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Recomenda-se supervisãoGiselle Saavedra
“Caramba! Por favor, tem calma... o teu pau é enorme!” Mordi a almofada enquanto estava curvada, deixando o estranho deslizar o seu membro duro pela minha entrada apertada. Sim. Eu era virgem. Mas não me conseguia lembrar de como tinha ido parar àquele quarto escuro e frio com um homem cujo nome e rosto desconhecia. “És tão apertada!”, disse o homem, segurando a minha cintura enquanto continuava a enfiar o seu membro em mim. Eu praticamente babava-me, com os olhos a revirar, enquanto ele começava a fazer movimentos de vai e vem na minha intimidade. “Empurra mais fundo”, gemi baixinho. “O quê?”, perguntou em tom de provocação. “Diz-me, o que devo empurrar?” As lágrimas brotavam-me dos olhos, mas a sensação era tão prazerosa que respondi: “O teu pau... enterra-o bem fundo na minha cona, enfia tudo, por favor; fodes tão bem!” Ouvi um risinho baixo, mas logo de seguida lambeu-me o pescoço, apertou-me os dois mamilos e começou a estocar rapidamente. Quase me esquecia do meu próprio nome com a intensidade das estocadas; sentia-me completamente preenchida pela grossura do membro dele — não sou especialista em medidas, mas estimei que tivesse cerca de dezoito centímetros. “Vou gozar”, sussurrou. Ele estocou ainda mais rápido na minha cona até eu atingir o clímax primeiro; de repente, começou a esfregar o meu clitóris com rapidez enquanto enfiava e tirava o pau incansavelmente. “Ahhhh!”, gritei. Parou abruptamente e enterrou-se profundamente em mim, sussurrando: “És tão gostosa.” Ofegante pelo prazer intenso e pela exaustão, senti-o abraçar-me; deixei que acontecesse até que ambos caíssemos no sono. No dia seguinte, doía-me o corpo todo. Olhei em redor — não era o meu quarto. Onde estou? Os meus olhos arregalaram-se quando olhei para o lado: um homem bonito, de físico atlético e musculado — e aparentemente alto — abraçava-me. Tinha a pele clara e macia, pestanas longas, nariz de ponte alta e lábios avermelhados. Engoli em seco ao perceber que estávamos os dois nus. Droga! É isso mesmo — algo aconteceu entre nós ontem à noite. E foi ele que me tirou a virgindade! Quando o homem abriu os olhos, saí da cama apressadamente e tentei tapar-me com o cobertor; ao fazê-lo, acabei por puxá-lo, revelando o seu corpo nu. Olhámos os dois para a cama e vimos uma mancha de sangue — a prova de que a pureza e a virgindade que eu tinha preservado com tanto cuidado tinham desaparecido. O meu olhar pousou no membro dele, que estava totalmente erguido. Parecia pronto para a ação novamente. Lembrei-me do prazer da noite anterior. Droga! Abanei a cabeça e procurei as minhas roupas à pressa. Enquanto se vestia, o homem sentou-se na cama, massajou a cabeça e depois voltou a olhar para mim. Respirei fundo. "Não sei porque estamos juntos agora, mas o que quer que tenha acontecido ontem à noite... vamos simplesmente esquecer, está bem? Eu estava bêbada e não estava no meu perfeito juízo. Não te preocupes; tenho a certeza de que não nos vamos voltar a ver. Adeus!" – disse eu, e depois saí a correr do quarto. Carreguei rapidamente no botão do elevador e desci para o lobby do hotel; o meu coração batia forte. O meu corpo todo doía. Eu coxeava levemente enquanto procurava uma casa de banho. Entrei numa cabine e soltei um suspiro profundo. Atirei água para a cara e os meus olhos encheram-se de lágrimas. "Como tenho azar", sussurrei. Um dia antes... Cheguei cedo ao escritório nesse dia, pois o novo gerente seria anunciado. Eu trabalhava naquela empresa de cosméticos há cinco anos, desde que me formei na faculdade. Tinha a certeza de que seria promovida, uma vez que tinha sido eleita "Melhor Funcionária" todos os anos. Aquele era o meu primeiro emprego e não planeava sair, pois tudo corria bem. O salário era bom e o chefe era amável, mas fiquei perplexa ao ver quase todos os funcionários a olharem para mim como se tivesse cometido uma ofensa terrível. Em vez de elogios, parecia que todos estavam irritados ou zangados comigo. Mas porquê? Seria uma brincadeira? Talvez estivessem a planear uma festa surpresa para mim e quisessem apenas fazer-me chorar ou levar um susto. Quando vi a Bea — uma das pessoas com quem tinha mais proximidade —, nem sequer me cumprimentou; em vez disso, levantou a cabeça e disse que o Sr. Sanchez me queria ver. Franzi o sobrolho, mas segui-a imediatamente. Assim que entrámos no gabinete do chefe, o dono da Sunisa Cosmetics — um homem calvo e corpulento — explodiu contra mim. "Como se atreve, Giselle! Eu contava consigo como alguém de confiança aqui e, no entanto, veja só o que fez! Está despedida! Vamos discutir se vamos ou não intentar uma ação contra si, por isso prepare-se!" gritou. Fiquei atónita e confusa. Eu? Despedida? Por quê? "Senhor? Como assim, despedida? Ainda na semana passada, o senhor entregou-me uma carta a felicitar-me por estar a concorrer para a vaga de nova gerente. Isto é uma brincadeira? Não tem graça nenhuma", disse eu, abanando a cabeça e soltando uma gargalhada nervosa. Mas o Sr. Sanchez continuava furioso e severo.Bea manifestou-se e disse: “Pode parar de negar que sabe o motivo? Foi a sua conta que foi sinalizada por apagar todo o conjunto de ficheiros da empresa! Você causou um problema enorme; todos os registos antigos desapareceram — até os backups foram apagados. Foi claramente intencional. E não venha dizer que não foi você; todas nós temos as nossas próprias palavras-passe. Certamente não partilhou a sua com mais ninguém, pois não?”
Os meus joelhos tremiam; assim, peguei imediatamente no portátil que estava comigo e abri-o. Os registos tinham realmente desaparecido — vendas, folha de pagamentos e detalhes sobre clientes e fornecedores, tudo tinha desaparecido. Abanei a cabeça e disse: “Não fui eu; eu nunca faria isso”, disse, à beira das lágrimas. Mas Bea retorquiu, zangada: “Porque é que tens o teu portátil aí? Não temos permissão para levar equipamento da empresa para casa, certo?” Não consegui falar de imediato. “Trouxe o portátil porque queria terminar o relatório.” “Cala a boca!” gritou o Sr. Sanchez. “Arrume as suas coisas e, se eu fosse a si, procurava um bom advogado, porque não vou deixar passar isto em branco! Saia da minha frente!” Com os olhos cheios de lágrimas, saí do gabinete do Sr. Sanchez e dirigi-me para a minha secretária. Como não tinha o hábito de deixar os artigos pessoais em cima da mesa, quase não havia nada para arrumar. Uma das estagiárias, a Vicky, aproximou-se de mim. “Sra. Giselle...” Enxuguei as lágrimas e olhei para ela. “Sim?” “Não acredito que a senhora seja capaz de fazer isto; na verdade... uma vez vi a Sra. Bea sentada na sua secretária, à procura de algo. Ela até mexeu no seu portátil — não tenho a certeza do que fez exatamente, mas saiu rapidamente... e depois... vi-a dentro da sala do Sr. Sanchez, e estavam a beijar-se. Ela é mesmo a nova gerente, de acordo com o comunicado que foi divulgado”, acrescentou Vicky. Fiquei atónita. Bea? A nova gerente? A Bea e eu éramos colegas de turma e amigas desde a faculdade; não era propriamente brilhante, embora fosse linda. Fomos contratadas na mesma altura, mas, como ela demorava um pouco a perceber as coisas, teve dificuldade em aprender o trabalho. Ao contrário de mim — que me tornei supervisora após apenas dois anos e, mais tarde, gestora-assistente —, a Bea continuou a ser apenas uma funcionária administrativa comum. Eu não queria fazer acusações, mas, se Vicky tivesse razão, parecia que Bea tinha engendrado uma forma de me fazer ser despedida. Respirei fundo e dei um sorriso amarelo a Vicky. "Obrigada." Ela entregou-me um pen drive. "Aqui está uma cópia das imagens do circuito interno de segurança do dia em que a Bea se sentou na sua secretária; não sei se vai ajudar." Ela disse isso antes de sair. Olhei para o pen drive com o coração apertado; se a Bea me tivesse realmente traído, nunca teria imaginado que ela fosse capaz de tal coisa. Afinal, eu era a pessoa a quem ela recorria sempre que tinha dificuldades ou não percebia alguma coisa. Saí do escritório apressadamente, guardei as minhas coisas no carro e decidi visitar o meu namorado de longa data, Bernard; tinha a certeza de que ele estaria no apartamento, uma vez que as sextas-feiras eram o seu dia de folga do bar que ele geria. Estacionei mesmo em frente ao edifício e estava prestes a bater à porta quando reparei que estava entreaberta, pelo que simplesmente entrei. Fiquei chocada ao encontrar umas cuecas na sala — não eram minhas —, pelo que subi as escadas, furiosa. Quando abri a porta, o meu mundo desabou. Bernard estava na cama com uma mulher; ambos estavam nus e no meio do ato sexual. "Amor, quem é melhor na cama? Eu ou a Giselle?" perguntou a mulher, rindo; não conseguia ver o rosto dela, mas a voz parecia-me familiar. "Tu — aquela mulher não serve para nada! Ela nunca fazia sexo comigo!" – disse Bernard, irritado. Atirei-lhe as cuecas para as costas, fazendo-o rodar instantaneamente, mas quem ficou realmente chocada fui eu: a mulher com quem ele estava não era outra senão a Annie. A minha prima.Giselle SaavedraO meu atraente chefe continuava a aproximar-se, então recuei, apenas para acabar por cair sentada no sofá.“Senhor, por favor, não...”De repente, sorriu. “Porque é que pareces assustada? Não te vou fazer nada. Só queria perguntar-te se te magoei naquela noite. Havia sangue na cama. Acho que posso ter sido demasiado brusco.”Engoli em seco. E se lhe disser que ele não só foi brusco, como também me engravidou? Mas não era o momento certo. Deveria pedir a demissão? Ou fazer um aborto? A minha mente estava um caos. O que tiver de acontecer, acontecerá.O Sr. Johnson pareceu lembrar-se de algo; voltou para a mesa, pegou numa caixinha e entregou-ma.“O que é isto?” perguntei.“Esqueceu-se disso na cama”, disse com um sorriso.Porque é que o sorriso do meu chefe era tão sexy, ao ponto de fazer o coração parar? Era irritante!Quando abri a caixa, quase gritei. Droga! A minha calcinha!Então era por isso que estava sem ela quando cheguei a casa. Que vergonha. E a peça que eu
Jake JohnsonNão conseguia acreditar que a mulher que me tirava o sono — deixando-me inquieto e incapaz de dormir descansada durante quase um mês — não quisesse estar comigo.Ela queria simplesmente esquecer o que tinha acontecido. Seria mesmo assim tão fácil? E, no entanto, ela procurara-me desesperadamente.Era raro interessar-me por uma mulher. Os meus pais há muito que me pressionavam para encontrar uma esposa, mas eu recusava categoricamente, especialmente quando tentavam marcar encontros arranjados para mim.O motivo era que sofria de oligospermia. Ninguém sabia disso, exceto os meus pais. É uma condição em que a contagem de espermatozoides é inferior ao normal, aumentando o risco de infertilidade masculina.Temia ser julgado se as mulheres descobrissem que eu poderia ser infértil; esse medo foi também o que me transformou em alguém que rejeitava a ideia de se envolver com mulheres.Então, há um mês, o meu amigo Kevin convidou-me para jantar com a irmã mais nova dele.Ao início,
Giselle SaavedraAcordei cedo no dia seguinte para me preparar para a visita ao Johnson Group of Companies — afinal, era a empresa mais famosa e rica do país. Vesti um vestido formal até ao joelho, de cor creme, combinado com um blazer preto.Deixei os meus cabelos longos e lisos soltos, apliquei um pouco de perfume e conduzi rapidamente até lá. Era preferível esperar um pouco no local do que ficar presa no trânsito a caminho.Olhei para o prédio de vinte e oito andares. O imponente nome — Johnson Group of Companies — brilhava como ouro. Era ali mesmo. Respirei fundo antes de entrar.Enquanto esperava no átrio, fiquei a pensar qual dos executivos da empresa seria o meu chefe. Torcia para que não fosse alguém fácil de enganar, como o Sr. Sanchez. Franzi a testa ao lembrar-me dele.Eu não devia deixar que isso estragasse o meu humor. Massageei a minha barriga. Felizmente, não estava a sofrer com enjoos matinais; parecia que o meu bebé estava a colaborar.Bebé?Uau. Parecia surreal pensa
Giselle Saavedra“Traidores!” gritei bem alto. Bernard levantou-se imediatamente. Mas, em vez de pedir desculpa, reagiu com raiva.“A culpa também é tua; se não fosses sempre tão difícil e tensa, eu não teria procurado outra pessoa”, disse Bernard.Dei uma forte bofetada no rosto de Bernard. “Não tens a mínima vergonha na cara! Estás mesmo a culpar-me pela tua traição? E tu, Annie... és uma sem-vergonha! Traíste a tua própria prima!” Annie encheu os olhos de lágrimas, incapaz de responder.“Acabou, Bernard. Fiquem juntos, então!” Cuspi para o chão e saí rapidamente.Conduzi a alta velocidade enquanto chorava, sem saber para onde ia; apenas seguia a estrada. Eu era órfã, por isso não tinha pais ou irmãos a quem recorrer em busca de conforto.A Bea — uma das poucas pessoas próximas de mim — tinha-me traído. Até o homem que eu amava há cinco anos me tinha enganado. E o que mais doía era que ele me tinha substituído pelo meu próprio sangue.Será que era pecado não se ter entregado ainda?
Conteúdo adulto (18+)Recomenda-se supervisãoGiselle Saavedra“Caramba! Por favor, tem calma... o teu pau é enorme!”Mordi a almofada enquanto estava curvada, deixando o estranho deslizar o seu membro duro pela minha entrada apertada.Sim. Eu era virgem.Mas não me conseguia lembrar de como tinha ido parar àquele quarto escuro e frio com um homem cujo nome e rosto desconhecia.“És tão apertada!”, disse o homem, segurando a minha cintura enquanto continuava a enfiar o seu membro em mim.Eu praticamente babava-me, com os olhos a revirar, enquanto ele começava a fazer movimentos de vai e vem na minha intimidade.“Empurra mais fundo”, gemi baixinho.“O quê?”, perguntou em tom de provocação. “Diz-me, o que devo empurrar?”As lágrimas brotavam-me dos olhos, mas a sensação era tão prazerosa que respondi: “O teu pau... enterra-o bem fundo na minha cona, enfia tudo, por favor; fodes tão bem!”Ouvi um risinho baixo, mas logo de seguida lambeu-me o pescoço, apertou-me os dois mamilos e começou







