LOGINEle me envolveu em seus braços, alisando o meu corpo por inteiro... Eu podia sentir: era o meu homem ali! E, por mais que eu quisesse, era fraca demais para resistir a seus toques.
Então, ele começou a mexer seu corpo no meu, nos envolvendo completamente. Eu nem sequer conseguia lembrar ou perceber o que estava acontecendo ao redor; meus olhos e meu foco estavam somente naquele homem. Em certo momento, os movimentos se tornaram mais intensos. Eu o vi tirar sua gravata e, em seguida, usá-la para amarrar minhas mãos para trás da cadeira em que eu estava. Agora, eu estava totalmente submissa e entregue a ele, sem chance de reagir. Foi quando senti suas mãos explorando meu corpo enquanto dançava sensualmente por cima de mim, alisando seu corpo no meu... Dava para sentir seu pau duro e pulsando por dentro da roupa. Suas mãos tocavam meus seios, meu pescoço e meus lábios. Ele agarrava e puxava minha cintura para que eu sentisse seu corpo ainda mais próximo. Deslizava seus dedos entre meu vestido, subindo a mão pela minha perna, até tocar em minha buceta por cima da calcinha que, a essa altura, já estava encharcada, depois de alguém passar 1 mês desejando os toques de seu homem. Em seguida, ele tirou o terno, ficando só com a camisa social. Por baixo dela, eu sabia que estava aquele corpo musculoso e cheio de pelos. O que me deixava ainda mais doida era aquele peito sarado... Com alguns pelinhos ainda. Nossa, eu mal conseguia resistir. — Amor... Assim eu não aguento. Precisamos... Já aguentamos quase 1 mês, falta só 2 dias... Ele não me respondeu e, pior, ainda por cima me vendou... Ele nunca tinha feito aquilo, e isso foi me deixando doida. Eu não conseguia resistir. Foi quando o senti soltando minhas mãos, apenas para me pegar em seu colo, fazendo-me cruzar as pernas em suas costas. Ele me levou até o quarto, onde me jogou na cama, e eu só consegui ouvir o cinto dele sendo retirado. — Não, amor, ainda não... Vamos esperar só mais um pouco. E ele continuava tirando a roupa, fazendo questão de esfregar minha mão pelo seu corpo, até mesmo me fazendo pegar em seu pau sobre a cueca, fazendo-me alisá-lo. Enquanto eu apertava aquele pau grosso, eu mentia com a boca: — Eu não quero, amor... Eu quero esperar mais um pouco. Não conseguia resistir. Tentava de todas as formas, mas o corpo falava mais alto... Foi quando senti uma coisa totalmente diferente do que já tinha experimentado. Ele tirou meu vestido e o sutiã, soltando-o com uma mão só, mas a maior surpresa veio em seguida. Ao invés de retirar minha calcinha, ele a rasgou, arrancando-a de mim e me virando, dando um tapa na minha bunda que a deixou vermelha na hora. Mal deu tempo de dizer qualquer coisa, e eu já senti suas mãos me puxando pela cintura, fazendo-me sentir aquele pau duro pulsando na minha bunda. — Amor... Nossa, o que... Mal deu tempo de responder algo, e ele me vendou... O que era aquilo? Um mês foi o suficiente para deixá-lo assim? O que tinha acontecido com ele... Eu não sabia, mas não conseguia resistir. O tesão que senti naquele momento foi tão grande que acabei gemendo, só para sentir sua mão tapar minha boca e, finalmente, seus lábios beijando e mordendo meu pescoço. Ele me virou e, em seguida, me beijou por inteira, explorando meu corpo com sua boca. Quando chegou em minha buceta... Eu gozei como nunca... Aquele homem certamente tinha mudado! Em seguida, senti ele me pegando entre seus braços e me pondo de joelhos, amarrada com as mãos para trás, e senti seu pau preenchendo minha boca... Eu comecei a chupá-lo lentamente, como ele sempre gostou, mas isso rapidamente foi interrompido por ele forçar seu pau contra a minha garganta... Ele começou a foder minha boca com tanta vontade que, enquanto engasgava sem parar, lágrimas escorriam de meus olhos... Eu não sei o motivo, mas aquilo me deixou com ainda mais tesão. Ele fodia minha boca enquanto segurava minha cabeça, controlando todo o movimento e me deixando ali, sendo usada por ele. Quando finalmente parou, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele me jogou na cama, me deixando de quatro, e colocou algo em meu pescoço, como uma coleira. Então, começou a foder minha buceta com força, fazendo-me ficar empinada para ele, enquanto me puxava como uma boa cadelinha. Eu sentia suas mãos batendo em minha bunda, seu pau preenchendo minha buceta com vontade... Até mesmo pisando em minha cabeça só para ir ainda mais fundo! Eu mal conseguia pensar. Só conseguia gritar e gemer como nunca, gozando sem parar enquanto sentia suas estocadas. Ele me virou em seguida e mordia meus seios enquanto enfiava seu pau fundo na minha buceta, apertando meu pescoço e até mesmo batendo em meu rosto... Aquilo durou horas e horas. Eu mal conseguia pensar, somente sentir seu pau e gemer, sendo totalmente entregue a ele e a seus desejos, sendo usada como seu brinquedo de prazer. Quando ele finalmente tirou e enfiou novamente em minha boca, gozando tanto que me fez engasgar mais uma vez. Eu não tinha forças nem para me mover naquele colchão molhado. Quando percebi, já tinha apagado, feliz. Pietro me deu um prazer que jamais senti e, agora, mais do que nunca, sei que casarei com o melhor homem possível.Ele me envolveu em seus braços, alisando o meu corpo por inteiro... Eu podia sentir: era o meu homem ali! E, por mais que eu quisesse, era fraca demais para resistir a seus toques.Então, ele começou a mexer seu corpo no meu, nos envolvendo completamente. Eu nem sequer conseguia lembrar ou perceber o que estava acontecendo ao redor; meus olhos e meu foco estavam somente naquele homem.Em certo momento, os movimentos se tornaram mais intensos. Eu o vi tirar sua gravata e, em seguida, usá-la para amarrar minhas mãos para trás da cadeira em que eu estava. Agora, eu estava totalmente submissa e entregue a ele, sem chance de reagir.Foi quando senti suas mãos explorando meu corpo enquanto dançava sensualmente por cima de mim, alisando seu corpo no meu... Dava para sentir seu pau duro e pulsando por dentro da roupa.Suas mãos tocavam meus seios, meu pescoço e meus lábios. Ele agarrava e puxava minha cintura para que eu sentisse seu corpo ainda mais próximo. Deslizava seus dedos entre meu ve
Faltavam poucos dias para o casamento.Todos já estavam na Itália, e eu estava cada vez mais nervosa.Depois de experimentar dezenas de vestidos, tanto no Brasil quanto na Itália, finalmente havia escolhido o primeiro. Aquele vestido de seda e renda que havia conquistado minha atenção desde o começo tinha sido o vencedor.As madrinhas usariam verde-escuro, em homenagem à família Bellini e ao seu tradicional brasão. Os padrinhos também usariam verde, mas em uma tonalidade mais clara e suave.Tudo estava praticamente pronto.Até que Pietro me ligou.— Amor, você precisa fazer uma despedida de solteira.— Preciso?— Sim.Ele parecia estranhamente animado.— Você também vai fazer?— Vou. Já planejei algumas coisas com os meus amigos.— Então por que está tão preocupado com a minha?— Porque eu só vou fazer se você fizer.Fiquei alguns segundos em silêncio.— Está bem. Eu faço.Eu não fazia ideia do que ele havia planejado.Algumas horas depois, meu apartamento começou a ficar cheio de mul
Passou-se mais um mês e meio.Faltavam cerca de dois meses e meio para o casamento quando eu e Pietro viajamos para a Itália.Precisávamos resolver tudo que não poderia ser feito no Brasil.Comida, doces, bebidas, decoração e os últimos detalhes da festa precisavam ser escolhidos diretamente lá. E, pela quantidade de coisas que ainda precisávamos decidir, percebemos que seria melhor passar aquele período juntos na Itália.Foi uma das melhores decisões que tomamos.Pietro aproveitou para me mostrar lugares que conhecia desde muito antes de me conhecer.Visitamos vinhedos, experimentamos diferentes vinhos e escolhemos algumas das bebidas que seriam servidas no casamento. A família Bellini tinha parceria com alguns produtores locais, então parte dos vinhos seria fornecida por eles.Também passamos dias experimentando doces, salgados e pratos que poderiam fazer parte da festa.E, claro, eu e Pietro discutimos novamente sobre a quantidade de doces.— Ainda acho que vinte tipos é exagero.—
Alguns dias se passaram desde a escolha do vestido.Eu estava no trabalho quando liguei para Pietro.— Amor, posso te perguntar uma coisa? O que aconteceu naquele dia em que você me ligou?Dessa vez, não havia aquele barulho absurdo de várias pessoas falando ao mesmo tempo.Pietro riu.— Eu estava escolhendo meu terno com alguns amigos.— E?— E... as coisas saíram um pouco do controle.— Como assim?Ele explicou que, depois de escolher algumas opções, os amigos decidiram parar para assistir a um jogo de futebol que estava acontecendo. Eles ouviram a gritaria de um bar próximo, entraram para ver e, quando perceberam, estavam bebendo, torcendo e se divertindo.O mais engraçado era que eles nem sabiam direito quem estava jogando.Muito menos conheciam os jogadores.No fim, Pietro ainda tinha feito amizade com algumas pessoas do bar.Fiquei alguns segundos olhando para o telefone.Meu Deus... o que aconteceu com esse homem?Mas, apesar de tudo, eu estava feliz por ele estar se divertindo
— Cala a boca as duas! O casamento é dela!A voz de Paulo fez todo mundo parar.Olhei para ele, surpresa, enquanto minha mãe e Eleonora ficaram em silêncio por alguns segundos.Eu tentei manter a seriedade, mas não consegui. Acabei soltando uma risada.Paulo veio até mim, me abraçou e sussurrou no meu ouvido:— O que seria de você sem mim?— Muito obrigada — respondi, ainda rindo.Voltamos à escolha dos vestidos.E Paulo realmente levou sua missão a sério.Toda vez que minha mãe ou Eleonora começavam a dar uma opinião que ultrapassava o limite do razoável, ele intervinha.— Não. Próximo.— Esse não.— Minha querida, respeitosamente, ninguém perguntou.Eu precisava me controlar para não rir.Depois de algum tempo, comecei a experimentar os vestidos.Até que encontrei um que me chamou atenção.Era longo, tradicional e requintado. Não tinha excesso de brilho nem parecia exageradamente chamativo. Era feito de seda e renda, com um corte elegante que deixava o vestido delicado sem perder a
Os meses seguintes passaram muito mais rápido do que eu imaginava.Entre reuniões, escolhas, visitas e provas, eu e Pietro começamos a planejar nosso casamento.E foi durante esse período que descobri uma coisa que nunca tinha percebido completamente sobre ele: Pietro era muito mais atrapalhado do que parecia.Principalmente quando o assunto envolvia cores, roupas, decoração e moda.Ele conseguia olhar para duas tonalidades praticamente iguais e dizer que eram completamente diferentes. Às vezes, eu mostrava uma decoração e perguntava o que ele achava.— Está bonita.— Só isso?— Sim.— Você gostou da cor?Ele olhava novamente.— Que cor?Eu acabava rindo.Por isso, Pietro simplesmente passou a deixar praticamente todas essas decisões comigo.Havia, porém, uma coisa em que ele não abria mão.Os doces.Pietro era completamente apaixonado por doces.E, aparentemente, nosso casamento precisaria alimentar uma pequena cidade.— Amor, nós teremos duzentos convidados.— Eu sei.— Então por qu







