MasukTodo homem tem uma regra. Esses estão prestes a quebrá-la. Ele jurou que nunca misturaria trabalho com prazer. Prometeu a si mesmo que jamais se apaixonaria pelo melhor amigo. Disse a todo mundo que não era do tipo que queria mais do que uma noite. Então veio o olhar que durou tempo demais. A mão que ficou um segundo além do educado. O rubor que ele não conseguiu esconder. Dentro destas páginas, homens confiantes encontram a única pessoa capaz de abalar sua compostura, e os tímidos descobrem que são mais corajosos do que imaginavam. Rivais, colegas de apartamento, colegas de trabalho e velhos amigos que deveriam ter mais juízo, mas não conseguem parar de rondar a única coisa que desejam. Addicted to Sin é uma coletânea de histórias MxM picantes, em que a tensão é doce, a química é arrebatadora e mais um olhar nunca é o bastante. Regras só são divertidas até você encontrar alguém que vale a pena quebrá-las.
Lihat lebih banyakEU REALMENTE NÃO PRECISO TE AVISAR. NÉ? ^^
Capítulo 1 POV do Rick Eu chutei a porta da frente atrás de mim, a gravata já frouxa, os ombros dormentes depois do dia longo pra caralho no escritório. Hoje completei vinte e oito. Mais um ano com a mesma rotina de merda. O Tim tinha me mandado mensagem mais cedo dizendo que ia “cuidar do jantar”, o que geralmente significava delivery e o pau dele enterrado na minha garganta antes da comida esfriar. Por mim, tudo bem. Eu precisava exatamente desse tipo de aniversário. Precisava tirar toda aquela energia ruim… ops, porra… de dentro de mim. — Tim? — chamei, jogando as chaves na mesinha perto da porta. O apartamento cheirava a velas de baunilha e algo mais forte que eu não conseguia identificar de imediato; uísque, talvez. As luzes estavam baixas, daqueles climas de pedido de casamento que a gente vê enquanto perde tempo no T****k. Espera… será que eu estava sendo pedido em casamento? Comecei a fantasiar com casamentos românticos na praia, o homem de terno e o outro de vestido de noiva. Espera, acho que eu me confundi. Será que eu poderia usar um vestido de noiva? Ia ser foda, quem sabe. Enquanto eu estava perdido nas minhas fantasias, imaginando se ficaria gostoso num vestido preto com máscara, dando aquele clima gótico, senti mãos fortes me agarrarem por trás. Uma tampou minha boca, a outra deslizou possessiva pela minha cintura. Meu coração subiu direto pra garganta ao mesmo tempo em que meu pau deu um solavanco dentro da calça. Era o Tim. Eu reconheceria aquele aperto agressivo de qualquer lugar, mesmo vendado no meio de outros caras. — Shhh, aniversariante — ele rosnou no meu ouvido, o hálito quente. — Sem falar. Só sente. Ele me virou e me prensou contra a parede, a venda de seda preta de sempre já nas mãos. Era a mesma que ele usara na noite em que me amarrou na cabeceira e me provocou por quase duas horas seguidas. Meu homem é um monstro. E eu não queria de outro jeito. Meu pulso disparou quando ele amarrou a venda bem apertada no meu rosto, me jogando na escuridão. Depois a boca dele estava na minha: rude, exigente, a língua entrando como se ele fosse dono de cada centímetro de mim. O que, na maioria das noites, ele basicamente era. Minhas roupas sumiram rápido. A camisa rasgada, botões voando. A calça empurrada pelas coxas. Eu já estava meio duro quando a mão dele envolveu meu pau e deu uma primeira arrastada lenta, provocante. — Tim… que porra você tá— — Quieto. — A voz dele tinha aquele tom que eu amava; o tom que dizia que eu estava prestes a ser destruído. Meu pau escorreu um pouco só de imaginar o quanto eu ia ser arruinado aquela noite. — Hoje é especial. Feliz Dia da Foda pra você, Rick. Eu ri sem fôlego, deixando ele me guiar para frente. Chegamos na sala depois de uma série de esbarrões de joelho e ombro. Ele tinha uma mão no meu pescoço, a outra ainda bombando meu pau com preguiça. O ar estava diferente. Mais quente. Como se houvesse mais corpos ali do que deveria. Os pelos da minha pele se arrepiaram. Aí eu ouvi. Uma risada baixa do meu lado e outra suave vindo de uma direção que eu não conseguia apontar. Depois passos. Vários. Meu estômago virou enquanto meu cérebro já meio morto ficava hipersensível. — Tim? Ele não respondeu com palavras. Em vez disso, puxou a venda. A sala estava lotada. Seis… não, sete caras, em vários estágios de nudez, sorrindo pra mim como lobos que acabaram de achar carne fresca. Reconheci alguns na hora: o Jax da academia, todo músculos grossos e aquelas tatuagens escuras aterrorizantes descendo pelo peito. À esquerda estava o Rico, o colega de trabalho barulhento do Tim que sempre me olhava como se quisesse me comer nas festas, e mais alguns que eu já tinha visto no celular do Tim; ficadas, eu adivinhei. Varrendo o cômodo inteiro, meus olhos pararam num rosto que fez minha garganta secar: Derek. Meu colega do setor de contabilidade. O quieto, o sarado, aquele com quem eu batia punheta pensando mais vezes do que eu jamais admitiria. Eles estavam com drinks na mão. Alguém segurava um bolinho de chocolate pequeno com velas acesas. Uma faixa ridícula com “Feliz Dia da Foda” em letras brilhantes estava colada torta em cima do sofá. Eu me perguntei que mente doente tinha vendido aquilo. Eu estava ali, nu, o pau latejando traidoramente duro na frente de todos eles, o coração batendo tão alto que eu tinha certeza que eles conseguiam ouvir. — Que… porra é essa, Tim? — consegui soltar, a voz misturando confusão e surpresa. Tim se colocou atrás de mim, os braços envolvendo minha cintura, o pau dele duro pressionando minha bunda por cima do moletom. Ele beijou o lado do meu pescoço e sussurrou, alto o bastante para todos ouvirem: — Você sempre fala que o sexo de aniversário é muito baunilha. Então decidi te dar a experiência completa e descontrolada. Esses caras estão aqui pra garantir que você leve absolutamente tudo que você já fantasiou. Rico ergueu o copo. — Feliz Dia da Foda, Rick. A gente trouxe bolo… e uma porrada de pau. O grupo riu. Alguém começou a cantar uma versão imunda e desafinada de “Parabéns pra Você”: “Feliz Dia da Foda pra você, vamos te encher até o fundo…” Tim me virou devagar para que eu ficasse de frente para o círculo. Meu rosto queimava de humilhação, mas meu pau já estava escorrendo, o pré-gozo brilhando na ponta. Eu não conseguia esconder o quanto aquilo estava me deixando excitado. Ser observado. Ser desejado daquele jeito. Todos eles me encarando como se eu fosse o prato principal de cinco estrelas. Eles não olhavam exatamente assim, mas eu me sentia cobiçado, entendeu? — De joelhos, bebê — Tim disse, a voz baixa e cheia de comando. Ele empurrou meus ombros com gentileza até eu afundar no tapete no meio da sala. Eles se aproximaram. Mãos nos meus ombros, dedos no meu cabelo, paus sendo tirados um por um; de todos os tamanhos: grossos, venosos, já duros e pesados, tortos, curvos, o que você quiser. O do Jax era piercing. O do Derek curvava exatamente do jeito certo. Tim ficou bem na minha frente, se masturbando enquanto me olhava de cima com orgulho puro e fome. — Abre a boca, aniversariante — ele disse. — Hora de apagar as velinhas do jeito gostoso. Eu abri os lábios e o primeiro pau — a grossura familiar do Tim — deslizou pela minha língua. Outra mão guiou minha mão direita em volta de um segundo pau. Alguém atrás de mim desceu a mão e começou a brincar com meu cu, dois dedos lubrificados circulando de forma provocante. Gemidos encheram a sala em harmonia. O gosto de pele e pré-gozo inundou minha boca enquanto eles se revezavam me alimentando. Devagar no começo, depois mais fundo, um segurando minha cabeça enquanto o outro me elogiava num sussurro rouco: — Olha só ele… que putinha gulosa já. Eu estava perdido naquilo, saliva escorrendo pelo queixo, olhos marejados, quando ouvi uma voz nova cortar o caos sujo. — Ei, antes da gente começar de verdade… — era o Jax, o tatuado. Ele segurava uma mala preta grande que aparentemente tinha trazido. Abriu o zíper com um sorriso safado e tirou algo que fez meu estômago cair e meu cu apertar ao mesmo tempo. Uma máquina de foder. Isso mesmo que você leu. Elegante, poderosa, com um dildo realista grosso já encaixado, brilhando de lubrificante fresco. Do tipo que a gente vê nos vídeos bem pesados. — Feliz aniversário, cara — Jax disse, apoiando a base pesada no chão com um baque seco. — Achei que a gente podia testar essa delícia em você enquanto o resto de nós assiste e se prepara pro segundo round. E aí, Rick? Pronto pra ser fodido pela máquina na frente de todo mundo? A sala explodiu em risadas baixas e gritos sujos de aprovação. A mão do Tim apertou possessiva no meu cabelo enquanto ele me olhava de cima, os olhos escuros de promessa, esperando uma resposta. Minha voz saiu rouca, já destruída pelos paus na boca. — Porra… sim. Tim deu um sorrisinho. — Bom menino. Vamos te montar.Capítulo 70POV do NicolasEu estava de volta no café três dias depois como se nada tivesse acontecido. Tinha o mesmo avental amarrado na cintura, o mesmo turno e a mesma máquina de café velha que sempre chiava alto demais quando esquentava.Me movi pelos pedidos sem pensar. Leite. Espresso. Com um sorriso que não alcançava lugar nenhum. Minha cabeça ainda presa no cara do cemitério. O casaco preto com a cobra no pescoço. O jeito que ele me olhou e depois só foi embora pareceu particularmente estranho pra mim.A sineta sobre a porta tocou por volta das duas da tarde. Levantei os olhos e minha mão travou na xícara que eu segurava.Era ele.No mesmo casaco preto. Cabelo escuro ainda um pouco úmido como se tivesse andado na chuva de novo. Veio direto pro balcão e parou na minha frente. Perto o bastante pra eu ver a borda da tatuagem onde sumia sob o colarinho.“Café preto,” ele disse.Assenti e virei pra máquina porque olhar ele tempo demais parecia perigoso. Meus dedos tremeram quando a
Capítulo 69POV do NicolasFiquei ali com as mãos enfiadas nos bolsos do casaco, estalando os nós dos dedos enquanto encarava o buraco no chão como se não tivesse nada a ver comigo.As pessoas continuavam falando em vozes baixas nas bordas mas nada disso me alcançava. Não de verdade. O padre disse as coisas de sempre. Alguém atrás de mim fungou forte enquanto o tempo todo eu só mantinha os olhos na madeira enquanto baixavam e sentia nada além de vazio. O jeito que eu sempre sentia perto dele quando ele estava vivo.A mãe era o oposto. Ela ficou bem na beira, tremendo tão forte que o vestido preto parecia que ia cair dela. No segundo em que a última oração terminou ela deu um passo à frente e a voz cortou tudo.“Roger, por favor. Você não pode me deixar assim. Eu preciso de você. Volta. Por favor só volta.”A tia Claire pegou o braço dela. A mãe puxou e continuou, mais alto.“Você prometeu que sempre estaria aqui. Disse que nunca ia nos deixar. O que eu deveria fazer agora? Me responde
Capítulo 68POV do RicoA Sara foi pra cama cedo de novo. Beijou minha bochecha do jeito que sempre fazia e virou de lado. Deitei ao lado dela encarando o teto até a respiração dela desacelerar. Meu corpo já sabia pra onde ia.Me disse que só estava pegando água mas meus pés me levaram pra baixo de qualquer jeito.A luz da cozinha já estava acesa. O Nicky encostado na bancada. O Tim perto da mesa. Nenhum dos dois pareceu surpreso.Os olhos do Nicky percorreram eu uma vez.“Bom garoto.”Só isso.O Tim entrou primeiro. Pegou meu pulso e me virou pra bancada. O Nicky puxou um comprimento de corda fina da gaveta como se estivesse esperando ali. Eles se moveram juntos sem falar. O Tim segurou meus braços atrás das costas enquanto o Nicky enrolava a corda nos pulsos. Apertado o bastante pra eu sentir a mordida. Não apertado o bastante pra entorpecer.“De joelhos,” o Tim disse.Desci. Meu pau já estava duro e pesado entre as pernas. O Nicky entrou na minha frente e abriu o jeans. Grosso e já
Capítulo 67POV do RicoA manhã chegou e ninguém falou enquanto a gente empacotava as barracas. A Sara manteve os olhos no chão. O Nicky se movia em volta de mim como se eu fosse mobília enquanto o Tim carregava o carro sem olhar pra nenhum de nós.A volta pra casa durou pra sempre.A Sara sentou na frente, a testa na janela. Observei o lado do rosto dela e tentei achar alguma coisa pra dizer. Nada veio. No banco de trás o joelho do Nicky descansava no meu. Toda vez que o carro virava o contato ficava. Ele não se afastou. Eu também não. O Tim dirigiu com uma mão no volante, calmo, como se os últimos quatro dias tivessem sido comuns.Entramos na entrada no fim da tarde. A Sara abriu a porta antes do motor parar.“Eu preciso dormir,” ela disse. A voz plana. Foi direto pra cima. A porta do quarto fechou com um clique baixo.Fiquei no corredor segurando nossas bolsas e senti a casa se assentar em volta de mim como se soubesse que eu não pertencia mais nela.A noite se esticou longa. Tente
Bem-vindo ao Goodnovel mundo de ficção. Se você gosta desta novela, ou você é um idealista que espera explorar um mundo perfeito, e também quer se tornar um autor de novela original online para aumentar a renda, você pode se juntar à nossa família para ler ou criar vários tipos de livros, como romance, leitura épica, novela de lobisomem, novela de fantasia, história e assim por diante. Se você é um leitor, novelas de alta qualidade podem ser selecionados aqui. Se você é um autor, pode obter mais inspiração de outras pessoas para criar obras mais brilhantes, além disso, suas obras em nossa plataforma chamarão mais atenção e conquistarão mais admiração dos leitores.