LOGINSem sombra de dúvidas a relação do mais novo casal Duckworth estava progredindo rápido. "Chega a ser estranho" para uma pessoa como Aaron que passou por um perrengue ao ter a noiva roubada pelo irmão.
Ele realmente estava disposto a mudar pelo seu relacionamento, mal sabia ele que desde o momento em que a loira entrou em sua vida algo ali já havia mudado.Pra melhor é claro.Sabrina havia notado sua mudança vagarosamente, em seu jeito, em seu toque até mesmo o jeito possessivo de querer protegê-la.O que ela ainda não entendia era o porquê da procura insistente de sua irmã.Seus pensamentos vinham com tudo na cabeça..."ele gosta dela" ou simplesmente "vingança"Há alguns dias atrás Sabrina havia assinado o documento que Cecília tinha dado como sugestão para ela.Era oficial! Sabina Becker junto com Kléber Valentin tinha a proteção da máfia alemã.Kléber já estava há algumas horas na Alemanha, Ele havia assinado o papel ainda no Havaí e mandou de volta para Sabrina.-Ele vai te matar, Sabrina!- kelly diz incrédula, não acreditando no que sua prima acabou de dizer. -Meu Deus! Quando ele souber...Sabrina deu de ombros, não se importando muito com a situação em que ela se meteu.Como se fosse novidade.-É a minha irmã Kelly!- desviou o olhar, encarando um ponto fixo qualquer. -Aaron deveria esquecer tudo isso, é passado!Kelly negou.-E a Giovanna? Ela é mais sensata que você...-Voltou para italia.- riu baixo. -Amém! Quando irá contar pro senhor mandão?Sabrina riu negando sutilmente, ela sabia que ele não faria mal ao irmão...era o que parecia.-Não sei! Eu não tenho coragem para isso, não agora.-Vai esperar ele ver sua outra cópia na rua e achar que é você?- kelly pausa pensativa. -Se bem que nem tem como, Sabina está com quase dois meses.-Como é?-Não sabia? Vai ser titia gatinha.- kelly se levantou recolhendo os pratos da mesinha de centro. -Titia do ano.Sabrina encarava fixamente a TV ligada em um desenho animado, em choque.Enquanto isso...Do outro lado da rua, especificamente na casa do Gustavo.-Você deixou sua mulher com aquela maluca?- ele sentou ao lado do primo lhe entregando uma latinha de cerveja. -Admiro a coragem.-Elas convivem juntas há anos.- ele abre a latinha, que espuma e Gustavo resmunga. -Lá se foi o tapete.-Tem razão! Talvez por isso que a Sabrina é louca.Aaron deu de ombros, bebericou a bebida logo devolvendo a latinha para o primo que o olhou intrigado.-Quente.Gustavo resmungou e se pôs de pé indo em direção à cozinha à procura de outra bebida para o primo.Aaron analisa o pasta marrom de papel por cima da mesinha de centro e o pega.Retirar rapidamente o papel, lendo com cautela.Gustavo segura firmemente uma latinha quase que congelada só para provocar o primo, ele para ao ver Aaron com o maxilar inferior travado.-Porra!-Me explica que caralho é esse Gustavo???Aaron se pôs de pé mostrando o documento com as assinaturas da esposa e do Valentim, firmando o contrato.A porta se abre e os rapazes desviam o olhar, observando a garota loira com o cenho franzido.-Cheguei em má hora?Lá se foi a tarde sábado.Aaron caminha em passos largos até Sabrina, Gustavo tenta protestar mas Aaon o manda ficar calado e não se meter.-Pode-me explicar o que é isso Becker?Sabrina pega o papel de suas mãos, ela não precisou ler o conteúdo! O seu nome e o do Kléber foi o suficiente.Ela volta o olhar para Aaron que aguardar sua resposta.-Medida protetiva! Para os proteger de você.- diz ríspida. -E não me arrependo de ter feito.Ela j**a os papéis para longe, Aaron sustenta seu olhar sobre a garota que não suspende a bandeira branca.-Você não tinha a porra desse direito! Você interferiu em minhas buscas Becker.- ele aumentou o tom de voz e Sabrina ó empurrou. -Eu sou o seu superior Sabrina, você esqueceu? Você passou por cima das minhas ordens.-Eu estou na liderança! Ou seja, eu sou a sua superior aqui. O caso passou para mim! E eu o encerrei Aaron.- ela gritou, sua face já estava avermelha. Ela não iria chorar.Sabrina se mantinha forte! Não ia demonstrar fraqueza ali, não agora.-Por que persiste na procura por minha irmã?- ela dar um passo à frente. -Você gosta dela! Óbvio, ela sempre foi a perfeitinha, e claro! Séria a esposa perfeita.Sabrina gritou contendo as lágrimas, Gustavo não tinha permissão para se meter, seu olhar perplexo sobre o primo era algo interrogativo, Aaron manteve-se calado. Ele engoliu seco.-Achei que estava mudando Duckworth!- ela o olha de cima abaixo. -Estava errada! Mas saiba, a minha irmã ama outro, se fosse por ela você estaria morto.- ela engole o choro. -Me ouviu? Morto!Ela lhe deu as costas. Aaron segurou seu braço a puxando para próximo, ele encarou os olhos azuis que estavam visivelmente avermelhados, doía dê certo modo ser o causador daquilo.Só ai ele caiu na real.Ele realmente está desenvolvendo sentimentos por a garota que está prestes a desabar a sua frente.Ele se arrependeu internamente por ter iniciado aquela discussão.-Eu sabia que era você Sabrina.- ele sussurrou. -Eu sabia que era você naquele maldito jantar, eu sabia que era você quando estávamos naquela jardim e você ousou a me afrontar.- seus olhos percorreram sua e sem obter respostas continuou. -Sabina não faria isso. E porra! Eu sabia que era você assim que adentrou vestida de noiva, fingindo estar feliz. Você seria e foi a Substituta perfeita para sua irmã Sabrina, sem passar por treinamento algum.Sabrina o olha sem demonstrar sentimentos, engole o choro e puxa seu braço e Aaron o solta sem relutância.-Por que persiste na busca da minha irmã?- Sabrina perguntou novamente. -Por que Aaron?Ela não obteve resposta.Deu meia volta saindo apressada sem esperar a resposta, Aaron tenta a impedir mas Gustavo o segura.-Deixa ela Aaron! Você pegou pesado.Aaron suspirou pesadamente, alisando os fios negros para trás.-Porra.Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







