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Primeiro orgasmo

作者: D'Leosha
last update 公開日: 2026-09-05 04:52:43

Depois do que havia acontecido com Joseph, Pietro finalmente voltou. Encontrei-o no jardim e tentei agir normalmente, embora minha cabeça estivesse completamente confusa.

— Sara, aconteceu alguma coisa?

— Não. Só estou cansada.

Ele percebeu que eu estava diferente, mas não insistiu. Em vez disso, sentou-se ao meu lado, segurou minha mão e começou a conversar sobre coisas simples. Aos poucos, consegui relaxar novamente.

Passamos o restante da tarde juntos, caminhando pela propriedade, conversando e aproveitando aquele raro momento longe das preocupações.

Quando encontramos Eleonora novamente, porém, a tranquilidade acabou.

— Sara, posso perguntar uma coisa? Você já se relacionou com alguém de uma família tão rica quanto a nossa?

— Não. Pietro é o primeiro.

— Então você ainda precisa aprender algumas coisas. Dinheiro é importante, querida. Faz parte da vida.

— Eu sei. Mas não estou com Pietro pelo dinheiro.

Ela me observou por alguns segundos.

— Esse tipo de pensamento é um pouco fraco. Espero que amadureça.

Antes que eu pudesse responder, Pietro interveio.

— Mãe, isso não é da sua conta.

— Pietro...

— Não. Já chega. Você não vai continuar questionando nosso relacionamento.

Ele segurou minha mão.

— Se continuar se metendo dessa maneira, nossa convivência vai ficar desagradável.

Eleonora ficou em silêncio.

Eu também.

Mas, naquele momento, senti algo que precisava sentir desde que havia chegado àquela casa: proteção.

---

Mais tarde, Pietro e eu fomos para a cozinha.

Tentei fazê-lo experimentar algo que ele nunca havia provado.

— Doce de leite talhado.

— Parece complicado.

— Não é. Só demora.

Passamos um bom tempo preparando a sobremesa juntos. Entre risadas, pequenas provocações e algumas tentativas desastrosas de seguir a receita, finalmente conseguimos.

Quando provamos, Pietro abriu um sorriso.

— Valeu a pena esperar.

Joseph apareceu pouco depois.

— O que vocês fizeram?

— Doce de leite.

— Posso experimentar?

Eu relutei por um instante, mas acabei aceitando.

— Claro...

Ele provou e pareceu genuinamente interessado.

— Gostei.

Então o telefone de Pietro tocou.

Sua expressão mudou.

— Preciso resolver uma coisa.

Ele atendeu e falou em italiano.

— Devo occuparmi di una persona fastidiosa... eliminare qualche ratto.

Joseph respondeu em italiano:

— I ratti sono già stati eliminati. Bisogna solo cercarli nel tombino.

Eu não entendi absolutamente nada.

Pietro desligou, sério.

Beijou minha testa.

— Já volto.

E saiu.

Fiquei sozinha com Joseph.

Tentei acompanhá-lo apenas porque não queria permanecer parada naquele ambiente.

Ele começou a falar sobre o doce.

— Poderia ter colocado mais açúcar.

— Eu gostei assim.

— Eu ainda faria diferente.

Continuamos caminhando.

Quando chegamos à escada que levava aos quartos, Joseph segurou minha mão.

— Espera.

Virei-me.

Ele me encarou.

— Meu irmão é muito gentil com você, não é?

— É.

— Romântico. Cuidadoso. Sempre preocupado em fazer tudo do jeito certo.

— Sim.

Joseph aproximou-se.

Quando ele se aproximou o suficiente para nossos corpos se tocarem, eu senti seu corpo pressionado contra o meu, e aquela proximidade fez meu coração disparar.

Ele abaixou a voz.

— Você sabe que eu não sou como ele.

— Joseph...

— Você tenta esconder o que realmente quer. Mas eu consigo enxergar.

Ele continuou, com aquela segurança irritante.

— Você pode fingir que é delicada, equilibrada e completamente satisfeita com a vida que tem. Mas eu não acredito nisso.

Meu rosto queimava.

— Você não sabe nada sobre mim.

— Sei que existe uma parte sua que quer ser desejada de outra maneira.

Ele aproximou os lábios do meu ouvido.

— No fundo, eu sei que você é uma putinha que anseia por ser feita de puta. Que sua buceta ferve de tesão só em pensar naquele carinho, ser substituído pela brutalidade de um toque intenso. De deixar seu corpo totalmente dolorido e preenchida por dentro.

Meu corpo inteiro ficou tenso.

— Você é um escroto! Você não sabe de nada e eu não te dei intimidade para falar assim comigo!

Joseph sorriu, se aproximando ainda mais. Eu senti seu corpo colar no meu. Sentindo seu tesão e desejo... O pau dele estava tão duro e latejante que eu sentia ele pulsar entre as minhas pernas, sentindo o toque dele... Até mesmo ele alisando meu corpo e pegando na minha bunda...

— Venha ao meu quarto hoje à noite, eu farei seu sonho ser realidade. Quero sentir você gozar enquanto é feita de puta.

Ele se afastou, deixando-me completamente desconcertada.

Então deu um tapa rápido em minha bunda antes de seguir para o próprio quarto.

Fiquei imóvel.

Não sabia se estava com raiva, vergonha ou simplesmente confusa.

---

Mais tarde, voltei para o quarto de Pietro.

Eu estava exausta.

Deitei-me e, depois de algum tempo, adormeci.

Tive um sonho estranho.

Joseph estava nele.

Sua voz, seu olhar e suas provocações misturavam-se à minha própria imaginação de uma maneira que me deixou completamente perturbada.

Acordei assustada.

Minha respiração estava acelerada.

Meu corpo havia reagido ao sonho de uma forma que me deixou constrangida. Nunca tinha sentido minha buceta tão molhada... A ponto de manchar os lençóis.

Eu ainda tentava recuperar o controle quando ouvi a porta.

Pietro havia voltado.

— Sara?

Olhei para ele.

Naquele instante, senti uma necessidade enorme de me aproximar dele.

Levantei-me e o beijei.

Pietro correspondeu imediatamente.

Ele continuava sendo gentil, carinhoso e cuidadoso, mas naquela noite eu estava diferente.

Muito diferente.

Eu queria mais.

Queria intensidade.

Queria que ele percebesse que havia alguma coisa dentro de mim que eu mesma não conseguia compreender.

— Pietro...

— O que foi?

— Não para.

Ele me abraçou.

— Eu não vou parar.

A noite avançou entre beijos, carícias e uma intimidade muito mais intensa do que a habitual.

Eu me entreguei de uma maneira que nunca havia feito antes.

— Mais...

Pietro me olhou surpreso.

— Assim?

Assenti.

— Sim! Vai, me fode, amor!!!

Por um instante, senti seu rosto gelar e seus olhos se arregalarem... Nunca tinha acontecido aquilo, mas ele não disse nada e eu não conseguia me controlar.

A intensidade daquela noite me assustava.

Eu mesma não reconhecia aquela versão de mim.

---

Quando tudo terminou, Pietro adormeceu rapidamente.

Eu permaneci acordada.

Olhei para ele.

O homem que eu amava estava ao meu lado.

Mas minha mente continuava em outro lugar.

Joseph.

As palavras dele.

Aquela confiança absurda.

Aquela maneira de falar como se soubesse exatamente o que existia dentro de mim.

Eu estava furiosa.

Levantei-me.

Coloquei um robe e saí do quarto.

Caminhei pelo corredor até chegar à porta de Joseph.

Não bati.

Entrei.

Ele estava deitado na cama, sem camisa, coberto apenas parcialmente pelo lençol.

Quando seus olhos encontraram os meus, ele sorriu.

Minha raiva desapareceu por um segundo.

— Eu vim dizer que você não deveria ter feito aquilo.

Minha voz saiu mais baixa do que eu queria.

— Aquilo o quê?

— Você sabe.

— Então por que veio até aqui?

— Porque eu queria deixar claro que não vai acontecer novamente.

Joseph se levantou... Ele estava completamente nu, além de já estar de pau duro... Mesmo sem querer, consegui ver ele pulsando... Levantei os olhos rapidamente e desviei o olhar.

— Então você veio até meu quarto no meio da noite apenas para dizer que não quer?

— Exatamente.

Ele continuou se aproximando.

— Tem certeza?

— Ten... Tenho.

— Então olha para mim e diz.

Tentei.

Não consegui.

Joseph sorriu.

— Foi o que pensei.

— Não significa nada.

— Claro.

Ele parou diante de mim, pegando em minha mão. Diferente de Pietro, que seria gentil e sem pressa, ele colocou minha mão diretamente em seu pau... Me fazendo sentir seu desejo e tesão... Eu não conseguia nem reagir, por mais que quisesse.

— Você sente isso? Sente esse desejo, é? Vai dizer que não tá doida pra sentir eu fodendo sua boca, fazendo você engasgar, só pra depois ser fodida como puta.

Meu coração disparou.

— N... Não, isso não é verdade.

A tensão entre nós aumentou.

Por alguns segundos, nenhum dos dois disse nada.

Então Joseph se aproximou.

Ele me beijou de uma forma totalmente diferente... Suas mãos exploravam meu corpo, pegando em meus seios, bunda, apertando, batendo, até em minha buceta ele tocou, fazendo questão de enfiar aqueles dedos em mim que quase me fizeram gemer...

Meu corpo reagiu antes que minha razão conseguisse impedir.

Foi exatamente isso que me assustou.

Empurrei-o.

— Não!

Saí correndo.

Voltei para o quarto de Pietro e me deitei ao lado dele.

Ele continuava dormindo.

Fechei os olhos, tentando pensar nele. Eu comecei a me masturbar incontrolavelmente, de um jeito que nunca fiz. Chamando por Pietro em meus desejos. Pensando nele.

No homem que eu amava.

No homem que sempre havia me tratado com carinho.

Mas minha mente insistia em voltar para Joseph.

E quanto mais eu tentava expulsá-lo dos meus pensamentos, mais difícil se tornava.

Eu acabei tendo o orgasmo mais intenso da minha vida, mas, sem perceber, acabei sussurrando o nome de Joseph enquanto tinha esse momento de prazer...

Eu preciso sair dessa casa, antes que seja tarde demais...

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