O médico responsável por Luiza, sentado no consultório, olhou para o homem à sua frente, cercado por uma pressão quase palpável, e criou coragem para dizer: — Sr. Gustavo, não é que eu não queira lhe mostrar. É que são as normas do hospital.Em outras palavras, era uma regra estabelecida pela família Frota.Ali não era Cidade A, nem um hospital do Grupo Marques. Aquele hospital, do primeiro tijolo até a diretoria, pertencia à família Frota.Além disso, Luiza tinha sido levada pessoalmente por Nina. Mesmo que o médico tivesse ousadia de sobra, ele não teria coragem de vazar qualquer informação.Gustavo baixou um pouco o olhar, quando ouviu, atrás de si, a voz de Nina: — Você faz tanta questão assim de ver?Gustavo já tinha bastante convivência com Cauã e não era a primeira vez que se relacionava com Nina. Ele foi direto: — Nina, dessa vez eu estou te pedindo de verdade.Nas entrelinhas, ele deixava claro que, de um jeito ou de outro, ele ia ver aquele laudo.Se a família Frota não
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