INICIAR SESIÓNAaron Duckworth.
São 2:27 da madrugada.A insônia é algo que já faz parte da minha rotina desde muito jovem.A traição é algo que desperta a desconfiança e questionamento sobre a lealdade das pessoas. Assim como as mentiras.Eu poderia gritar aos 4 cantos desse mundo que ele sim! Era um amigo que eu considerava um irmão.Ser apunhalado pelas costas me fez ficar atento a tudo, movimentos, gestos, expressões e até aproximações.Retiro o coberto fino o jogando do lado vazio da cama.Aquela garota insolente deveria está aqui.Me sento na cama ainda meio sonolento fixando meu olhar no piso branco devidamente polido.-Por que você tem que ser tão desobediente...Me levanto em passos largos logo saindo daquele maldito cômodo que parecia me sufocar.Vários pensamentos rodam a minha cabeça.Sabrina.Sabina.Kléber.Maldito seja o dia em que eu não atirei.A porta estava escancarada, me chamem de psicopata, maluco ou doente.Nem eu mesmo reconheço minha própria sanidade mental.Com as mãos nos bolsos do moletom cinza, caminho tranquilamente até a sua cama, sem barulhos, sem ruídos, sem nada.Suspiro fundo dando a volta em sua cama sem retirar a atenção do seu belo rosto.-Tão linda, nem parece que é desafiadora e afrontosa.- falo baixo deixando um sorriso inesperado de canto escapar. -Debochada.Tiro uma mexa do seu cabelo loiro que me impedia de ver seu belo rosto que possuía traços fortes ao mesmo tempo tão delicados.Sabrina tinha suas mãos em baixo do seu rosto, sua boca entreaberta denunciando sua respiração descompassada.Ela fecha o cenho e suspira pesadamente.Toco o seu rosto alisando suas maçãs avermelhadas com o polegar, sua pele estava quente como fogo que a mesma é. Ela resmunga e se vira para o outro lado de bruços.Me levanto silenciosamente deixando um breve beijo de leve em seus fios loiros.-Bom sonhos, garota mimada.{...}Sabrina Becker.A porta se fecha fazendo um leve ruído denunciando sua saída e finalmente abro os olhos.Levanto rápido ficando sentada sobre a cama encarando fixamente a porta.-Que cara bipolar.- me jogo de volta na cama e puxo com as duas mãos o tecido branco cobrindo meu corpo e fecho os olhos.Eu em.*Do outro lado da porta, Aaron escutava Sabrina mantendo sua seriedade.Apoiado na porta, ouviu a garota resmungar e suspirou.Sabia que estava acordada.-Um pouco de diversão não faz mal a ninguém.[...]-Você só se mete em problemas garota e ainda me arrasta junto.- Kelly resmunga travando o cinto ao seu lado. -Tipo, não que eu não goste de problema mas, se Aaron descobrir a gente tá morta.Sabrina ignora a prima e pisa fundo no acelerador passando a macha.Nessa altura do campeonato problemas são os de menos já que fez coisa pior.Mais cedo ela havia avisado a Elisa que tinha conseguido a prova de DNA e assim marcaram um encontro em um lugar diferente.Aaron dormia tranquilamente por conta do calmamente que Mari havia o dado mais cedo a pedido da garota.-Ele vai achar a gente.-Não vai.Kelly encara a pista e suspira olhando a prima de relance.-Como você sabe?-Ele está dormindo, Kelly.Sabrina para no semáforo vermelho e sorrir apertando com força o volante da Lamborghini vermelha.-Ele vai te matar ou melhor, nos matar.-Ele é bipolar, ontém estava em meu quarto.- Ela olha a prima. -kelly? Eu sou afrontosa?Céus! Eu realmente nunca vou me esquecer daquilo.Eu posso ser tudo mas afrontosa?Sabrina questiona de forma sarcástica e Kelly a olha com deboche.O semáforo abre e Sabrina acelera.-Você sabe que sim gata. Faz parte de ser uma Becker.-Ai doeu!- ela concorda passando em um movimento rápido.***-Obrigado, Mari.Gustavo agradece pelo o borrifador com água o mesmo da meia volta subindo rápido ós degraus de mármore branco e indo direto para o seu objetivo.Seus fios negros balançava conforme ia subindo, vira a esquerda indo até uma das 5 portas do corredor.Ele adentra no quarto do primo se dirigindo até o corpo adormecido do mesmo.Ele pigarreia na tentativa de acorda-lo, sem sucesso.Ele então se aproxima estendendo o braço com o objeto que possuía o líquido incolor e borrifa na cara do primo.Aaron se levanta em um pulo apertando os olhos com força e retirando as gotículas de água com o antebraço.-Gustavo? Vai se...-Temos problemas, Sabrina sumiu e tenho um recado do seu pai.-Porra!Esbraveja puxando um tecido branco e enxugando o seu rosto.***Elisa olhava detalhadamente o objeto dentro do saco plástico e sorrir em negação.-Até que você é inteligente.-Ela é loira querida, não burra.- Kelly suga o refrigerante em seu canudo rosa encarando Elisa que dá de ombros.-Becker's.- ela resmunga baixo. -Enfim.- ela põe a escova que possuía alguns fios negros de lado. -Vou fazer o possível para conseguir a resposta dessa merda o mais rápido possível.-Se dar positivo, queira Deus que não. O que irá acontecer?- Kelly ergue a sobrancelha e olha para a prima que olha para Elisa.-Não me olhem assim, eu não sei!- ela olha para o aparelho vibrando encima da mesa emadeirada e olha para Sabrina que revira os olhos.-Acho melhor você atender.-É o Aaron?- Kelly pega o aparelho e analisa a tela. -Ai meu Deus.-Me dá.- Sabrina toma o aparelho e logo o atende.Elisa dá um gole em seu café observando a loira por cima da xícara.-Aaron! Como está meu bem?Kelly abre a boca pondo o dedo indicador entre a língua e o céu fazendo careta enjoativa.Elisa rir e Sabrina logo a olha de modo repreendedor e logo a garota de fios castanhos volta a sua postura séria.-Vai se ferrar! Não te interessa onde estou.Sabrina desliga o aparelho e batendo com força contra a mesa.-Já sei! Precisam ir.-Desculpa Elisa...-Eu entro em contato.Ela assentiu e se levantou acompanhada de Kelly.-Mata ele Sabrina.-Estou planejando isso.- Sabrina sorri de lado passando uma mexa dos seus fios para trás. -Verdadeiramente.Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







