로그인Ponto de vista de Lily:
Não sei porquê, mas não conseguia livrar-me da sensação de inquietação. Parecia errado partir sem dizer ao Noah para onde ia, especialmente com a Soraya. Disse a mim mesma que, de qualquer forma, não ficaríamos ausentes muito tempo, já que a Soraya tinha prometido, e talvez ele nem sequer reparasse que tínhamos partido.
Ele estava ocupado com os seus deveres de Al
Observámo-los. A Sheila estendeu a mão e ajustou a gola da túnica do Troy, os dedos a demorarem-se contra o pescoço. Disse algo que fez o Troy rir, e ele não se afastou. Parecia tão familiar. Parecia tão íntimo. O coração doía pela Lucianna sentada logo ao meu lado, a observar o homem de quem gostava a agir como se ninguém o estivesse a esperar. Provavelmente nem sequer sabiam que estávamos aqui, a observá-los à distância.O Troy finalmente olhou para cima e nos viu. A expressão mudou de imediato. Afastou-se da Sheila depressa e deu um passo para trás, como se só agora se tivesse apercebido do quão perto estavam de pé.A Sheila nem sequer pareceu arrependida. Só lançou um olhar na nossa direção com um olhar frio e consciente, depois virou-se e afastou-se sem mais uma palavra.O Troy veio ter connosco, mas os passos eram mais lentos agora. Olhou para a Lucianna e o rosto caiu.«Lucianna», começou, a voz já suave de preocupação. «Não é o que p
A manhã seguinte amanheceu brilhante e quente, o ar ainda a carregar o cheiro doce da fogueira da noite anterior. Caminhei em direção ao ribeiro na extremidade do território onde a maioria das lobas se reunia para lavar e conversar. Mesmo que o Noah e eu mal tivéssemos dormido, ambos escolhemos levantar-nos cedo para verificar e ver como a celebração e o encontro tinham corrido na noite anterior, como parte do nosso dever.O Noah foi falar com o Beta e os anciãos, enquanto eu me dirigi para o ribeiro onde as outras lobas estavam. Avistei a Lucianna de imediato sentada numa rocha plana perto da margem da água. Parecia linda na luz da manhã, o cabelo solto e a apanhar o sol. Acenou-me com um sorriso brilhante.«Bom dia, Luna Lily», disse, a bater no sítio ao lado dela. «Estava a esperar que viesses. Queria falar contigo toda a manhã.»Sentei-me ao lado dela e sorri. «Bom dia. Estou feliz por te ver tão feliz. A noite passada foi linda, Lucianna. Tu e
Gemei alto enquanto ele se puxava para trás, a fricção da pele dele contra a minha a pôr os nervos a arder. Começou a mover o comprimento completo para dentro e para fora, e a sensação era estonteante. No próximo empurrão enterrou-se todo até ao fundo. Foi lento e fundo, a esticar-me tão completamente que os olhos rolaram para trás com a intensidade.Ele continuava a empurrar dentro de mim enquanto as minhas ancas começavam a mover-se num ritmo desesperado a acompanhar, e agarrei o edredão para alavanca.«Porra, estás tão apertada como sempre. O meu pau está completamente envolvido pela tua cona, meu amor», rosnou, a voz grossa de luxúria.Estava completamente perdida no som da voz dele e no ranger rítmico da cama. Era bom que estivéssemos sozinhos na mansão, pois toda a gente estava lá fora a celebrar o Encontro do Laço Lunar, porque a força dos empurrões dele e o volume dos meus gemidos teriam escandalizado qualquer um que estivesse ao alcance do
Ele puxou-se para trás só o tempo suficiente para puxar a camisa por cima da cabeça, a revelar os músculos ondulantes do peito e a força larga dos ombros. Engoli com força, a garganta seca enquanto admirava a beleza crua do corpo dele. Num borrão de movimento as calças desapareceram, deixando-o só nas boxers. A visão da enorme protuberância latejante a tensionar contra o tecido fez o coração martelar contra as costelas.Ele avançou de volta na minha direção, a reclamar os meus lábios com uma fome que beirava o selvagem. Os beijos traçaram de volta para o pescoço outra vez, a língua a lamber e beliscar o ponto doce ali enquanto a mão rastejava para baixo para encontrar o calor encharcado e molhado da minha cona.«Mmmm… Noah, ahhhhh… isso sente-se tão bem, oh Deus!» gritei, o som a ecoar sem vergonha na divisão.Senti-o sorrir de lado contra a minha pele, os dedos já a começar a acariciar as minhas pregas inchadas.«Merda, o som dos teus gemid
«O meu Alpha tornou-se um poeta e tão romântico. Porque me estás a derreter o coração com cada palavra que falas.» disse, a sorrir calorosamente para ele.Ele riu baixo na garganta e puxou-me completamente para o colo. As pernas caíram naturalmente de cada lado das ancas e eu conseguia sentir o quão duro e pronto ele já estava por baixo de mim. O fogo entre nós inflamou-se de imediato, quente e necessitado e impossível de ignorar.Momentos depois os lábios dele encontraram os meus num beijo feroz e faminto. Não foi gentil nem lento desta vez. Beijou-me fundo e reclamando, a língua a varrer a minha boca com uma ousadia que me fez ofegar e arquear contra ele. As mãos percorriam livremente as costas e a cintura e mais baixo ainda, a agarrar-me firmemente como se nunca pudesse chegar suficientemente perto.Enredei os dedos no cabelo dele e puxei-o mais perto, a encontrar cada movimento e cada toque com fogo igual. O mundo à nossa volta embaciou-se até
POV da Lily:O ar da noite era quente e doce com o cheiro a jasmim e floresta profunda. Sentámo-nos sob os ramos largos do grande carvalho na extremidade das nossas terras. A fogueira ardia baixo à nossa frente, a lançar luz dourada que se movia pela erva.Era a noite do Encontro do Laço Lunar, a tradição mensal da alcateia realizada sob o grande carvalho, onde a cada lua cheia se reuniam com os companheiros e famílias para renovar os laços, honrar a alcateia e deixar a fogueira arder brilhante até ao amanhecer. Era a única noite do mês em que a hierarquia desaparecia e tudo o que importava era a família, o amor e a puxada antiga da lua que os unia a todos.Era uma celebração tão alegre, e o coração inchou ao ver toda a gente unida e feliz. As famílias comiam juntas, os anciãos contavam histórias, e as crianças corriam e brincavam. Era uma noite em que nenhuma hierarquia importava, só a alcateia, só a família, só o laço.Encontros como es







