Feriados são minha desculpa perfeita para transformar o relógio num mero enfeite. Minha avó dizia que 'horário de feriado é medido pela fome', e ela tinha razão: almoço vira brunch, jantar vira ceia, e os lanches intermediários viram uma trilha sonora gastronômica. Até meu cachorro entra no espírito, cochilando em horários aleatórios e me puxando para caminhadas noturnas sob luzes de Natal ou fogos de artifício.
A magia está justamente nessa liberdade temporal. Assistir ao nascer do sol depois de uma noite de 'Stardew Valley', ou reorganizar minha estante de mangás às 23h — coisas que a semana comum nunca permite. Claro, no último dia sempre vem aquela crise existencial tentando ajustar o sono antes da segunda-feira...
Adoro como os feriados viram meu relógio biológico de ponta-cabeça. Viro um vampiro cultural: visitas diurnas a museus vazios, sessões de filmes clássicos da TCM à meia-noite, e até compras de supermercado às 22h tornam-se aventuras. Minha playlist musical segue o mesmo fluxo — bossa nova de manhã, rock progressivo à tarde, e trilhas sonoras épicas enquanto cozinho algo elaborado de madrugada. Esses dias têm um tempo próprio, feito para ser preenchido com o que normalmente não cabe na rotina. Até voltar à realidade, é claro.
Nada como um feriado para bagunçar completamente a rotina, né? Durante esses períodos, minha programação vira um caos criativo. Acordo tarde, mergulho em maratonas de séries que acumulei durante meses e até viro a noite jogando 'The Witcher 3' sem nenhum remorso. A ausência de horários rígidos me faz descobrir novos podcasts matinais que, normalmente, nunca teria tempo para ouvir. E, claro, as sessões de cinema em casa começam às 15h e terminam... bem, quando o sono finalmente vence.
Curioso como esses dias 'fora da grade' acabam revelando pequenos prazeres: um café da tarde prolongado virando jantar, ou ler 'Duna' até as 3h da madrugada sem culpa. É como se o tempo ganhasse elasticidade, e eu me permitisse viver num ritmo totalmente diferente — até o alarme do trabalho voltar a governar minha vida.
2026-07-24 15:35:15
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As Desculpas Chegaram Tarde Demais
Lara Dimson
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Na manhã do meu décimo oitavo aniversário, eu desmaiei na clínica da alcateia após minha nonagésima nona doação de sangue para minha irmã gêmea, Maeve.
Ela havia sido amaldiçoada desde o nascimento uma maldição que só podia ser contida pelo meu sangue. O vínculo que compartilhávamos desde o ventre era a única coisa mantendo a magia sombria sob controle.
Quando acordei, a curandeira me disse que eu havia desenvolvido anemia aplástica uma condição rara em que a medula óssea começa a falhar. Anos de doações constantes finalmente haviam destruído meu corpo, e minha loba, Aurora, estava fraca demais para lutar contra aquilo.
Corri para contar à minha família, esperando que, desta vez, fosse diferente, apenas para encontrá-los na confeitaria encomendando um bolo de aniversário personalizado com apenas o nome de Maeve.
Eles tinham esquecido completamente do meu aniversário, mesmo sendo gêmeas e tendo nascido com apenas cinco minutos de diferença.
No começo, meu sacrifício era recebido com amor e elogios. Agora, não passava de uma obrigação que todos esperavam de mim.
Minha família havia escolhido Maeve em vez de mim inúmeras vezes antes.
Desta vez, eu decidi escolher a mim mesma.
Eu tinha duas semanas antes de desaparecer daquela casa da alcateia e da vida deles. Duas semanas para preparar tudo em silêncio enquanto permaneciam completamente alheios.
Eles pensariam que eu finalmente havia aprendido meu lugar como a fonte de sangue de Maeve.
Mas nunca perceberiam que eu estava contando os dias até desaparecer da vida deles para sempre.
Quando descobrissem, já seria tarde demais.
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
No oitavo ano de seus estudos no exterior, meu ex-namorado, cujo coração eu havia partido de forma implacável, finalmente voltou a fim de apresentar a nova namorada à família.
Foi no exato momento em que os médicos declararam a minha sentença final. Após oito anos de tratamentos fracassados contra o câncer, eu havia perdido a batalha e só me restava voltar para casa para esperar a morte.
Ao me ver sentada em uma cadeira de rodas, amparada pelos braços da minha mãe, os lábios de Samuel Silva se curvaram em um sorriso zombeteiro.
— Oito anos sem nos vermos e olha só o seu estado... Não consegue nem andar mais? — Provocou ele, com a voz carregada de repulsa.
Puxei a manga do meu casaco com calma, cobrindo as incontáveis marcas de agulha que pontilhavam as costas da minha mão.
— Não foi nada, apenas levei um tombo e fraturei um osso. — Respondi, sem alterar a expressão.
Samuel soltou mais uma risada sarcástica.
— Já que é assim, vou me casar em breve. Você bem que poderia ser a madrinha da minha noiva.
Mantive o sorriso sereno no rosto e neguei com um aceno leve.
— Agradeço, mas não vai dar. Estou prestes a fazer uma viagem para um lugar muito distante.
Dito isso, dei dois tapinhas suaves na mão da minha mãe, indicando que ela deveria me levar de volta para dentro.
Meu marido Alfa, Ryder, sempre detestou o som de um filhote a chorar.
Mas, recentemente, ele começou a cuidar do filhote recém-nascido da minha irmã adotiva, ficando ao lado dele no berçário todas as noites até o amanhecer.
Toda vez que Ryder saía do nosso quarto para o berçário, uma dor forte e inexplicável perfurava meu peito.
Essa agonia durava a noite inteira, até o amanhecer, quando ele voltava.
Eu finalmente tinha chegado ao meu limite.
No Festival da Lua Cheia, anunciei na frente de toda a alcateia que estava rejeitando nosso Laço de Companheiro.
A conexão mental da alcateia explodiu em sussurros de que a batalha havia danificado minha mente.
Uma luz dourada acendeu nos olhos de Ryder enquanto ele me encarava, descrente.
— Por eu estar ocupado demais para verificar se você estava bem quando se feriu, você está rejeitando nosso laço por causa de um filhote de seis meses?
Eu não o encarei. Em vez disso, meu olhar se demorou na leve marca de batom borrada dentro da gola dele.
Minha voz tremeu, mas não vacilou.
— Já que você ama tanto o filhote dela, assim que nosso laço for rompido, você poderá ser abertamente o pai.
O momento de trocar as alianças finalmente chegou. No altar, meu marido hesitava em dizer o tão esperado ‘sim’.
Tudo porque, uma hora antes, seu primeiro amor havia anunciado o término nas redes sociais.
A foto era de uma passagem aérea, o horário de chegada, dali a uma hora.
Meu irmão, então, subiu ao altar e comunicou a todos o adiamento do casamento.
Os dois, em perfeita sintonia, eles me deixaram ali, no centro das atenções, feita de piada diante de todos.
Mantive a calma, resolvi tudo com tranquilidade e, ao mesmo tempo, olhava o Instagram da amiga do meu marido.
Na foto, meu irmão e meu marido disputavam para agradá-la, cada um tentando dar a ela o melhor de si.
Com um sorriso amargo, disquei o número dos meus pais biológicos.
— Pai, mãe, eu quero voltar pra casa. Estou pronta para o casamento de aliança entre a Família Lopes.
Depois de ser usada como banco de sangue pela amante do meu marido, eu morri de doença em um apartamento alugado que ele, um bilionário, me ofereceu por caridade.
Hoje era o terceiro dia desde a minha morte, e meu filho de seis anos finalmente percebeu que algo estava errado.
Ele se cortou com um brinquedo, mas eu não o consolei.
Ele abriu um biscoito e tentou colocá-lo em minha boca, mas eu não o impedi.
Ele se deitou em meus braços, agarrando minhas roupas e sussurrando "mamãe", mas eu não respondi.
Sem saber o que fazer, ele encontrou meu celular e ligou para o pai bilionário.
— Papai, por que a mamãe ainda está dormindo?
O homem respondeu enviando uma foto dele e de sua amante em uma farta ceia de Véspera de Natal, e disse com frieza:
— Ela está apenas dormindo, não está morta. Hoje é Véspera de Natal, estou muito ocupado. Diga a essa sua mãe que só venha me procurar quando estiver disposta a admitir seu erro.
A ligação foi encerrada, e Mateus ficou parado por um longo tempo.
Ele pegou o último biscoito da casa que estava no lixo, partiu-o em dois e ofereceu um pedaço à minha boca.
— Mamãe, vamos comer também.
Descobrir os horários da semana 147.2 pode ser divertido se você souber onde procurar. Eu costumo acompanhar canais especializados no YouTube que fazem atualizações semanais sobre programações de animes e séries. Além disso, sites como MyAnimeList ou AniDB têm seções dedicadas a calendários de lançamentos, onde dá para filtrar por data e até receber notificações.
Outra dica é entrar em fóruns como Reddit ou comunidades no Discord, onde fãs compartilham tabelas atualizadas. Tem um grupo específico no Telegram que sempre posta os horários assim que são divulgados pelos estúdios. Vale a pena dar uma olhada!
Nossa, essa pergunta me fez lembrar de quando eu ficava vidrado na TV esperando meu programa favorito! Dependendo da operadora e do pacote, o horário do canal 147.2 pode variar. Na NET, por exemplo, ele geralmente transmite conteúdo 24 horas por dia, mas a programação específica de filmes ou séries costuma rolar mais à noite, entre 20h e 23h. Já na Vivo TV, já notei que alguns conteúdos exclusivos aparecem por volta das 18h.
Uma dica: vale a pena checar o guia eletrônico da sua TV ou o site da operadora, porque eles atualizam os horários com frequência. Eu mesmo já perdi um episódio de 'The Walking Dead' por confiar numa grade desatualizada!
Meu coração quase parou quando descobri que '147.2' tem reprise! Aquele suspense que te deixa grudado na tela merece mesmo uma segunda chance. A Globo costuma reprisar a novela às 14h30, depois do 'Vídeo Show', e também tem o 'Vale a Pena Ver de Novo' que pode pegar ela eventualmente.
Lembro que quando 'Avenida Brasil' foi reprisada, virou febre até entre quem já tinha visto. Espero que '147.2' ganhe essa mesma energia, porque tem cenas que ficam ainda melhores quando você reassiste — tipo aquela treta da Márcia com o Didi no elevador. Se perderam ao vivo, corram para o horário alternativo!
Eu fiquei tão animado quando descobri que '147.2' tem novos episódios toda quinta-feira às 21h no horário de Brasília! A espera sempre parece eterna, mas vale a pena porque a animação é incrível. Sempre marco na agenda e faço um ritual: pipoca, luzes baixas e silêncio total. Acho que essa rotina virou quase uma tradição entre os fãs.
E o melhor é que, depois do episódio, a comunidade online explode com teorias e memes. É um momento mágico ver todo mundo discutindo os detalhes e fazendo conexões que eu nem tinha percebido. Esses debates prolongam a experiência e tornam a espera até a próxima quinta-feira um pouco mais suportável.
Tenho uma paixão enorme por acompanhar conteúdos ao vivo, especialmente quando se trata de eventos únicos como o 147.2. A melhor maneira de não perder a transmissão é ficar de olho nas plataformas oficiais que costumam transmitir esse tipo de conteúdo. Muitas vezes, redes sociais como YouTube ou Twitch têm streams ao vivo quando o evento está rolando. Outra dica é ativar notificações dos canais oficiais para receber um alerta assim que a live começar.
Também vale a pena entrar em grupos ou fóruns de fãs, onde as pessoas costumam compartilhar links e informações em tempo real. Alguns sites agregadores de transmissões podem listar várias opções, então é bom dar uma pesquisada antes do horário marcado. E claro, sempre verifique o fuso horário para ajustar seu relógio e não chegar atrasado na festa! A emoção de acompanhar algo ao vivo é incomparável, ainda mais quando a comunidade está toda reunida comentando junto.