Mag-log inCassandra
As minhas sessões de terapia com o Sr. George decorreram tranquilamente nos últimos dias; felizmente, os exames tinham acabado e tínhamos duas semanas de férias, pelo que pude dedicar-lhe o meu tempo. Como a minha mãe raramente vinha a casa, não estava por perto para dar a medicação errada ao velho e, como resultado, ele já conseguia andar sem usar bengala. A cadeira de rodas também tinha sido guardada, uma vez que as suas forças tinham realmente regressado. — Senhor George, por favor, perdoe a minha mãe. Ela está sempre fora. Se não está com amigos ou a fazer compras, está em spas e salões de beleza. Ela não está a cumprir as obrigações que tem para com o senhor — disse eu, enquanto lhe massajava a cabeça. O Sr. George abriu os olhos por breves instantes e assentiu. — Está bem, desde que ela esteja feliz. Senti uma pontada de pena dele; os seus sentimentos em relação à minha mãe pareciam tão genuínos, enquanto ela o via apenas como um multibanco. — Sabe nadar? — perguntou de repente. — Como? Sentou-se e olhou para a piscina. — Não nado desde que aqui chegámos. Fui nadador na minha juventude. — A sério? Assim somos parecidos; ganho competições desde o ensino básico. Quer apostar uma corrida? — disse eu, rindo. — Claro — respondeu. Eu usava um biquíni de duas peças quando fui para a piscina, enquanto o Sr. George vestia um fato de banho justo. De repente, lembrei-me do que tinha visto quando lhe dei banho. Afastei imediatamente da mente a recordação do seu membro avantajado — isso poderia fazer-me perder, especialmente porque ele também parecia competitivo. Mas, em três jornadas consecutivas, perdi sempre. Estava tão entusiasmada por ter ganho a última ronda que, no calor do momento, saltei e abracei-o com força. Como os nossos corpos estavam molhados, pude sentir o pau dele a endurecer contra mim. Eu estava prestes a afastar-me, mas ele retribuiu o abraço. Uma descarga elétrica percorreu o meu corpo, pelo que recuei imediatamente; para não tornar a situação óbvia, sugeri que fossemos trocar de roupa. Acordei a meio da noite com um baque surdo. Tenho o sono leve, por isso até o mais pequeno ruído me desperta instantaneamente. Olhei para as horas e vi que eram apenas três da manhã. Acendi a luz do quarto e espreitei pela janela. Vi claramente a mamã e o homem com quem andava ultimamente a carregar sacos grandes, que pareciam sacos. Saí imediatamente para descobrir o que se passava. — Mãe? O que é? Aonde vão? — perguntei. Nem queria acreditar que tinham conseguido colocar o cofre do Don George no veículo. Estava aberto, revelando que estava a abarrotar de dinheiro — dólares, inclusive. Estimei que valesse milhões. Naquele momento, senti que não reconhecia a minha própria mãe. Os seus olhos estavam vermelhos, dando-lhe um ar de quem estava drogada e embriagada. O homem parecia igual, balançando-se de forma instável enquanto caminhava. — Anda depressa, Elena, mete isso aí dentro! O velho pode acordar... já te disse que devíamos ter acabado com ele de vez! — disse o homem, irritado. — Mas este cofre é mais importante! Olha, estamos feitos! — respondeu a mamã. Não gostei do que estava a ouvir; assim, peguei num dos sacos e abri-o. A mansão estava repleta de dinheiro, joias e objetos de valor. — Mãe? Está a roubar o Don George? Por quê? Ele dá-te tudo! Já o humilhou — chegando a defecar-lhe na cabeça —, e ainda tem a ousadia de lhe levar os seus pertences? Não tem vergonha? — disse, zangada, mas, como a mamã não estava no seu perfeito juízo, respondeu com uma bofetada forte. — Sua tola! Eu sou a esposa dele, por isso estou apenas a ficar com a minha parte da fortuna dele! Seria melhor ajudar-nos! Agora pegue nas suas coisas para podermos ir embora! Abanei a cabeça, com as lágrimas a surgirem. — Não! Eu não vou fazer isso! Acolheu-nos e tratou-nos como seres humanos. Não o quero abandonar assim. O que se passa consigo, mãe? Já nem te reconheço! «Ei! Vocês os dois — se vão discutir, despachem isto já antes que sejamos apanhados! Vamos sair daqui para podermos voltar ao casino! Estou louco para jogar!», disse novamente o homem, antes de assumir o volante da carrinha. A mamã lançou-me um olhar fulminante. “Vens connosco ou vou renegar-te?” Respondi com seriedade: “Podes renegar-me, mãe, mas não vou seguir os teus passos. Só espero que não te arrependas do que fizeste!” A mamã lançou-me um olhar de desprezo antes de entrar na carrinha, e partiram em disparada. Com os olhos cheios de lágrimas, voltei para dentro; ao começar a subir as escadas, levei um susto ao encontrar Don George ali parado. Eu sabia que ele estava a par do que tinha acontecido, por isso ajoelhei-me imediatamente enquanto ele descia as escadas na minha direção. “P-Por favor, Don George, eu imploro-te — não mandes prender a minha mãe. E-Eu pago o que ela demorou. Não importa o tempo que demore. Podes até fazer de mim um escravo”, disse eu, entre lágrimas. Mas, ao aproximar-se, levantou-me e arrastou-me para a zona do bar. Abriu uma garrafa de bebida e serviu um pouco num copo. “O dinheiro perdido pode ser recuperado; sou rico — não posso levar a minha fortuna para o túmulo —, mas a confiança... uma vez perdida, ela...”Já não interessa. A dor já foi provocada. Sempre soube que a sua mãe não me amava verdadeiramente; ela só me usou para fugir. E a verdade é que eu também não a amava. Quando a salvei do seu patrão — depois de ela o ter tentado roubar e quase ter sido morta —, alegou que o fizera pelo bem do filho. Eu entendia isso; uma mãe faria qualquer coisa pelo seu filho. O meu único erro foi acreditar nela e confiar nela. Agora, provei que ela é mentirosa. Ela não roubou o patrão naquela altura por sua causa e, agora que me levou o dinheiro, certamente também não é por si — é por ela própria. Se fosse por si, ela teria insistido em levá-lo; nenhuma mãe decente deixaria o filho para trás.
CassandraFoi como se tivesse voltado à realidade de repente; bebi tudo o que estava no copo de um só trago e servi outro. Percebi então que a mamã não tinha sido totalmente honesta quando foi trabalhar para o estrangeiro.Provavelmente, o seu patrão não a maltratava por crueldade; a culpa devia ser dela própria, uma vez que andava a roubá-los.O Don George e eu continuámos a beber até terminarmos quase três garrafas de bebida cara."Não tem mulher? Não sei nada sobre a sua vida, enquanto a mãe certamente lhe contou tudo sobre a nossa naquela altura", perguntei.Deu um gole antes de encher os nossos copos novamente. "A minha primeira mulher morreu. Tenho dois filhos, mas não nos damos bem. Não cresceram comigo; viveram com os meus sogros desde a infância. Nunca me viram realmente como pai, mas continuam a usar o meu dinheiro até hoje."Esperei para ver se ele dizia mais alguma coisa, mas ele parou, por isso não insisti no assunto — não queria parecer uma coscuvilheira e, além disso, j
CassandraAs minhas sessões de terapia com o Sr. George decorreram tranquilamente nos últimos dias; felizmente, os exames tinham acabado e tínhamos duas semanas de férias, pelo que pude dedicar-lhe o meu tempo.Como a minha mãe raramente vinha a casa, não estava por perto para dar a medicação errada ao velho e, como resultado, ele já conseguia andar sem usar bengala. A cadeira de rodas também tinha sido guardada, uma vez que as suas forças tinham realmente regressado.— Senhor George, por favor, perdoe a minha mãe. Ela está sempre fora. Se não está com amigos ou a fazer compras, está em spas e salões de beleza. Ela não está a cumprir as obrigações que tem para com o senhor — disse eu, enquanto lhe massajava a cabeça.O Sr. George abriu os olhos por breves instantes e assentiu.— Está bem, desde que ela esteja feliz.Senti uma pontada de pena dele; os seus sentimentos em relação à minha mãe pareciam tão genuínos, enquanto ela o via apenas como um multibanco.— Sabe nadar? — perguntou d
CassandraEu sabia que a mamã não amava verdadeiramente o Don George — só estava interessada no dinheiro dele —, mas mantive-me calada e deixei-a seguir em frente.Descobri que Don George já tinha sessenta e cinco anos. A mamã tinha exatamente quarenta anos, por isso tinha a certeza de que a relação deles não era séria — embora ele fosse bonito e não parecesse um idoso típico."Mãe, tens a certeza desta decisão de casar? Não o amas; porque não desistes logo?", perguntei enquanto estávamos num hotel, a preparar-nos para o casamento civil deles.A mamã beliscou-me, irritada. «Fala baixo! É claro que não quero isso a sério — vês como o George é frágil; ele foi operado à anca e tem dificuldade em andar. Está a fazer tratamento no estrangeiro, mas eu disse-lhe para contratar *tu* em vez disso, assim ganharias dinheiro para além do que nós duas receberíamos dele. Além do mais, eu enrolei o velhote direitinho; ele já comprou uma mansão, e é lá que vamos viver. Não seremos mais pobres — espec
CassandraHá um ano...A minha mãe e eu fomos a correr para o hospital assim que soubemos que o meu pai estava entre as vítimas de um grave acidente de viação na EDSA.Ao chegarmos, fomos encaminhadas diretamente para a morgue; soubemos imediatamente que tinha falecido.— Luís! — gritou a minha mãe enquanto abraçava o corpo sem vida do meu pai.Quase caí no chão; as minhas pernas fraquejaram. Os enfermeiros e outras pessoas — que também ali choravam — ajudaram-me a manter-me de pé.A morgue estava repleta de lamentos das famílias das vítimas; estavam, provavelmente, ali uma dúzia de corpos.Não me importava que o meu uniforme branco estivesse a ficar manchado de sangue enquanto segurava a cabeça do meu pai, que estava quase irreconhecível.Os polícias chegaram e fizeram uma declaração: — O condutor da carrinha, que estava alcoolizado, foi detido, mas...— Mas o quê? — perguntou alguém.O polícia abanou a cabeça antes de continuar: — O problema é que conseguiu pagar uma caução, pois de
Cassandra“Ahhhh! Cassandra, é tão bom fazer sexo contigo!” George gritou enquanto estocava com força dentro da minha cona. Eu estava de gatas na sua cama macia, entregando-me de bom grado ao meu padrasto.Sim, o George é o meu padrasto — o segundo marido da minha mãe —, mas há uma razão para ser eu a partilhar a cama dele agora.Agarrou os meus seios e apertou-os com firmeza enquanto continuava as suas estocadas rápidas e intensas na minha abertura avermelhada. Os meus fluidos espirravam a cada estocada profunda do seu grande pau na minha caverna inchada.“Ummmm! Ummmmp! A tua cona é tão apertada!” dizia enquanto me comia furiosamente.Os meus olhos reviraram-se em êxtase enquanto acompanhava o seu ritmo, sabendo que estava perto do clímax.Eu também queria voltar a gozar, por isso tentei acompanhar os seus movimentos, mesmo com os joelhos a tremerem de fraqueza.“Ahhhhh! Continua! Mete com força! Come-me sem parar! Fazes sexo tão bem!” – gritei, fazendo com que George acelerasse ai







