Meu vizinho trabalha na Sala Tejo e sempre comenta sobre o movimento lá. De segunda a sexta, o lugar abre às 9h e fecha às 22h, mas a bilheteria para ingressos para eventos específicos fecha uma hora antes. Fins de semana têm um esquema diferente: sábado das 10h às 23h, e domingo só até as 20h. Aquele café perto do balcão de atendimento faz um expresso que é uma delícia para quem chega cedo.
Eles também têm sessões matinais mais tranquilas, perfeitas para quem prefere evitar aglomerações. Uma dica: verifique sempre o site porque feriados podem ter horários especiais, especialmente durante festivais de cinema.
A Sala Tejo ajusta os horários conforme a temporada. No inverno, semanais são 9h–21h; no verão, sextas e sábados vão até 23h. Domingos mantêm 11h–19h o ano todo. Cheguei uma vez minutos antes do fechamento e ainda consegui um chá quente enquanto esperava meu Uber—o atendimento é impecável até o último minuto.
A Sala Tejo tem uma vibe incrível, e os horários variam conforme o dia. Durante a semana, de segunda a quinta, funciona das 9h até 21h30, enquanto sexta-feira estende até 22h30 por causa dos eventos noturnos. Sábado é dia de abrir mais tarde, 11h, mas vai até meia-noite se tiver alguma exibição especial. Domingos e feriados são mais curtos, fechando às 19h. Recomendo chegar cedo para garantir lugar nas sessões mais disputadas!
Anotei os horários quando fui assistir a um filme indie lá. Segunda a quinta: 10h–20h. Sexta e sábado estendem até 22h, com sessões surpresa depois das 21h. Domingo é mais relaxado, 12h–17h. A equipe sempre avisa se houver alterações, então pergunte na entrada se tiver dúvidas. Adoro o ambiente aconchegante durante a semana, menos lotado que nos fins de semana.
Descobri os horários da Sala Tejo depois de planejar um encontro com amigos na última sexta. De segunda a quinta, abre pontualmente às 8h30 para café da manhã e atividades culturais, fechando às 21h. Sexta e sábado são os dias mais movimentados, com funcionamento até 23h—ideal para quem quer aproveitar a noite. Domingos têm um clima mais família, das 10h às 18h. Eles anunciam mudanças sazonais no Instagram, então vale seguir para não perder nada.
2026-07-16 20:47:37
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Janne Vellamour
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Duas semanas antes do casamento, Theo Salles de repente adiou a cerimônia de novo.
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Na primeira vez, ele disse que Suzana tinha saído de uma cirurgia e sentia falta da comida da terra natal. Então, sem hesitar, ele foi para o exterior cuidar dela por dois meses.
Na segunda vez, ele disse que Suzana ia se isolar nas montanhas para pintar em busca de inspiração. Ficou preocupado achando que não era seguro ela ir sozinha, por isso, foi junto.
Esta é a terceira vez.
Desliguei o telefone e olhei para Léo Duarte, meu amigo de infância, sentado preguiçosamente à minha frente. A bengala na sua mão, incrustada de esmeraldas, batia ritmicamente no chão de mármore.
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No dia do meu casamento, Suzana, sorridente e encantadora, ergueu sua taça esperando que um homem brindasse com ela. Mas esse homem, de olhos vermelhos, estava assistindo ao vivo o casamento do herdeiro do maior grupo imobiliário do país, o Grupo Duarte.
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
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Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
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Quando meu marido, o presidente, soube que eu havia, voluntariamente, cedido um projeto de dezenas de milhões à assistente que ele mais estimava, achou que os três meses de silêncio entre nós finalmente haviam surtido efeito.
Então ele tomou a iniciativa de sugerir uma viagem de lua de mel à Islândia.
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Meu marido, que sempre a mimava, entrou em pânico e passou três dias e três noites tentando consolá-la. Depois disso, alegando uma viagem de negócios, voltou a romper a promessa da lua de mel e ainda deu a ela a segunda passagem da viagem.
Mais tarde, ele me explicou tudo com total indiferença:
— Coisas do coração são pequenas. O trabalho vem sempre em primeiro lugar. Como presidente, tenho que priorizar os negócios. Você é minha esposa. Deveria me apoiar nisso, não é?
Olhei para a publicação recém-postada pela assistente no Instagram, uma foto dos dois como um casal, cabeça com cabeça, fazendo coração com as mãos. Não disse uma palavra, apenas assenti levemente.
Meu marido achou que eu tinha me tornado mais generosa e compreensiva. Ficou satisfeito e prometeu que, ao retornar, ia me levar para uma lua de mel ainda mais romântica.
Mas ele não sabia. Eu já havia pedido demissão, e ele já tinha assinado os papéis do divórcio. Entre ele e eu, não haveria mais um "depois".
No quinto ano do meu casamento com Caetano Targino, veio à tona o escândalo: a amante que ele escondia num hotel, Isadora Travassos, foi exposta pra todo mundo ver.
Pra evitar que ela ficasse marcada como “a outra”, Caetano apareceu com os papéis do divórcio:
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Durante todos esses anos, Isadora sempre foi a prioridade do Caetano.
Na vida passada, quando ouvi isso, perdi o controle. Gritei, chorei, me recusei a assinar.
Caí numa depressão profunda.
Caetano, acreditando num comentário da Isadora “Aurélia não parece doente”, achou que eu estava fingindo. Que era tudo joguinho emocional, chantagem.
Então armou uma história de traição minha... e entrou com pedido de divórcio.
Só aí, entendi que eu nunca fui páreo pra dívida de gratidão que ele tinha com o pai dela.
E, desesperada, acabei tirando minha própria vida.
Quando abri os olhos de novo, não hesitei um segundo.
Assinei o divórcio.
Lembro que quando era mais novo, a Sessão da Tarde era um daqueles eventos diários que marcavam meu ritmo. Passava as tardes ansioso para ver qual filme seria exibido, especialmente nas férias escolares. Geralmente, o programa começa por volta das 14h30 ou 15h durante a semana, dependendo da programação da emissora. É um horário perfeito para quem quer uma pausa no trabalho ou apenas relaxar depois do almoço.
Curioso como esse horário acabou se tornando parte da cultura brasileira, né? Mesmo com as mudanças nos hábitos de consumo de mídia, ainda tem gente que marca encontro virtual só para comentar os filmes exibidos. Acho que o charme da Sessão da Tarde está justamente nisso: é uma tradição que une gerações.
Manhãs são sagradas para mim, mas as tardes têm um charme especial. Durante a semana, meu ritual pós-almoço envolve mergulhar em algum conteúdo novo – seja um episódio de 'Attack on Titan' enquanto faço crochê ou um capítulo do último livro da Sarah J. Maas. Entre 14h e 17h, meu cantinho vira um mix de produtividade e lazer: organizo playlists no Spotify, anoto teorias sobre 'Stranger Things' e até planejo cosplays. A luz dourada da tarde bate perfeito nas prateleiras de mangás!
O legal é que essa rotina me mantém conectada com comunidades online. Participo de lives de artistas às 15h, quando o trânsito de viewers ainda está bom. E confesso: adoro aquela pausa das 16h30 pra um café com biscoito, vendo edits no TikTok. Tarde é quando a criatividade ferve, mas sem a pressa da manhã.
O Sebo Cultural em João Pessoa é um daqueles lugares que parece saído de um sonho para quem ama livros. Fica na Avenida Epitácio Pessoa, 2331, no bairro de Tambaú, bem no coração da cidade. A região é super movimentada, cheia de bares e restaurantes, o que torna o passeio ainda mais gostoso. O sebo tem um clima acolhedor, com prateleiras abarrotadas de títulos que vão desde clássicos da literatura até raridades que você dificilmente encontra em outros lugares. Eles abrem de segunda a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h. Domingo é dia de descanso, então não adianta bater perna por lá.
Uma coisa que me encanta no Sebo Cultural é a organização. Diferente de alguns sebos que parecem labirintos, lá você consegue encontrar tudo com facilidade. Eles separam por gênero, autor e até tem uma seção especial para livros autografados. Já perdi a conta das vezes que cheguei só para dar uma olhada e saí com uma sacola cheia de tesouros. O atendimento também é impecável; os funcionários são super atenciosos e sabem indicar títulos com uma precisão que até o algoritmo da Amazon invejaria. Se você está em João Pessoa, não pode deixar de visitar.
A Sessão da Tarde é um daqueles programas que eu sempre dou uma olhada quando tô em casa no fim de semana. Geralmente, ela começa por volta das 14h30 ou 15h, dependendo da programação da Globo naquele dia. Já peguei dias que passou até mais tarde, tipo 16h, porque o filme era mais longo. Acho legal que eles escolhem desde clássicos até uns filmes mais recentes, então sempre tem algo diferente pra ver.
Uma vez, marquei até na agenda pra não perder 'O Poderoso Chefão', que passou num domingo. Se você for conferir, dá uma olhadinha no site da Globo ou no guia da TV antes, porque às vezes tem mudanças de última hora. E se perder, sempre tem a opção de ver depois no Globoplay!