LOGINSabrina Becker.
Ando lentamente ainda em choque.Como Aaron séria se tivesse 20% da personalidade dó Kléber e Kléber a do Aaron?Eles são bem...diferentes.-Você não parece nada legal, quer que eu resolva os assuntos sobre a transferência do dinheiro?Gustavo caminha ao meu lado intrigado, devo está pálida com certeza.-Fico grata Gustavo.- paro em frente a porta do meu escritório. -Pode providencia a aeronave que vai levar as armas também.Ele apenas assentiu e seguiu para seu lado do corredor.Respiro fundo girando a maçaneta abrindo a porta e entro de vez.-Aaron!- grito pelo susto, filho da mãe.Fecho a por trás de mim e o encaro.-O que faz aqui?Aaron usa uma camisa social branca com alguns botões abertos...e uma calça também social preta e um relógio dourado no pulso.-Vim te convidar para almoçar, estou curioso para saber como foi as negociações com o Jhonson.-Você sabia...Óbvio que sabia!-Por que acha que mandei 20 homens com você Sabrina?Ele se levantou, afastando a cadeira para trás.A minha cadeira.Ele caminha calmante em minha direção com as mãos nos bolsos, seu olhar me examina de cima a baixo.-Está pálida! O que houve Becker?-Nada demais! Somente alguns assuntos por fora.Ele assentiu ainda em dúvida, pelo menos não questionou.-Então vamos?-Aaron? Se não se importa, só quero ir para casa...- disse cabisbaixa. -Além do mais, estou sem fome.[...]Havia acordado a pouco tempo, ainda estou com sono, céus!-Como era na casa?- questiono meio sonolenta a Clara que cozinhava hoje no lugar de Mari.A noite já havia caído, para minha felicidade o dia já estava indo em bora.Irei voltar a dormir.-Legal, entre aspas! As garotas eram incríveis e estavam ansiosas para o leilão.- ela adiciona o macarrão cru na água fervente. -Sonhavam em casar com um mafioso, rico e bonito.-Enquanto a você clara?-Meu sonho era sair de lá.- ela sorrir gentilmente encarando as panelas.-Se não fosse por você...-Passou! Relaxa.Meu celular toca encima da mesinha de centro na sala e o ignoro.-Não vai atender?-Deve ser o Aaron, nem perco mais meu tempo atendendo telefonemas dele.- dei de ombros entrelaçando os dedos sobre a mesa. -O que mais sabe cozinhar?Aquele filho dá mãe recebeu uma simples ligação e estacionou o carro em frente a casa, desci e sem me dar satisfação saiu queimando pneu.Ele que se ferre agora.-Sou especialista em massas senhorita.- ela prova o molho branco para o macarrão e assenti em aprovação. -Perfeito.Meu celular toca anunciando as mensagens e reviro os olhos.-Acho melhor ir checar Sabrina.- ela riu baixo e assenti.Levantei-me dando meio volta em direção à sala, me joguei no sofá ao pegar o aparelho.O desbloqueei abrindo direto no aplicativo de mensagens e sorrir ver a ligação perdida e sua mensagem.Hum...quem é viva sempre aparece.Avril é igual a problemas!"Muito ocupada Chefa""Estou em território alemão. Te vejo na nossa boate favorita ás 23h.Depois de meses sumida a senhorita Bradson finalmente deu as caras.Rir ao reler suas mensagens, só para ter certeza.Depois de minutos a respondo."Agenda cheia. Te vejo lá, Bradson."A respondi e sem esperar por sua resposta, deixei o aparelho de lado e me levanto apressada.-Clarinha! Se Aaron chegar, avise que fui para empresa.- grito ao passar apressada pela porta da cozinha. -E não sei quando volto.Subo as escadas correndo, tenho 3 horas.Aaron Duckworth.Ponho a chaves no painel emadeiramento com cenho franzido ao notar o silêncio na casa e a ausência da loira.Vou até a cozinha onde Clara lavava a louça.-Viu a Sabrina, Clara?-Ela foi para a empresa! Já faz 4 horas.Assenti à deixando sozinha, retirei o celular o celular do bolso enquanto subia as escadas.-Duckworth.-Gustavo? Por acaso está com a loira insolente na m*****a cede?-Empresa?- ele rir auto, só então ouço o barulho estridente da música alta ao fundo. -Estou em uma boate! Vejo Sabrina conversando com uma outra mulher.-Que mulher?-Nem te conto.- ele grita e afasto o aparelho da orelha.Desligo a chamada, procuro por certo contato.Me escoro na parede alisando os fios para trás e respiro impaciente.O telefone toca insistentemente até que a ligação cai.Que porra!Vou matar aquela loira.Retorno a ligar depois de alguns minutos.-Aaron!-Becker! Eu exijo que retorne agora, não me faça ir ai.Ouço a música ficar cada vez mais distante e ela bufa.-Preciso resolver uma coisa Aaron, assim que acabar eu volto.-Você tem 2:00 hrs e o que está fazendo afinal?-Ajudando uma amiga, tchauzinho amor.- ela desliga o telefone.Encaro o teto e suspiro fundo, retirando o aparelho da orelha.M*****a desobediência.[...]São 3:40 da madruga, quando a porta se abre lentamente, fazendo rígido baixo.Sabrina adentra com uma cara emburrada, nada contente.-A gente tenta ajudar e em troca recebo uma maldição.- ela b**e a porta com força. -Eu odeio à Bradson.-Bradson?- me ponho de pé. -Sabrina Becker! Você estava se envolvendo com os Bradson?-Você os conhece?- ela ergue uma sobrancelha em duvida e dou de ombros. -Ah! Claro que conhece...- disse irônica.-Conheço o sobrenome e alguns feitos, o que a Avril queria aqui?Me sento só sofá e Sabrina me acompanha, sentando próximo a mim.-Samos amigas de balada, construímos um laço de amizade depois de várias noites de diversão.- ela suspirou e negou afastando pensamentos. -Como sabe que era a Avril?Sorri de lado encarando a tv desligada.-Somente sei.-Humm.- ela murmurou. -Ela me lançou uma praga só por que sequestrei o homem que ela queria "pegar"- faz aspas. -Juro que foi um acidente ou...uma simples coincidência.-Você fez o que Sabrina??-Mandei sequestrar o homem para ela.- ela boceja ao repetir. -A gente pode ir dormir? Tive uma noite longa...A abracei de lado, ela fechou os olhos ao descansar a cabeça sobre meu peito enquanto aliso seu braço.-Você é de deixar qualquer um maluco.- ela riu contra meu peito e baguncei seus fios.-Eu só quis ajudar...-Disse com seu tom de voz arrastada, era fofo sua voz dê sono. -Ela é cabeça dura.-Prometa que não irá se envolver nos assuntos dos Bradson.- ela assentiu lentamente.-Mas, se ela precisa de mim novamente, estarei aqui Duckworth.Bradson em território alemão...Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







