INICIAR SESIÓNParte 7
O melhor seria que já que a mentira foi criada, que continuasse dessa forma. Apenas a família saberia e depois de uns dias eles poderiam dizer que brigaram ou qualquer coisa e então decidiram acabar o namoro e não teria mais casamento.
Só que com o anel isso começava a andar para o lado da realidade e agora mais outra pessoa de fora sabia do casamento. Se a notíica dela comprar terras se espalhasse seria muito ruim.
Por isso mesmo não quis nenhum corretor de Andaluz, preferiu encontrar uma imobiliária da capital e assim poder fazer tudo sem que as pessoas locais soubessem para não contarem aos irmãos antes dela mesma fazer isso.
Só que nem sempre as coisas são como nós queremos e imaginamos. Nem mesmo deveria estar ali sentada ao lado dele, com um anel em seu dedo.
_ Podemos ir? Não quero me atrasar.
_ Certo, vamos.
Ele pagou a conta, não quis que ela dividisse e reclamou dela ter ficado enrolando na joalheria.
_ Me preocupei com você. O anel é caro.
_ Eu não sou pobre, sabia? - abriu a porta do carro para ela _ Posso não ter o mesmo dinheiro que seus irmãos e você têm, mas estou bem financeiramente.
_ Bem, de qualquer modo, depois você pode vender o anel de volta para eles. Ou então dar para uma outra mulher que vá se casar de verdade.
Ele não gostou de ouvir isso.
_ Não tenho intenção de me casar com outra. Já me basta uma vez - torceu a boca contrariado _ E agora com essa confusão em que nos metemos, não sei se é viável me envolver depois com outra mulher.
_ E vai virar um hermitão? - deu um risinho.
_ Não, mas não acho interessante sair me metendo em problemas só por causa de uma mulher.
_ Exato - ela bateu as mãos _ Eu penso o mesmo. Tenho muitas coisas que quero fazer e se ficar presa a um homem, dificilmente vou conseguir - fez uma careta _ Ainda mais se o cara for um machão que acha que pode m****r em mim.
Ele sabia que os irmãos dela eram assim, mas não pensou que ela tivesse tanta vontade de ser livre a ponto de não querer um marido.
_ Você não quer um marido por causa disso mesmo... Ou porque você é... Lésbica?
Ela o olhou de cara feia. Abriu bem os olhos.
_ Não tenho nada contra, cada pessoa tem seu modo de viver e seu gosto pessoal, mas isso é bem preconceituoso e antigo de sua parte - fez um som irônico com a boca _ As mulheres não precisam ter um homem ao lado para ter uma vida, sabia?
_ Só perguntei, estava curioso - gesticulou.
_ Uma pergunta besta. Por que você pode fazer o que lhe der vontade e eu não?
Ele não respondeu, apenas seguiu.
Autora Ninha Cardoso.
* Continue lendo. O livro está completo e vem mais emoções com esse casal.
Final do livro 1 - Sem QuererJuliana nunca pensou que poderia passar por algo assim. Se sentia ainda perdida.Ao mesmo tempo em que estava feliz por ter Vitor ao seu lado a ajudando, se sentia triste por ter Vitor ao seu lado. Como isso era possível?Estava se sentindo acuada agora da mesma forma como se sentiu tempos atrás ao tentar falar com os irmãos sobre suas ideias e ele nem quiseram ouví-la.Era difícil entender. Não queria sexo com Vitor para não criar um problema maior depois e ao mesmo tempo adorava sentir seu cheiro e seu gosto.O beijo a deixara leve e pe
Parte 3_ É, não seria nada bom mesmo - descansou o queixo na cabeça dela _ Sabe, você ainda não fez o teste.Ela rodou os olhos._ Está bem, vamos fazer agora. Vou pegar o teste e vamos para seu quarto. Assim sabemos juntos.Ela passou pelos irmãos que ainda conversavam sobre o casamento e foi até o quarto. Pegou uma caixinha de teste e saiu pela sala, assim ninguém a via.Foram até o quarto dele. Vitor trancou a porta enquanto ela ia para o banheiro._ Isso demora? - ele perguntou._ Se
Parte 2_ E demora? - ele perguntou._ Não. Depois de amanhã entro em contato com vocês. Vão ler cada termo e se tiverem dúvidas eu explico. Se for necessário retirar ou acrescentar algo, fazemos na hora._ Ok, então vamos aguardar - Vitor levantou e apertou a mão dele _ Obrigado pela ajuda._ Esse é meu trabalho.Eles se despediram e saíram de mãos dadas. Na calçada Vitor comentou:_ Tenho certeza de que ele pensa que sou gay._ O que? - ela riu.
Parte 1Juliana nunca pensou que estaria em um carro indo se casar. E logo cedo, em uma manhã de ventos fortes.Passaram a noite quase toda conversando sobre os termos da convivência deles como um casal. Foram até o início da madrugada, até que chegaram a um acordo final que ficaria bom para ambos.Como o irmão Joel chegaria cedo, eles também resolveram sair cedo. Vitor conhecia um escrivão e falou com ele sobre fazer o casamento.Quando chegaram ao cartório foram os primeiros a serem atendidos, mas não foi bem como pensaram que seria._ Não posso fazer o casamento assim, às pressas - mostrou um
Parte 3_ Não quero um centavo seu - tocou sua perna _ Eu meti você nessa confusão, deveria ter tido mais cuidado... Agora já foi - puxou o ar _ E acho que até que a gente está melhor do que poderiam pensar. Não acha também?De certa forma ele tinha sido uma surpresa bem diferente para ela. A impressão que tinha dele não batia com o comportamento que mostrava agora.Antes só o via como um cabeça dura e que era mais um peão igual aos outros. Mas Vitor tinha um jeito diferente, era simples e direto e isso era bom._ É, acho que sim - sorriu _ Vamos começar?Ele assentiu. Come&
Parte 2Não fizeram nada muito diferente do que ela já havia feito. Limparam bem a pele e os olhos dele com muita água e até um pouco de soro até a remoção do produto nos olhos que ficaram bem vermelhos._ Vai ter uma irritação que vai passar aos poucos. Evite coçar os olhos - o médico de plantão indicou _ A queimação da garganta, olhos e pele vai diminuindo. Beba muito líquido e lave os olhos sempre que a ardência voltar._ Eu vou ficar cego? - ele perguntou._ Não - o médico sorriu _ Esse desconforto vai passar. A cegueira é momentânea e a tosse logo passa. Só tem que ter calma. Infelizmente







