Se connecterA ansiedade era uma entidade viva que habitava o peito de Lara, alimentando-se de cada respiração, de cada batida acelerada do seu coração. Dois dias haviam se passado desde aquele encontro no escritório de Calleb. Dois dias de silêncio ensurdecedor que a faziam questionar se aquela transação surreal havia de fato acontecido ou se era um delírio de sua ambição. O crachá temporário havia sido substituído por um permanente, com sua foto e o nome gravado em azul, mas ele pesava no bolso de seu blazer como uma placa de chumbo, um lembrete do acordo não dito.
O sétimo andar continuava seu ritmo frenético e barulhento, mas Lara agora o via através de uma lente nova, filtrada pelas palavras de Calleb. Ela observava os colegas não apenas como companheiros de trabalho, mas como peões, aliados em potencial ou futuros obstáculos. O senhor Almeida, com suas preocupações cotidianas, parecia uma figura tragicamente limitada, um administrador de um pequeno reino que ignorava as tempestades que o cercavam. Ela cumpria suas tarefas com uma eficiência robotizada, sua mente sempre dividida entre o presente e a expectativa do que estava por vir.
O primeiro sinal veio na forma mais impessoal possível: um e-mail.
Não era da Sra. Valéria. Era dele. O endereço simples, apenas "c.assis@mirage.com". O assunto, uma única palavra: "Disponibilidade".
O corpo da mensagem era ainda mais espartano:
Sala 1015. Agora.
Lara leu as palavras uma, duas, três vezes. "Agora." Não era um pedido. Era uma convocação. Um teste. Suas mãos suaram instantaneamente, e ela as limpou disfarçadamente nas calças. A Sala 1015. Ela não sabia o que era. Não era o escritório dele. Talvez uma sala de reuniões, ou algo mais.
Ela se levantou, tentando transmitir uma calma que estava a anos-luz de distância de seu estado interior. Ninguém no open space pareceu notar sua partida. Sua caminhada até o elevador foi uma jornada sob o olhar imaginário de toda a empresa. Cada passo no carpete cinza do sétimo andar ecoava em sua mente como um tambor de guerra.
A viagem de elevador para o décimo andar já não era mais novidade, mas a apreensão era a mesma. As portas se abriram para o silêncio aveludado e opressivo. Ela deslizou pelo corredor, seu coração batendo forte contra as costelas. A porta 1015 era discreta, sem placas identificadoras. Ela respirou fundo, ergueu a mão e bateu.
A voz que respondeu de dentro era inconfundivelmente dele, mas mais baixa, mais contida.
-Entre.Ela abriu a porta e entrou. Não era uma sala de reuniões. Era uma sala de projeção ou um pequeno auditório, quase escura, iluminada apenas pela luz azulada que emanava de uma tela plana desligada na parede oposta. O ar estava frio e imóvel. Calleb estava de pé no centro da sala, de costas para ela, vestindo um terno cinza-escuro que o fazia quase desaparecer na penumbra. Ele não se virou.
- Feche a porta - ordenou, sua voz um comando suave que cortou o silêncio como uma lâmina.
Ela obedeceu, o clique da tranca soando como uma sentença. O som foi absorvido imediatamente pelo estofamento acústico das paredes. O ambiente era claustrofóbico, íntimo de uma forma que seu escritório espaçoso nunca fora.
Ele finalmente se virou. Seus olhos, já acostumados com a escuridão, encontraram os dela. Não havia saudação, nem preâmbulo.
- Você recebeu o dossiê da concorrência? - perguntou ele, referindo-se a um documento confidencial que circulava apenas entre a alta direção.
Lara sentiu um frio. Ela não tinha acesso àquilo.
-Não, senhor.- O relatório de desempenho do último trimestre do setor europeu? A versão não editada.
- Não, senhor.
- Os e-mails trocados entre Almeida e o diretor financeiro sobre os cortes orçamentários do próximo ano?
Ela engoliu em seco. - Não, senhor Assis.
Ele deu um passo à frente, saindo da penumbra. A luz fraca da tela iluminou seu rosto, destacando a linha severa de sua boca.
-Então o que exatamente você tem me oferecido, Lara? Além da sua presença obediente?Ela ficou paralisada. Era um teste, mas não do tipo que ela esperava. Ele estava testando sua iniciativa, sua capacidade de se infiltrar, de obter informações por conta própria.
- Eu... eu posso tentar conseguir - ela disse, a voz trêmula.
- 'Tentar' é a linguagem do fracasso. - Ele fechou a distância entre eles, parando a menos de um metro dela. Sua presença era esmagadora na pequena sala escura. - Eu não invisto em 'tentativas'. Investo em resultados. Você aceitou a minha proposta. Agora precisa provar que vale o investimento. A obediência cega é inútil sem inteligência. Eu não quero um cachorro. Quero uma leoa.
Ele a fitou, seus olhos percorrendo seu rosto, seu pescoço, seus ombros tensos, como se estivesse avaliando uma ferramenta que ainda não funcionava perfeitamente.
- Existe uma hierarquia de poder neste edifício - ele continuou, sua voz baixa e hipnótica. - Existe o poder concedido pelo cargo, e existe o poder que você toma para si. O primeiro é limitado. O segundo, ilimitado. Você começa com nada. Para tomar, você primeiro deve se fazer pequena. Deve observar. Deve ouvir. Deve ser invisível até que sua hora chegue.
Ele deu mais um passo. Agora ela podia sentir o calor do corpo dele, sentir o cheio discreto de seu perfume no ar parado.
- O primeiro comando não é sobre ação. É sobre postura. É sobre entender a sua posição no ecossistema. - Ele fez uma pausa, e quando falou novamente, sua voz era um sussurro carregado de autoridade e perigo. - Ajoelhe-se.
As palavras pairaram no ar entre eles, pesadas e impossíveis. Lara sentiu o chão desaparecer sob seus pés. Ela o encarou, incrédula, procurando por um sinal de que era uma metáfora, um teste de lógica, qualquer coisa que não fosse literal.
- Aqui? - a palavra saiu como um sopro, um protesto patético.
A expressão de Calleb não se alterou. Não havia raiva, nem impaciência, apenas uma expectativa glacial.
-Você ouviu.Era a mesma frase, com a mesma calma aterradora. Não era uma questão de humilhação sexual, ela percebeu num lampejo de clareza aterrorizante que a fez sentir-se nua e completamente vista. Era muito mais profundo.
Ele não respondeu com palavras. Puxou a cueca para baixo e o pau saltou para fora, pesado, balançando. Era grande mesmo — uns 20 centímetros de comprimento, grosso como o pulso dela, veias saltadas percorrendo toda a extensão, a cabeça vermelha e inchada, brilhando com o líquido transparente que escorria da fenda. As bolas eram pesadas, cheias, cobertas por pelos escuros bem aparados.Clara soltou um gemido longo e agudo ao ver.— Meu Deus do céu… que pau maravilhoso… tão grosso… tão grande… olha essa cabeça inchada, parece que vai explodir. E esse cheiro… cheiro de macho, de porra acumulada. Padre Lucas… eu quero chupar. Posso?Ele segurou o pau pela b
A igreja matriz de Santa Luzia estava mergulhada no silêncio pesado das 22h. O calor úmido de Minas Gerais não dava trégua, mesmo à noite. O ar dentro do templo parecia denso, carregado de incenso velho, cera derretida e o cheiro sutil de suor humano que se acumulava nas madeiras antigas. Apenas o crepitar das velas votivas tremulando nos candelabros laterais quebrava a quietude, junto com o ronco distante de um trovão que anunciava chuva forte sobre as montanhas.Irmã Clara ajoelhou-se devagar no confessionário, o banco de madeira rangendo sob seus joelhos. O hábito negro, feito de tecido grosso, colava-se ao corpo dela como uma segunda pele por causa do suor. Os seios pesados, normalmente escondidos sob camadas de roupa, pressionavam o tecido úmido, marcando os mamilos endurecidos pelo tesão que já a consumia há horas. Entre as pernas, a boceta depilada latejava, molhada demais, o mel escorrendo pela coxa interna e sendo absorvido pelo hábito. Ela respirou fundo, sentindo o cheiro d
Uma semana depois, o 28º andar estava silencioso mais uma vez. O expediente havia terminado há quase duas horas. A maioria das luzes estava apagada, restando apenas o brilho amarelado das luminárias da sala principal de Albert. Cleia já sabia o que significava quando ele mandava uma mensagem curta às 19h47: “Venha à minha sala. Agora.”Ela entrou sem bater, o coração acelerado, a boceta já começando a latejar de expectativa. Albert estava sentado atrás da mesa de mogno, o terno ainda impecável, mas a gravata afrouxada e o primeiro botão da camisa aberto. Aos 48 anos, ele parecia ainda mais imponente naquela penumbra, os olhos escuros fixos nela como se já estivesse imaginando todas as formas de usá-la.— Fecha a porta — ordenou ele, a voz rouca e baixa.Cleia obedeceu, girando a chave com dedos trêmulos. O clique soou definitivo.Albert se levantou devagar, caminhando até o centro da sala. Parou a poucos passos dela, olhando-a de cima a baixo. Cleia usava uma blusa social branca justa
Ele enfiou os três dedos até o fundo e os deixou lá, pressionando o ponto sensível enquanto o polegar vibrava no clitóris. Cleia gozou ali mesmo, na mesa de jantar, com três investidores sentados a menos de um metro dela. O orgasmo foi silencioso, mas violento: a boceta contraiu-se forte ao redor dos dedos dele, jorrando um pouco de mel quente que escorreu pela mão de Albert e molhou a coxa dela.Ela apertou os lábios com força, fingindo tossir novamente, o corpo inteiro tremendo sutilmente.Albert retirou os dedos devagar, limpando-os discretamente no guardanapo de linho antes de continuar a conversa como se nada tivesse acontecido.— Como eu dizia, o contrato está praticamente fechado. Só depende da assinatura de vocês.O jantar se arrastou por mais quarenta minutos. Cleia passou o resto do tempo com as coxas apertadas, a boceta sensível e latejante, o vestido
Albert havia escolhido o restaurante com cuidado: um dos mais exclusivos da cidade, no último andar de um hotel cinco estrelas, com vista panorâmica para a cidade iluminada. Mesas afastadas, iluminação baixa e um ambiente discreto o suficiente para homens poderosos fazerem negócios… ou outras coisas.Cleia estava nervosa desde que ele lhe enviara a mensagem à tarde: “Vista o vestido preto curto que comprei para você. Sem sutiã. Sem calcinha. Cabelo solto. Chegue às 19h30 em ponto na minha cobertura.”Agora, sentada ao lado dele na mesa redonda com quatro investidores importantes, ela sentia o ar-condicionado gelado roçando diretamente nos mamilos duros sob o tecido fino do vestido. O vestido preto era curto demais — mal chegava ao meio das coxas grossas —, com um decote generoso em V que descia até quase o umbigo, deixando os seios pesados e firmes quase expostos. Cada movimento fazia o tecido escorregar perigosamente sobre os mamilos rosados.Albert, aos 48 anos, estava impecável no
Ele se levantou, abrindo o cinto e o zíper da calça com calma. Tirou o pau grosso, veioso e bem maior do que ela imaginava. A cabeça rosada brilhava com pré-gozo, as veias saltadas marcando o comprimento longo e grosso.— Olha o que você fez com o pau do seu chefe. Olha como ele está duro por causa dessa bocetinha de 24 anos.Cleia encarou o pau dele, os olhos arregalados. Era maior e mais grosso do que qualquer coisa que ela já tinha visto.— É tão grande… senhor…— E vai entrar todo em você. Agora abre bem essas pernas.Albert segurou as coxas grossas dela, abrindo-as ao máximo. Posicionou a cabeça grossa do pau na entrada da boceta encharcada e empurrou devagar, centímetro por centímetro. Cleia sentiu a carne sendo esticada, o pau dele abrindo caminho dentro dela como nunca antes.— Ahhh… está me abrindo… está muito grosso…— Isso mesmo. Sente o pau de um homem de verdade. Não daqueles garotos que você fodeu antes. Esse pau aqui sa
A tempestade chegou sem pedir licença. Começou como um sussurro nervoso nas folhas das poucas árvores da alameda, um cheiro de ozônio cortando a poluição habitual. Para Leon, sentado em sua poltrona com um relatório de especificações técnicas, foi inicialmente apenas um ruído de fundo, um fenômeno
Ela só conseguiu anuir, suas palavras presas na garganta. Ele começou a mover o dedo, um ritmo lento e profundo que a fez ver estrelas mesmo de olhos abertos para o vale ensolarado. Sua outra mão subiu e puxou a amarração do seu roupão, abrindo-o. O ar da manhã acariciou seus seios, e seus mamilos
O primeiro raio de sol não foi um despertar, mas um acordar lento e gradual para um novo mundo. Kethlen emergiu do sono pesado, aquele que só vem após uma noite de entrega total, com a sensação de um corpo profundamente usado e satisfeito. Cada músculo doía com uma dor doce, cada marca nos seus qua
O prédio comercial na Avenida Paulista ficava quase fantasmagórico depois das oito da noite. Os corredores largos, que durante o dia ecoavam com saltos apressados e conversas de celular, agora estavam silenciosos, iluminados apenas por lâmpadas fluorescentes de emergência que davam um tom azulado e







