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Capítulo 275

Author: Sem Asas
Henrique assentiu, acompanhando o raciocínio dela.

— É... Típico filhinho da mamãe.

Carolina virou o rosto para encará-lo.

— Se fosse você, o que faria?

Henrique respondeu sem hesitar:

— Eu contrataria alguém para cuidar da minha mãe e manteria minha esposa e meu filho ao meu lado. Ou então levaria todo mundo comigo. Não deixaria ninguém para trás.

— Exatamente. É assim que um homem de verdade pensa.

Quanto mais Carolina refletia, mais estranha aquela história lhe parecia. Em voz baixa, murmurou
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    De manhã cedo, a luz do sol inundava a varanda e atravessava a cortina, espalhando claridade por todo o quarto.Carolina despertou devagar, ainda sonolenta, e estendeu a mão para o lado na cama grande.Estava frio.Vazio.Ela abriu os olhos, olhou em volta e se sentou, abraçando o lençol contra o corpo. Só então percebeu que Henrique já não estava mais no quarto.O celular estava sobre a mesa de cabeceira. Ela o pegou e viu as horas.10h08.Henrique já devia estar no trabalho.Quanto a ela, não precisava bater ponto nem tinha horário fixo. Se não houvesse nada urgente, podia muito bem dormir até acordar sozinha e só depois ir ao escritório.Carolina afastou o lençol e saiu da cama. Reparou que as roupas espalhadas pelo chão já tinham sido recolhidas. Depois, foi até o banheiro se arrumar.Parada diante do espelho, viu o próprio reflexo.Sobre a pele clara, havia marcas de beijo por toda parte.Bastava um olhar para entender o quanto Henrique tinha sido intenso na noite anterior.Com a

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    Henrique assentiu, acompanhando o raciocínio dela.— É... Típico filhinho da mamãe.Carolina virou o rosto para encará-lo.— Se fosse você, o que faria?Henrique respondeu sem hesitar:— Eu contrataria alguém para cuidar da minha mãe e manteria minha esposa e meu filho ao meu lado. Ou então levaria todo mundo comigo. Não deixaria ninguém para trás.— Exatamente. É assim que um homem de verdade pensa.Quanto mais Carolina refletia, mais estranha aquela história lhe parecia. Em voz baixa, murmurou:— O Leandro com certeza está escondendo alguma coisa.Pelo resto do caminho, ela continuou de mau humor.Quando o carro parou em frente ao escritório, Carolina soltou o cinto.— Obrigada.Desceu, fechou a porta e contornou a frente do carro, seguindo em direção ao prédio.— Carolina.Henrique a chamou.Ela se virou, estranhando vê-lo ainda ali, no banco do motorista.Com o cotovelo apoiado na janela e o corpo levemente inclinado para fora, ele ergueu a mão num aceno.— Tchau. Te vejo mais tard

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