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Cap 17: 120 milhões

last update publish date: 2023-08-17 06:07:20

Sabrina Becker.

Eu fico imaginando, o que se passa na cabeça dele? Tipo, o que é 120 milhões para os Duckworth?Acredite, nada. Pelo menos Adam parecia feliz com com a venda da garota para mim.

Eu tive o prazer de disputar com o Jhonson e ganhar com mérito.

Eu adorei.

Agora por outro lado, alguém está bastante irritado.

Aaron abre a porta do lado do passageiro brutalmente, desço do carro firmando meus pés descalços no chão com olhos atentos aos seus.

-Meus pés ainda doem.- resmungo em um gemido doloroso apoiando-me na  Lamborghini vermelha.

Aaron b**e a porta de veículo com brutalidade trancando o veículo com o controle ligado a chave.

-Você reclama demais.

Dei de ombros.

-Eu sei.

Aaron guardou as chaves no bolso se aproximando com uma cara nada legal.

-Eu já disse que te amo?- disse com sarcasmo, encarando seus olhas escuros, como o céu sem lua.

Aaron carrega-me em seus braços no estilo noiva e no momento permito que minha cabeça repouse sobre seu ombro.

-Seu sarcasmo me comove, Sabrina.

O portão se abre novamente e ergo a cabeça para olhar por cima do seu ombro.

Um outro carro.

Aaron caminho em passos duros até o hall da mansão.

-Você sabe que gastou 120 milhões de euros?- seus olhos fitam os meus. -Ainda disputou com o Jhonson, Sabrina.

-O que é 120 milhões perto da sua fortuna?- disse humorada. -Nem sentirá falta.

-Nossa fortuna! É uma Duckworth agora Sabrina.

Ele me pós no chão com certa delicadeza, direcionou sua mão até a maçaneta a forçando para abrir.

Olho para trás vendo o carro do Gustavo estacionar ao lado do veículo do mão de vaca e descerem 4 pessoas.

Gustavo, Kelly, Gio e Clara.

A menina que comprei.

"Comprei"

-Credo.- neguei afastando os pensamentos.

Aaron segurou meu pulso puxando-me para dentro.

-120 milhões.- Aaron sussurra frustrado.

Resolvi o ignorar, deite-me sofá encarando e teto, em 3 minutos o grupo adentra fazendo um barulho insuportável.

-Eu nunca mais na minha vida eu ando de carro com o Gustavo!- kelly esbraveja irritada. -Se eu quisesse morrer dispararia em minha própria cabeça.

Ponho-me de pé os encarando.

A garota estava quieta, com as mãos entrelaçadas em frente ao corpo e encarava fixamente o chão.

-Mari?- chamei o um pouco mais alto que o tom de voz da minha prima que discutia com Gustavo.

Logo a governanta do Aaron aparece aparecimento vestida para dormir.

-Leve a moça para um dos quartos? Obrigado.

O silêncio prevaleceu na sala, Mari assentiu e indicou a cozinha para garota que a companha.

-Ela tem uma cara de sonsa...

-Acho melhor a gente ir embora, você fala demais.- Giovanna passa pela irmã pegando seu braço. -Boa noite a todos.

Kelly contra a vontade vai com irmã, fazendo questão de esbarra ombro a ombro com Gustavo.

-Idiota.- Gustavo sorri com a ofensa acenando um tchau.

Difícil...

-Eu também vou indo.- ele põe as mãos no bolsos. -Te vejo amanhã loira.

O dei o sorriso falso, ele piscou para o primo que permanecia calado próximo a escada.

E lá se foi o Gustavo.

-Antes que comece a falar, irei fingir que não ouço nada, então fale sozinho.

Passo por ele subindo as escadas, ouço seus passos logo trás de mim e suspiro em busca de paciência.

-Você tem noção que abrigou uma estranha dentro da nossa casa?

"Nossa"

*

Aaron Duckworth.

Qual quer coisa! Juro, mas porra não me ignora.

E saber que ela está me escutando atentamente e me ignorando causa-me um sentimento de repudia.

-Sabrina! Não se traz gente que não conhece para dentro de casa.- murmuro. -Sua vida pode está em perigo agora.

Passamos pelo corredor rumo ao quarto e ela continua a me ignorar.

-Porra, eu to falando com você.

Seguro seu braço a puxando para trás, seu corpo se choca contra o meu e seguro seu outro pulso para baixo, evitando qualquer ataque.

Seus olhos azuis iluminados pelas luz fraca me encaram seriamente.

-Não vai me escutar?

Ela negou séria.

A virei em direção da parede á imprensando ali com força, logo afrouxando o aperto. Um gemido baixo sai dos seus lábios com o impacto, xinga baixo.

-O que eu tô tentando dizer Sabrina, é que isso pode ser perigoso. Você não a conhece.- sussurrei sem desviar o olhar.

Sabrina abaixou o olhar encarando descaradamente minha boca.

-Fiz a escolha errada?- ela sussurra em um tom sexy e nego ao encarar aqueles olhos azuis intensos. -Foi o que eu pensei.

Ela se desvencilhou puxando seus braços com força, indo em direção ao quarto.

A observo caminhar tranquilamente até o quarto, suas pernas estavam quase 100% amostra naquela minúsculo vestido.

Ela para na porta e pisca para mim com um sorrisinho de canto.

Desgraçada!

*

Sabrina Becker.

-Sabrina!- Gustavo me alcança ofegante. -Aaron disse para me grudar em você.

-Por que?- apertei o último botão e o elevador desce.

A essa hora da amanhã e já sou observada pelo seu segurança particular.

Incrível.

-Sua roupa.- ele diz com dificuldade. -Está exageradamente curta.

-Sabe que eu não ligo, até será bom.-

Digo humorada. -Será divertido.

-Você estará em um galpão com 9 homens e está dizendo que será divertido?- ele arqueia uma sobrancelha. -Por isso Aaron mandou ficar de olho em você, junto com a escolta.

-Escolta?

-20 homens.- ele diz sem graça e bagunça os fios negros. -Você eu não sei não...

A portas metálicas se abrem e arregalo os olhos ao notar a quantidade excessiva dê homens na garagem, todos armados com fuzis e usando preto ao lado de 5 ranger rover em tons escuro.

Um dos homens abre a porta para mim, indicando o interior do veículo completamente preto por fora.

-Duckworth!

[...]

A viagem até esse bendito galpão foi demorada porém bastante confortável.

Aaron ligou repentinas vezes para o meu celular e advinha? Recusei todas as chamadas.

Às portas de madeira aparentemente pesadas se abrem fazendo um rangido que quebra o silêncio do lugar que é cercado por árvores.

-Sério Gustavo? Jhonson?- sussurrei baixo para quê somente o mesmo pudesse ouvir ao notar a presença indesejada.

O homem qual Aaron havia levantando à voz no dia da festa estava aqui...junto com outros.

O que já estava me dando um certo enjoou.

-Ele é o capo da máfia cubana.- Gustavo diz normalmente, ótimo.

-Por que eu só estou sabendo disso agora?

-Achei que Aaron havia te dito.

Neguei ajustando o cropped azul em meus seios e dando um nó bem forte na jaqueta amarrada em minha cintura.

-Senhores.

-Becker.

-Duckworth, senhor Jhonson.- o corrijo.

O homem cujo qual aparenta ter em torno de 45 anos ajusta sua postura militar sustentando um olhar cinico.

Babaca.

-Mil perdões, senhora Duckworth.- assenti.

Relaxei a postura cruzando os braços sobre os seios, deixando minha barriga exposta.

-Iram ficar com o armamento?- eles se entreolham. -Não estou oferecendo, somente tenho pressa, então vamos direto ao assunto.- digo séria e eles voltam a me encarar.

-Qual o preço?- O outro questiona relaxando à postura.

Sustento o peso sobre uma perna a afastando da outra e sorrir gentilmente, jogando uma mecha do cabelo para o lado.

-380 milhões de euros.

-Nem fudendo.- Jhonson indaga. -Você é louca.

Gargalho irônica e ele estreita os olho, dou um passo frente.

-Você estava disposto a pagar milhões para tirar a virgindade de uma garota.- ele arregalou os olhos e dou mais um passo chegando perto o suficiente. -Qual é? Se for pra chorar miséria só fiz gastar gasolina atoa.

Toco seu peito com o dedo indicador sobre o terno em uma deslizada rápida.

-Imagina quando sua esposa souber que anda gastando milhões com mulheres virgens mas se recusa em ajudar o seu pais.- nego sutilmente encarando a linha imaginária que tracei. -Sinceramente? Eu teria vergonha.- o olho.

Seu olhar sobre o meu é duro, curvo os lábios em um sorriso sínico, dou meia volta bruscamente tendo a certeza que meu cabelo voou acidentalmente contra seu rosto.

Acidentalmente!

-Vadia!- ele rosna ao avançar mas logo para ao ter as armas apontadas para si.

-Respeito se não quiser ter seu corpo perfurado Jhonson.- Gustavo diz abaixando a ak-47.

Umedeço o lábio inferior e volto a cruzar os braços.

-Então?- ergo os braços ao redor do corpo. -Temos um acordo?

O homem ao lado assentiu.

-Sim senhora.

-Ótimo! Não vão se arrepender, temos as melhores armas.- ele concordou.

-Retirada.

Dei meia volta caminhando à frente do grupo e logo paro, viro-me calmamente e volto a encara os olhos castanhos furiosos.

-Oferecerei transporte gratuito!          inclusive, será direto para cuba e um desconto de 80 milhões.- virei-me em direção a saida e voltei a andar. -De nada.- gritei ao ouvir uma série de palavrões.

Gustavo me alcança abaixando a guarda.

-Você é doida Becker.

Rir do seu comentário fora de hora e assenti.

Meu celular vibra em meu bolso e o pego de imediato o desbloqueando com a digital, era o e-mail de Elisa.

Título era bem nítido, estava em letras maiúsculas.

"TA AI A MERDA BECKER"

Me sentei no banco confortavelmente e afivelei o cinto sobre o olhar do Gustavo.

-Tá olhando o quê?

-Você é gata sabia?- ele fecha a porta sem desviar o olhar.

-E você é insuportável.

Ele deu de ombros repousando a cabeça sobre o encosto do banco fechando os olhos.

Foquei a atenção no aparelho, li rapidamente à procura do resultado.

Não é possível.

-Meu Deus!

-O que foi Sabrina?- Gustavo olha para o aparelho e depois para mim assustado.

-Nada é que os sapatos que eu queria esgotaram.- tento dizer calmamente, sem gaguejar.

-Mulheres.- ele resmunga voltando a fechar os olhos.

Leio novamente...

Positivo...

Eles são irmãos!

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