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Capítulo 5 – Atração Extrema

Author: Heln
last update Petsa ng paglalathala: 2026-09-23 14:28:43

Cassandra

Foi como se tivesse voltado à realidade de repente; bebi tudo o que estava no copo de um só trago e servi outro. Percebi então que a mamã não tinha sido totalmente honesta quando foi trabalhar para o estrangeiro.

Provavelmente, o seu patrão não a maltratava por crueldade; a culpa devia ser dela própria, uma vez que andava a roubá-los.

O Don George e eu continuámos a beber até terminarmos quase três garrafas de bebida cara.

"Não tem mulher? Não sei nada sobre a sua vida, enquanto a mãe certamente lhe contou tudo sobre a nossa naquela altura", perguntei.

Deu um gole antes de encher os nossos copos novamente. "A minha primeira mulher morreu. Tenho dois filhos, mas não nos damos bem. Não cresceram comigo; viveram com os meus sogros desde a infância. Nunca me viram realmente como pai, mas continuam a usar o meu dinheiro até hoje."

Esperei para ver se ele dizia mais alguma coisa, mas ele parou, por isso não insisti no assunto — não queria parecer uma coscuvilheira e, além disso, já começava a sentir os efeitos da bebida.

"Sabes, eu pensava que tu e a tua mãe eram irmãs; não se parecem muito", comentou Don George.

"Eu pareço o meu pai", respondi, olhando para ele. Afinal, era um homem bonito, mesmo com aquela idade.

E não sei o que me deu, mas a memória de que era muito bem dotado não me saía da cabeça.

"A mamã era tão chata... nem sequer ficava satisfeita contigo, mesmo sendo enorme lá em baixo", deixei escapar, fazendo com que congelássemos os dois.

Se o chão me pudesse engolir, eu tê-lo-ia deixado. O álcool tinha derrubado as minhas barreiras, e eu não conseguia evitar dizer o que me vinha à cabeça. "Q-Quanto dinheiro levou a mãe?", perguntei, mudando de assunto.

Don George pareceu refletir sobre isso. “O cofre guardava um milhão de dólares, e havia cerca de dez milhões em moeda filipina. Ela também levou dez dos meus relógios Rolex — avaliados em três milhões cada — além de joias de ouro e diamantes. Não tenho a certeza absoluta do valor exato, mas a estimativa é de que ultrapasse cem milhões de pesos.”

Quase caí da cadeira ao ouvir aquilo. Onde, na terra — ou no céu —, poderia arranjar dinheiro para o pagar? Nem o próprio diabo me emprestaria uma quantia tão avultada.

Don George levantou-se e pediu licença. “Vou descansar agora. Vou pedir ao Manang para limpar a confusão amanhã.”

Passaram alguns minutos após a sua saída até que me levantei e fui para o meu quarto tomar banho.

Eu estava apenas de toalha quando saí e fui logo para o quarto do Don George. Estava parado junto à janela, absorto em pensamentos, por isso não me reparou de imediato.

“Não tenho dinheiro para pagar o que a mãe roubou. Nenhuma quantia seria capaz de compensar a dor que ela causou, mas... por favor, deixe-me tentar compensá-lo de alguma forma.”

Don George virou-se para mim, parecendo surpreendido quando subitamente tirei a toalha que me cobria o corpo.

Engoliu em seco e aproximou-se, com um olhar de perplexidade. “Cassandra... tens noção do que estás a dizer? Não te estou a pedir que me pagues.” “Eu sei, mas a minha consciência não me deixa em paz. Mesmo antes de você e a minha mãe se casarem, eu sabia que ela estava apenas interessada no dinheiro, mas não a impedi. É como se tivesse sido cúmplice do plano dela, uma vez que também beneficiei dele. Agora, quero provar que não sou como a minha mãe — que não sou ingrata. Don George, estou a entregar-lhe a minha virgindade; espero que me possa perdoar. E, mesmo que não seja agora, espero que um dia consiga perdoar a minha mãe por tudo o que ela fez”, disse eu, e depois beijei-o nos lábios. Don George ainda estava hesitante, mas quando me ajoelhei para lhe fazer sexo oral, ele acabou por ceder.

Não tinha qualquer experiência anterior — nunca tinha tido um namorado —, mas, como via pornografia, não era propriamente uma leiga no assunto.

“Cassandra... Ah! Ainda podes desistir. Se não pararmos agora, posso perder o controlo, e tu não me vais conseguir fazer parar”, disse.

O pau de Don George era tão enorme que só conseguia meter metade dele na boca; eu estava praticamente a engasgar-me.

Segurou-me a cabeça e começou a estocar; agarrei-lhe as pernas para o fazer ir mais devagar, pois os seus movimentos estavam a tornar-se mais rápidos e profundos.

Quando todo o seu comprimento já estava na minha garganta, as lágrimas escorriam-me dos olhos. Demorou mais uns minutos até que me largou e me levou para a cama.

Posicionou-se de frente para a minha cona e abriu bem as minhas coxas. Senti um pouco de vergonha por não estar depilada, mas isso não parecia importar-lhe; mergulhou imediatamente e começou a lamber-me com voracidade.

O meu corpo contorcia-se enquanto ele me chupava o clitóris com força, ao mesmo tempo que dois dos seus dedos trabalhavam intensamente dentro da minha cona. Não conseguia parar de libertar os meus fluidos em abundância, que ele lambia avidamente.

Levantou-se e roçou o pau, duro como pedra, contra a minha fenda; não conseguia definir bem a sensação — se era cócega ou uma comichão lá no fundo —, mas uma coisa era certa: só um pau poderia satisfazer aquela necessidade.

“Cass, tens a certeza?”, perguntou, com a cabeça do pau posicionada mesmo à minha entrada.

...ou o pau dele.

“Ahhhh! Don George! Enfia!” gritei.

Com uma estocada poderosa, o pau dele entrou todo na minha cona virgem. Senti algo a romper lá dentro — sinal de que a virgindade que guardara com tanto cuidado tinha desaparecido.

Don George foi gentil, e a dor cedo deu lugar ao prazer. Apenas se ouviam os nossos gemidos enquanto atingíamos o clímax, uma vez após outra.

Na manhã seguinte, surpreendi-me ao acordar de volta para o meu próprio quarto. Eu já estava de camisa de noite, mas ainda sentia a pequena dor no local onde tinha perdido a virgindade.

Ao sair do quarto, ouvi pessoas na sala a falar com Don George.

“Papá, vou viver aqui de agora em diante.”

Papá?

O filho de Don George estava ali?

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