LOGINChoveu forte pra caralho aquela noite em Nova Lima.Uma tempestade pesada, típica de verão mineiro. Relâmpagos cortavam o céu a cada poucos segundos, seguidos por trovões que pareciam fazer as casas tremerem. A chuva caía grossa, barulhenta, transformando os quintais do condomínio em verdadeiros lagos.Martin estava esperando no quintal de casa, debaixo do telhado da varanda dos fundos, só de short preto. O chão já estava encharcado. Ele fumava um cigarro, o corpo tenso de expectativa. Depois da foda braba na cozinha no dia anterior, os dois mal tinham conseguido ficar longe um do outro. O vício já estava instalado.Ele ouviu o barulho primeiro.Um salto suave no muro baixo que separava as casas. Depois, o som de pés descalços pisando na grama molhada.Sabrina pulou o muro como uma puta no cio.Usava apenas um robe curto de seda preta, completamente aberto. A chuva caía direto sobre o corpo dela, encharcando tudo. Os peitos pesados balançavam livres, os bicos escuros duros de frio e t
Sabrina mal tinha dado cinco passos em direção à cozinha quando Martin perdeu completamente o controle.Ele a agarrou por trás com força bruta, uma mão grande segurando a cintura fina e a outra afundando na bundona macia. Com um puxão violento, prensou o corpo dela contra a pia de granito frio da cozinha. O impacto fez os peitos pesados dela balançarem dentro do baby-doll transparente.— Chega de provocação, sua vadia — ele rosnou no ouvido dela, a voz grossa de tesão acumulado. — Você veio aqui pra levar pica e é isso que vai acontecer agora.Sabrina soltou um gemido manhoso, empinando a bunda contra o pau duro que latejava entre suas nádegas. Martin não esperou. Agarrou o baby-doll pelos ombros e rasgou o tecido fino com um puxão forte. O pano se partiu ao meio como papel, liberando aqueles dois peitos pesados e redondos que saltaram para fora, balançando obscenamente. Os bicos marrons estavam inchados, duros como pedra.Ele jogou os restos do baby-doll no chão e agarrou os dois pei
Na manhã seguinte, Martin acordou com o pau duro novamente. Eram quase dez horas. Ele tinha dormido pouco. Passara boa parte da madrugada limpando a parede do quarto que estava completamente lambuzada de porra seca. Mesmo assim, o cheiro de esperma ainda pairava no ar. Ele olhou para o gesso e sorriu feito um tarado. Tinha gozado pra caralho pensando naquela vizinha bunduda.Tomou um café preto forte na varanda, só de bermuda, coçando o saco distraidamente. Não conseguia parar de pensar nela. Naquela boca de puta. Naqueles peitos pesados. Naquela bundona que balançava quando ela andava. E principalmente nos gemidos que ouviu através da parede fina. O jeito que ela gritou “me fode, Martin” enquanto se dedava.Ele estava quase decidindo pular o muro e ir até lá quando ouviu o barulho de saltos no quintal ao lado.Três batidas firmes na porta da frente.Martin abriu sem camisa, bermuda baixa, exibindo o V do abdômen e o volume já crescente entre as pernas. E o que ele viu quase fez seu q
Eram exatamente duas e dezessete da manhã quando o silêncio da casa de Martin foi quebrado.Ele ainda estava acordado, virando de um lado para o outro na cama king size, completamente pelado. O ar-condicionado lutava contra o calor mineiro abafado daquela noite, mas o verdadeiro problema não era a temperatura. Era ela. Sabrina. Aquela bundona safada que tinha se mudado para o lado da casa dele há menos de vinte e quatro horas.Desde que a ajudara com a mudança, Martin não conseguia tirar aquela visão da cabeça. O short jeans ridiculamente curto. A calcinha fio-dental preta desaparecendo entre as bandas grossas e suadas daquela bunda. Os peitos pesados balançando dentro da blusa fina. O sorriso de puta quando ela disse “se o moço for forte… pode vir”.O pau dele estava duro de novo. Latejando. Já tinha batido uma punheta mais cedo no banho pensando nela, mas não adiantou. Agora, deitado no escuro, ele segurava a rola grossa com a mão direita, esfregando devagar, imaginando como seria e
Martin estava largado na varanda de casa, na cadeira de plástico velha que rangia a cada movimento, tomando café preto puro e fumando o terceiro cigarro da manhã. Eram quase dez horas e o sol de Nova Lima já castigava forte. Ele vestia apenas uma bermuda surrada de nylon, sem cueca, com o saco folgado descansando contra a cadeira quente. Aos 34 anos, Martin tinha o corpo marcado por academia antiga e cerveja boa. Alto, ombros largos, braços grossos e uma mente que nunca desligava do sexo.Ele vivia sozinho naquela casa há quase quatro anos. Vizinhança tranquila, muro baixo separando as propriedades, o tipo de lugar onde todo mundo via tudo, mas fingia que não. Martin gostava assim. Gostava de observar.Foi quando o caminhão de mudança parou na casa ao lado que o dia mudou completamente.A porta do carro abriu e ela desceu.— Puta que pariu… — Martin murmurou baixinho, quase deixando o café cair.Sabrina era uma puta ambulante de 29 anos. O corpo dela parecia ter sido feito para provoc
Adnam meteu fundo uma última vez, o corpo inteiro tensionado como um arco. Seu pau latejava violentamente dentro da buceta encharcada de Karsu, e então ele gozou rugindo como um animal. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra jorraram direto contra o fundo do útero dela, enchendo-a até transbordar. O sêmen branco e viscoso escapava ao redor do pau grosso, escorrendo pela bunda arrebitada, pingando no sofá da sala que já estava completamente destruído de fluidos dos últimos dois dias.Eles ficaram abraçados, suados, ofegantes, pele colada em pele. Adnam ainda profundamente enterrado dentro dela, pulsando os últimos resquícios de porra. O peito dele subia e descia contra as costas dela. Karsu tremia levemente, os espasmos do orgasmo ainda percorrendo seu corpo, a buceta contraindo ritmicamente ao redor do pau do padrasto como se quisesse ordenhar até a última gota.Por longos minutos nenhum dos dois falou. Apenas respiravam o cheiro de sexo que impregnava toda a casa. O cheiro dele







