocou.Ele olhou para a tela.Avô.Ele suspirou e atendeu.Denovon: "Vovô."Avô (rindo):"Ah! Como é se sentar na grande cadeira agora, Presidente Rowland?"Denovon:"Parece... normal. Trabalho é trabalho."Avô:"Não tente parecer durão comigo, garoto. Eu sei que isso te anima. Eu construí aquela empresa com meu suor. É melhor você cuidar dela."Denovon (com um leve sorriso):"Vou cuidar. Eu pretendo."Houve uma breve pausa antes do verdadeiro assunto começar.Avô:"E agora que o trabalho está indo bem, quando você vai se casar?"Denovon (suspira):"Vovô..."Avô (interrompendo):"Sem desculpas. Você tem trinta anos, Denovon. Você cuidou dos negócios na América, agora está comandando a Rowland. E depois? Quer que eu carregue bisnetos apoiado numa beng
Emily ficou em frente à grande porta do escritório com o coração disparado.Ela havia sido chamada pelo Sr. Rowland—Denovon—logo depois que a reunião terminou.Ela respirou fundo, ajeitou a blusa e bateu à porta."Entre", disse sua voz profunda de dentro.Ela abriu a porta e entrou lentamente.O escritório era grandioso, elegante e silencioso demais.Denovon estava sentado atrás de uma ampla mesa preta, recostado na cadeira, um braço apoiado no braço da cadeira enquanto o outro segurava uma caneta que ele girava suavemente entre os dedos.Ele ergueu o olhar para ela com olhos calmos e ilegíveis.Emily limpou a garganta e tentou soar profissional."Sr. Rowland."Ele não respondeu imediatamente. Apenas a encarou por alguns segundos antes de fazer um gesto em direção à cadeira à sua frente."Sente-se."Ela caminhou até lá e se sentou, pernas cruzadas, mãos firmemente juntas no colo.Denovon se inclinou para frente, colocando a caneta sobre a mesa."Você está nervosa.""Eu não estou", Emi
Emily entrou no alto edifício de vidro da Rowland Corporation, sua mente totalmente focada na grande apresentação que estava por vir. Ela segurava seu arquivo com força e respirou fundo. Eu não posso estragar isso.Ela caminhou direto para o elevador, seus saltos ecoando suavemente no chão. Quando as portas se abriram, ela parou no lugar.Denovon.Ele estava ali sozinho, impecável em um terno preto sob medida, uma mão no bolso. Sua expressão era ilegível, mas calma—como sempre. Ele ergueu o olhar e a viu parada na porta."Você vai entrar?" ele perguntou naquela voz fria.Emily voltou a si, envergonhada. "Oh, uh… sim." Ela entrou rapidamente, ficando ao lado dele, mas não muito perto."Bom dia", disse educadamente, com a voz baixa."Bom dia", ele respondeu, sem olhar para ela.O silêncio preencheu o elevador, pesado, mas não desconfortável.Emily tentou agir normalmente, mas por dentro estava se perguntando mil coisas. O que ele está fazendo aqui? Ele está apenas visitando? Uma reunião
O carro preto elegante parou em frente ao famoso bar de clube VIP da cidade. Quando o motorista saiu, Denovon desceu, ajeitando os botões da camisa e ajustando as mangas. Seu rosto estava frio e sério—como sempre."Leve o carro de volta", disse ao motorista."Sim, senhor", o homem respondeu com um aceno antes de sair dirigindo.Denovon seguiu para dentro com passos firmes. Cada passo era confiante, preciso e cheio de propósito. Qualquer um que o visse pensaria que ele estava entrando em um campo de batalha, não em um bar.Mas, por outro lado, Denovon Rowland sempre foi assim. Frio. Focado. E perigosamente bonito.Ele caminhou direto para a área privada do clube, onde três homens já estavam esperando. Seus amigos mais próximos.No momento em que ele entrou na sala, risadas explodiram."Ei! Olha quem finalmente apareceu depois de desaparecer como um fantasma", disse Leo, o mais brincalhão do grupo."Tem certeza de que isso é um bar e não uma reunião de negócios?" brincou Mason, olhando
A porta da frente se abriu com um leve rangido quando Evelyn entrou na sala de estar, ainda abalada, com os olhos vermelhos e inchados. Sua maquiagem estava borrada pelas lágrimas que ela derramou durante todo o caminho para casa.Sua mãe, Sra. Carter, levantou o olhar do sofá, franzindo a testa."Evelyn? O que aconteceu com você?"Evelyn deixou a bolsa cair no chão e caminhou lentamente até eles como uma criança ferida. "Mãe… Pai… vocês não vão acreditar no que Emily fez comigo hoje."O Sr. Carter desligou a TV e olhou para ela seriamente. "O que aconteceu?""Ela… ela me empurrou", disse Evelyn, fungando enquanto se sentava, "na frente de todo mundo no shopping. Eu tentei falar com ela com gentileza… até a chamei de mana. Mas ela gritou comigo e me empurrou no chão!"A Sra. Carter ofegou. "Ela fez o quê?!""Ela fez um escândalo, mãe. Ela deu um tapa forte em Julie em público. Todo mundo estava olhando para nós como se fôssemos criminosas. E quando tentei defendê-la… ela agiu como se
Emily ficou de pé, sua voz calma, mas cheia de força."Já se passaram três meses desde que tudo aconteceu", disse friamente."Eu nunca vim atrás de vocês, então não venham atrás de mim.""Fiquem bem longe de mim. Não me obriguem a lidar com vocês duas.""Só porque decidi deixar isso para trás não significa que eu sou fraca.""Este é o seu único aviso."Com isso, ela se virou e começou a se afastar, deixando todos congelados em choque.Julie foi a primeira a reagir, o rosto queimando de raiva."Vadia, você acabou de me dar um tapa?!" ela gritou e avançou para agarrar Emily.Mas antes que pudesse alcançá-la, uma mão forte segurou o braço de Julie — um segurança."Solte-me!" Julie gritou, lutando desesperadamente."Sua vadia, onde você pensa que vai?! Volte aqui! Como ousa me dar um tapa!"Emily não olhou para trás. Continuou andando, mesmo que seu peito doesse. Seu rosto ficou pálido com o peso de tudo — a dor, a traição, as memórias.Assim que chegou à porta do shopping, ela parou de r