LOGINEla? A mulher que não fica. Só manda embora. Ele? O homem que nunca ficou. Só desaparece. Os dois no mesmo prédio. No mesmo elevador. 👉 E no mesmo jogo… onde quem pisca primeiro, perde. Uma aposta simples (na teoria): 👉 Ela jura que vai fazer ele correr como todos os outros. 👉 Ele garante que dessa vez… não larga nem se ela implorar. Só que tem um problema: 👉 Quando dois mestres do deboche, da sedução e do jogo se enfrentam… alguém vai cair. E spoiler: não vai ser bonito. Mas vai ser gostoso.
View MoreO relógio na parede da sala de Dante marcava 15h12.Na tela, quatro rostos em janelas de videoconferência despejavam termos técnicos, gráficos e metas como se estivessem defendendo suas vidas.Dante, sentado com as costas retas na poltrona de couro, ouvia — ou melhor, fingia ouvir — enquanto a caneta tamborilava lenta na pasta à sua frente.Entre um slide e outro, o olhar dele desviava para o canto inferior do monitor.O nome dela. Clara Valentina.Chat interno da Agency49.DANTE: Ajustamos o finalmente hoje? Preciso de você aqui.Nada.Cinco minutos depois, tentou de novo:DANTE: Não me deixa sozinho com esses advogados. Você sabe que eu mordo.Silêncio.Às 15h21, ele digitou apenas:DANTE: Minha sala. Agora.A resposta veio cinco minutos depois:CLARA: Presa em reunião. Sem chance.Ele fechou o notebook sem nem esperar o encerramento da call.O som das vozes cortou no meio
As portas do elevador se fecharam num ritmo quase preguiçoso, como se quisessem dar tempo para que toda a energia acumulada no hall se infiltrasse lá dentro.O reflexo de Clara na parede espelhada mostrava um rosto calmo, mas os ombros ainda guardavam o calor da mão de Dante.Calça de alfaiataria cinza-grafite, cintura alta, marcando a silhueta com precisão de quem não se veste — se arma.A blusa de seda branca, levemente frouxa, caía sobre o corpo como se tivesse sido feita pra insinuar, não cobrir.O salto fino, Preto, fazia o corpo balançar num compasso estudado.Ícaro estava ao lado, encostado na lateral do elevador como quem tinha todo o tempo do mundo.Mas o sorriso dele… era o de quem estava se divertindo.— Ícaro: “Então… foi só impressão minha ou o moço do hall tava prestes a te marcar com ferro quente?”Clara não desviou o olhar do painel, vendo os números subirem.— Clara: “É só o jeito dele.”— Ícaro:
O hall do prédio estava com aquele silêncio elegante que só espaços de mármore e vidro têm. Dante já estava ali, de frente pra portaria, conversando com um dos seguranças, quando as portas automáticas se abriram.Clara entrou.E ao lado dela, Ícaro.Dante viu primeiro os saltos. Depois, as pernas. Depois… a cena completa.Ícaro com a mão no bolso, sorriso fácil; Clara com o blazer aberto, o corpo fluindo como se fosse sempre sexta-feira.O estômago dele não apertou. Dante Navarro não tinha dessas.Mas os olhos… ah, esses fixaram.Ele deu dois passos à frente, e foi o suficiente para que os amigos — Eduardo e Marcelo, sentados num dos sofás do hall — levantassem a cabeça.Eles já sentiram o clima.— Dante: “Clara.” — o cumprimento soou grave, lento, quase um brinde.— Clara: “Dante.” — ela manteve o sorriso polido, mas não se apressou.Ícaro soltou um “Navarro” como quem marca presença, recebendo de volta
O restaurante escolhido por Ícaro ficava numa esquina discreta, com fachada de vidro e cheiro de pão assando que escapava até a calçada.Era o tipo de lugar que não precisava de anúncio, porque quem ia ali… já sabia que valia a pena.Clara entrou primeiro, deixando o blazer no encosto da cadeira. Ícaro veio atrás, tirando os óculos escuros e fazendo sinal pro garçom que já o conhecia.— Ícaro: “Menu de sempre. E abre o vinho.”— Garçom: “Claro, senhor.”Quando ficaram a sós, ele soltou:— Ícaro: “Tô trabalhando numa publi nova. Quem chamou foi… um primo seu.”Clara parou no movimento de ajeitar o guardanapo no colo.— Clara: “Que primo?”— Ícaro: “O filho do… monstro.”Não precisava falar mais. Eles dois sabiam exatamente de quem ele estava falando.Clara respirou fundo, os ombros se erguendo devagar.— Clara: “Ícaro… cuidado.”Ele ergueu uma sobrancelha.— Ícaro: “Relaxa. É só publicidade, na






Bem-vindo ao Goodnovel mundo de ficção. Se você gosta desta novela, ou você é um idealista que espera explorar um mundo perfeito, e também quer se tornar um autor de novela original online para aumentar a renda, você pode se juntar à nossa família para ler ou criar vários tipos de livros, como romance, leitura épica, novela de lobisomem, novela de fantasia, história e assim por diante. Se você é um leitor, novelas de alta qualidade podem ser selecionados aqui. Se você é um autor, pode obter mais inspiração de outras pessoas para criar obras mais brilhantes, além disso, suas obras em nossa plataforma chamarão mais atenção e conquistarão mais admiração dos leitores.