Tenho um amigo que é chef de cozinha e jura por um ritual peculiar: toda vez que abre um novo restaurante, ele enterra uma faca velha no terreno. Diz que é tradição antiga dos cozinheiros para afastar azar e atrair clientes. Nunca testei, mas adoro a ideia de que profissões desenvolvam seus próprios costumes. No mundo dos negócios, vejo muita gente usando cristais ou organizando o escritório seguindo o Feng Shui. Meu canto de trabalho tem um pequeno bambu-da-sorte, mais pela estética do que por crença, mas confesso que quando ele cresce saudável, me sinto inexplicavelmente mais produtivo.
E tem aqueles hábitos pessoais que viram rituais sem a gente perceber. Sempre bato três vezes na madeira quando falo algo que não quero que aconteça. Não sei onde aprendi, mas ficou.
Certa vez, participei de uma festa junina onde o anfitrião fez todos pularem uma fogueira pequena sete vezes. Disse que era para colher a energia do fogo e garantir prosperidade. Foi divertido, mesmo com a cara de perplexidade dos convidados urbanos. No Nordeste, conheci mulheres que fazem simpatias com rosas brancas e mel para atrair amor. Guardei essas histórias como lembranças valiosas, mais do que como guias práticos. A verdade é que esses rituais mostram como transformamos a ansiedade do futuro em pequenos atos de controle. E no fundo, quem não gosta de sentir que tem algum poder sobre o desconhecido?
Lembro que na minha infância, minha família tinha um ritual bem específico para atrair sorte no Ano Novo. A gente colocava três moedas dentro de uma vasilha com água e folhas de louro, deixava no sereno durante a noite e, ao amanhecer, lavava as mãos com essa água antes de sair de casa. Parece bobagem, mas era algo que todos levavam a sério, até os mais céticos. Acho que o poder está mesmo na crença coletiva, sabe? Quando todo mundo acredita junto, cria uma energia diferente.
Outra coisa que aprendi com uma amiga japonesa é o 'omamori', aqueles amuletos vendidos em templos. Ela sempre carrega um na bolsa e diz que não é só superstição, mas uma forma de lembrar dos próprios objetivos. Acho fascinante como culturas diferentes criam símbolos tão distintos para a mesma necessidade humana: a esperança de que as coisas possam melhorar.
2026-05-15 15:22:15
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Toda véspera de Natal, o herdeiro da família mafiosa Marco, Adrian Marco, deve seguir a tradição da família: sortear um nome para decidir se pode se casar comigo ou não.
Porque eu, Irene Cast, não nasci na máfia.
A menos que ele tire o papel com o meu nome, ele não pode me tomar como esposa.
Por quatro anos, Adrian sorteou quatro vezes.
E nenhuma vez saiu o meu nome.
Sempre acreditei que ele brigava com a família por minha causa, que estava disposto a arriscar perder o posto de Don só para me escolher.
Toda vez que falhava, ele me abraçava com força e sussurrava:
– Tudo bem. Sempre tem o ano que vem.
E eu o amava tanto que doía.
Doía a ponto de eu aceitar esperar, ano após ano.
Este ano, eu disse a mim mesma:
Se ele ainda não tirar meu nome… vou trocar o resultado em segredo.
Cheguei de mansinho à porta do escritório de Adrian e ouvi seu irmão mais novo perguntar:
– Don… todo ano você tira o nome da Irene. Por que finge que não saiu? É porque você ainda não conseguiu deixar a Sera ir?
E ele apenas respondeu, com a voz fria:
– A Sera precisa de mim para algo urgente. Faça como sempre: troque o nome da Irene por um papel em branco.
Ele saiu sem olhar para trás.
Em vez de trocar, o irmão jogou o papel em branco no lixo, deixou o papel com meu nome sobre a mesa e saiu apressado atrás de Adrian.
Entrei no escritório, peguei o papel em branco do lixo e substituí pelo que tinha meu nome.
Observei meu próprio nome cair na lixeira.
Adrian…
eu não quero mais esperar e casar com você.
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Conteúdo adulto. Explícito. Provocante.
Entre o prazer e o perigo, não há regras, apenas limites a serem testados.
Neste segundo volume da série Tabu, o desejo veste novas formas e o corpo se torna território de entrega, dominação e segredos inconfessáveis. Cada conto mergulha em um universo diferente, luxúria à meia-luz, submissões consentidas, fantasias que queimam na pele e jogos que desafiam moral, poder e prazer.
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Ao despertar de um pesadelo fatal, Liliana percebe que a vida lhe deu uma segunda chance. Ela retornou exatamente ao mês anterior ao seu casamento, no momento em que seu pai, Joaquim, a pressionava para ceder seu noivo, Pedro, à Renata. Na vida passada, ela sofreu em silêncio. Nesta vida, ela acordou para a verdade. Diante da hipocrisia do pai, Liliana não derramou uma única lágrima.
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Sete vezes, eu me vinculei ao mesmo Alfa. E sete vezes, ele estraçalhou o nosso vínculo por causa de sua paixão de infância.
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Ele me vendeu no mercado negro como cobaia viva para experimentos e me forçou a beber um Frasco de Feitiço Corrosivo. Por dentro, eu apodreci, e morri de pura dor.
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O dom de ouro é capaz de transformar seus pensamentos em realidade, ou seja, ele pode realizar todos os seus desejos. Porém, para consegui-lo você deve ser a pessoa mais amada por um dos cinco portadores existentes no universo, e esse portador deve morrer. Emi Sanada é uma jovem depressiva que recebeu o dom de ouro após a morte de seu ex-namorado Norio Shinohara. Mesmo podendo realizar todos os seus desejos, ela não pode trazer Norio de volta, então ela decide se vingar de quem o matou. O misterioso Ryo Takashi lhe informou que a assassina de Norio é sua colega de classe, Miu Furukawa, que também possui o dom. Emi decide Miu a qualquer custo, mas a chegada de seu ex-cunhado, Shoutaro Shinohara faz ela mudar de ideia. Ele decide ajuda-la a investigar melhor. Além de Miu, existem muitos outros suspeitos, como a misteriosa Ayumi Tadashi, que ninguém sabe de onde veio nem como recebeu o dom, Tomoya Mayama, o melhor amigo de Norio e pretendente de Miu, Erio Kogane o protetor do dom, e o próprio Ryo Takashi. Muitas coisas estão má explicadas nessa história, Emi e Shoutaro precisam entender o que aconteceu, e quem sabe, encontrar uma forma de trazer Norio de volta.
Mergulhar nas tradições brasileiras sobre amor e sorte é como abrir um baú de segredos ancestrais. Uma prática que sempre me encantou é a simpatia do manjericão, onde você planta a erva num vaso vermelho e rega com água energizada enquanto faz um pedido amoroso. Meu primo fez isso antes de conhecer a esposa e jura que foi a planta que "atraiu" ela.
Outro ritual fascinante envolve as fitas do Senhor do Bonfim, amarradas no pulso com três nós, cada um representando um desejo. Acredita-se que o último nó deve ser dado por alguém especial, e quando a fita rompe naturalmente, o amor chega. Já testemunhei amigos usando essa técnica durante festas juninas, e há quem diga que funciona mesmo!
Desde que comecei a encarar a vida como um jogo de RPG, tudo ficou mais divertido e a sorte parece que me encontra mais fácil. Tipo, quando você cria um personagem, escolhe habilidades que combinam com seu estilo, certo? Aplico isso na vida real: foco nas minhas forças e encaro desafios como missões, não como problemas.
Um exemplo bobo: se o ônibus atrasa, em vez de reclamar, vejo como um 'side quest' – tempo extra pra ouvir um podcast ou observar detalhes da rua que nunca reparei. Essa mudança de perspectiva fez até coisas pequenas, como encontrar uma vaga de estacionamento, parecerem conquistas épicas. A sorte não é só acaso; é você estar aberto a enxergar oportunidades onde outros veem azar.