เข้าสู่ระบบSophie Montenegro.
Ressaca. Era a palavra que mais se encaixava em mim naquele momento, enquanto estacionava minha moto no estacionamento da faculdade, já perto da segunda aula. Cheguei em casa praticamente ao amanhecer, por volta das 5h40, e caí direto na cama, como um saco de batatas. Perdi a hora, e com ela, a primeira aula, o que, para ser sincera, não era nem um pouco surpreendente, mas era também um desastre. Retirei o capacete, respirando fundo. Quando acordei, minha primeira ação foi pegar a primeira coisa que encontrei no guarda-roupa e vesti-la, engolir uma torrada seca e pegar meu capacete, as chaves da moto e a mochila, tudo em um só movimento. Eu não queria estar ali. Na verdade, minha cama me parecia muito mais convidativa, mas o teste da terceira aula estava me esperando. Um teste do qual eu não fazia a menor ideia de como iria me sair, já que o único plano que eu tinha para o dia era não cair de cara no chão por conta da ressaca. Desci da moto e me arrastei em direção ao prédio principal, como se fosse um zumbi tentando encontrar seu lugar entre os humanos. Fui até o armário, onde me encostei, tentando equilibrar a dor de cabeça que parecia ser mais forte a cada segundo. Eu poderia culpar Alex por me arrastar para aquela festa, mas, sendo bem honesta, eu também tinha uma boa dose de culpa. Ninguém me forçou a beber vodca pura até quase desmaiar. Abri o armário e comecei a pegar o material para a próxima aula, quando o sino soou, anunciando que o corredor se encheria de alunos em segundos. Minha cabeça explodiria a qualquer momento, mas não tinha muito o que fazer. Fechei o armário e, para minha surpresa, dei de cara com Aaron parado bem na minha frente. Ele estava impecável, como se tivesse saído de uma sessão de fotos, e sua aparência não sugeria nem de longe que havíamos compartilhado a mesma festa na noite anterior. O observei por um momento, tentando encontrar uma forma de passar por ele sem fazer um escândalo. - Isso pode ajudar com a ressaca. - Ele disse, estendendo um copo com o emblema da cafeteira do campus. Antes que eu pudesse protestar ou fazer qualquer pergunta, ele já estava indo embora, como se não fosse nada demais. Dei de ombros, pensando se deveria ou não aceitar o café. Sempre aprendi a não confiar em estranhos, mas... um café grátis? Isso ninguém recusa. Tomei um longo gole, sentindo o gosto amargo e forte do café preto descer pela minha garganta. Immediatei, meu corpo pareceu reagir, e mesmo que não fosse o meu tipo favorito, o efeito era quase instantâneo. A ressaca começava a dar sinais de recuo. Caminhei em direção à sala da segunda aula, ainda perdida nos meus pensamentos, me perguntando o que exatamente tinha passado pela cabeça de Aaron ao fazer esse gesto. ~~√~~ Me aproximo da mesa onde os caras do time de basquete estão sentados. Algo no ar muda, como se o ambiente tivesse se tornado mais pesado, e, de repente, a mesa cai em um silêncio quase desconfortável. Todos os olhares se voltam para mim enquanto vou em direção à Estela em ascensão. ue me encara sem entender. - Toma. - digo, entregando-lhe os cinco dólares, enquanto ele me observa com uma expressão que sugere que uma segunda cabeça cresceu no meu pescoço. - O que é isso? - ele pergunta, ainda sem conseguir compreender. - O dinheiro do café. - respondo com calma, como se fosse a coisa mais natural do mundo. - Valeu, você praticamente me salvou essa manhã. Antes que ele tenha chance de retrucar ou fazer qualquer comentário, deixo o dinheiro sobre a mesa na frente dele e dou as costas, me afastando do time de neandertais. Aos poucos, o burburinho começa, e os cochichos tomam conta do ambiente, como se a cena que acabara de acontecer fosse uma peça de teatro da qual eu preferia não ser parte. ~~•°•°•°•°•~~ Os dias que se seguiram foram marcados por uma espécie de trégua silenciosa. De vez em quando, Aaron cruzava comigo nos corredores e, sem dizer muita coisa, me entregava um café, um doce ou até mesmo um donuts. Era quase um ritual não verbalizado, e, embora ele nunca pedisse nada em troca, eu fazia questão de retribuir, pagando por cada um deles, mesmo contra a vontade dele. Não sei exatamente quando ou como esse acordo estranho começou, mas de alguma forma, funcionava. Era um equilíbrio inesperado, uma rotina improvável que, para minha surpresa, se mostrou uma boa forma de trégua. ~~•°•°•°•°•~~ UM MÊS DEPOIS. Agradeço aos céus quando o turno finalmente chega ao fim. Com o início dos campeonatos entre as faculdades e a proximidade da lanchonete com o ginásio, o movimento tem crescido drasticamente. Felizmente, uma nova ajudante foi contratada há alguns dias, o que tem sido uma enorme ajuda para lidar com a correria. Hoje teve jogo. Nossa universidade contra alguma outra que eu nem me preocupei em descobrir, já que, como mencionei, não sou exatamente fã de basquete. Depois do jogo, o time veio comemorar na lanchonete. Isso, é claro, significou uma horda de neandertais fazendo algazarra como crianças descontroladas. Pelo clima de euforia, deduzi que a nossa universidade venceu. Entre jogadores, admiradores do time e líderes de torcida, foi uma verdadeira festa... e um trabalho triplicado para mim e para o resto da equipe. Quando tudo finalmente terminou, Janne trancou a lanchonete e guardou a chave no bolso. Ela e Lisa seguiram juntas para o estacionamento, tomando o caminho oposto ao meu. Tyler e eu ficamos próximos à minha moto, compartilhando um cigarro e conversando sobre a vida. Não vou mentir: Tyler e eu saímos algumas semanas atrás. Foi legal, nos divertimos bastante, mas como eu já disse a ele, não vai rolar. Ele é um cara bacana, mas simplesmente não faz meu tipo. Acho que ele entendeu isso, ou pelo menos espero que sim. Dou a última tragada no cigarro antes de jogá-lo no chão e apagá-lo com o pé. - Vamos? - pergunto, subindo na moto e lançando um olhar em sua direção. Ele me encara, confuso. - Você está sem carro. Vou te dar uma carona. O carro dele ainda está no conserto. Um babaca deu ré na frente da lanchonete e praticamente destruiu a parte dianteira. O senhor Sandles, nosso chefe, se comprometeu a pagar o conserto, já que o incidente aconteceu dentro da propriedade. - Não precisa. Eu vou andando. - Tyler responde com calma, começando a se afastar.Aaron narrando.Observo a cada movimento de Ava enquanto ainda permaneço em meu carro. observo a forma como Christopher há abraçou e a forma carinhosa que ela o trata, não tenho ideia do porquê me importo tanto com tudo isso, na verdade não faço ideia do porquê ah quero tanto. E o porquê eles me afastam tanto dela. Eu jamais seria capaz de machuca-la, eu só há quero para mim. nada mais que isso, Ava será minha, ela é minha garota e não aceito ficar longe dela. observo quando Chris e ela se soltam, ela o beijo na bochecha, seus olhos se voltam em direção ao meu carro, nossos olhares se cruzam e logo em seguida ela entra no carro dele. Que logo depois da a partida, saindo com o carro. respiro fundo e dou a partida em meu carro, dirigindo um pouco mais devagar, eu poderia sim retornar a meu apartamento. porém desvio meu caminho seguindo o carro de Christopher que ao invés de ir para o apartamento de Ava, segue diretamente para seu apartamento. observo que antes de chegarem o carro par
Ava Narrando. Não demora muito para que chegasse-mos ao estúdio de Jack, na verdade tivemos de retornar ao campus pois minha moto havia ficado no estacionamento. Assim que saímos de lá, seguimos a caminho do estúdio de tatuagens. desço de minha moto e logo Aaron estaciona seu carro próximo a minha moto, adentramos no local que estava lotado. O estúdio de Jack tem estado bastante lotado nos últimos dias, isso é bom, significa que o mesmo está tendo o trabalho reconhecido e sinceramente eu não poderia estar mais feliz por ele. Não demora muito para que Jack saia para chamar um novo cliente, ao me ver seu semblante parece se suavizar. porém logo se torna rígido novamente ao notar a presença de Aaron.— Sem companhia hoje Ava, o lugar tá lotado pequena. vai ter que mandar seu amigo passar depois. — Disse Jack com certa rispidez. — Ele vai fazer uma tatuagem. E dessa vez não estou brincando. — digo ao mesmo que nos encara por um momento.— Você não pode forçar os outros a fazerem uma
Ava Narrando. Cessamos o beijo por falta de ar, não faço ideia de por quanto tempo nos beijamos, Chris ainda mantém nossas testas coladas. Nossas respirações estão ofegantes e o uma de suas mãos ainda acaricia meu rosto suavemente. Abro Os olhos lentamente, o mesmo ainda se mantinha de olhos fechados, talvez processando oque havia acabado de acontecer. Elevo minhas mãos até sua face, acariciando levemente, vejo um breve sorriso surgir em sua face. Me aproximo novamente, tomando a iniciativa deposito um breve selinho em seus lábios e vejo novamente o mesmo abrir aquele sorriso de antes. — Não sabe o quanto eu ansiava por isso sereia. — sua voz soa um pouco falha enquanto ele ainda exibia o mesmo sorriso. Me aproximo novamente, unindo nossos lábios em um outro beijo, dessa vez algo mais urgente. Em um impulso Chris me segura pela cintura, me colocando sobre a bancada da cozinha, o mesmo se põe entre minhas pernas, uma de suas mãos vai até meus cabelos. Puxando suavemente me fazen
Ava Narrando. Estaciono no lugar onde aconteceria a corrida, retiro meu capacete e solto meus cabelos. Observo o movimento a minha volta, nada novo se assim posso afirmar, haviam diversas pessoas. Carros e motos de luxo, música alta e um bar improvisado, sem contar com o intenso cheio de maconha que se misturava a brisa da noite. Desço da minha moto, caminhando até onde os outros estavam, Jack se mantinha encostado em seu carro com os braços ao redor dos ombros de kiara, Rick e Monique estavam abraçados e riam de algo que Rick acabará de dizer. Alex por sua vez parecia aéreo a tudo, se quer notando minha presença quando me aproximo do mesmo. Ele haviam vindo na frente, já que posso dizer que fiquei precrastinando em meu sofá até a última hora. A verdade é que havia muita coisa se passando minha mente, Aaron, Alex, e até mesmo Chris estava presente em meus pensamentos. Algo que eu se quer conseguir entender. — Finalmente chegou, achei que não viria. — disse Jack atraindo minha
Ava Narrando. Cessamos o beijo por falta de ar, não faço ideia de por quanto tempo nos beijamos, Chris ainda mantém nossas testas coladas. Nossas respirações estão ofegantes e o uma de suas mãos ainda acaricia meu rosto suavemente. Abro Os olhos lentamente, o mesmo ainda se mantinha de olhos fechados, talvez processando oque havia acabado de acontecer. Elevo minhas mãos até sua face, acariciando levemente, vejo um breve sorriso surgir em sua face. Me aproximo novamente, tomando a iniciativa deposito um breve selinho em seus lábios e vejo novamente o mesmo abrir aquele sorriso de antes. — Não sabe o quanto eu ansiava por isso sereia. — sua voz soa um pouco falha enquanto ele ainda exibia o mesmo sorriso. Me aproximo novamente, unindo nossos lábios em um outro beijo, dessa vez algo mais urgente. Em um impulso Chris me segura pela cintura, me colocando sobre a bancada da cozinha, o mesmo se põe entre minhas pernas, uma de suas mãos vai até meus cabelos. Puxando suavemente me fazen
Ava Narrando. Estaciono no lugar onde aconteceria a corrida, retiro meu capacete e solto meus cabelos. Observo o movimento a minha volta, nada novo se assim posso afirmar, haviam diversas pessoas. Carros e motos de luxo, música alta e um bar improvisado, sem contar com o intenso cheio de maconha que se misturava a brisa da noite. Desço da minha moto, caminhando até onde os outros estavam, Jack se mantinha encostado em seu carro com os braços ao redor dos ombros de kiara, Rick e Monique estavam abraçados e riam de algo que Rick acabará de dizer. Alex por sua vez parecia aéreo a tudo, se quer notando minha presença quando me aproximo do mesmo. Ele haviam vindo na frente, já que posso dizer que fiquei precrastinando em meu sofá até a última hora. A verdade é que havia muita coisa se passando minha mente, Aaron, Alex, e até mesmo Chris estava presente em meus pensamentos. Algo que eu se quer conseguir entender. — Finalmente chegou, achei que não viria. — disse Jack atraindo min







