Olhando o guia de TV, parece que hoje é dia de 'Meninas Malvadas'. Confesso que sempre fico dividido com esse filme. Por um lado, é divertido ver aquele mundo de fofocas e rivalidades exageradas, quase como uma caricatura do ensino médio. A Rachel McAdams está ótima como a rainha do pedaço, e a Lindsay Lohan antes da fase conturbada. Por outro, algumas mensagens são meio problemáticas, mas acho que dá para assistir sem levar tão a sério.
E tem aquelas frases icônicas que viraram meme, tipo 'On Wednesdays we wear pink'. É um daqueles filmes que, mesmo não sendo uma obra-prima, acaba ficando na cultura pop. Se você nunca viu, pode ser uma experiência leve para passar a tarde.
2026-05-21 11:01:35
9
Xander
Bibliófilo
Trainee
Acabei de ver que hoje o filme é 'As Branquelas'. Nada como uma comédia pastelão para quebrar a rotina, né? O modo como os Wayans conseguem misturar humor físico com diálogos absurdos é genial. Tem cena que eu sei de cor, como a do interrogatório com a dança, e mesmo assim ainda me pego gargalhando. Acho que o que salva esse filme de ser só mais um besteirol é o timing cômico dos atores e a química entre eles.
Dá até para fazer um paralelo com as comédias atuais, que muitas vezes tentam ser politicamente corretas e perdem a espontaneidade. 'As Branquelas' não se leva a sério, e é por isso que funciona. Se você estiver a fim de desligar o cérebro e rir de coisas ridículas, tá aí uma ótima pedida.
2026-05-22 14:44:10
2
Russell
Dica boa
Motorista
Hoje deu uma saudade daqueles filmes que passam na sessão da tarde, sabe? Aqueles que a gente assistia depois da escola, com um lanche na mão. Fui dar uma olhada na programação e descobri que está passando 'O Máskara', aquele com o Jim Carrey. É impossível não rir com as caretas dele e aquele humor nonsense que marcou os anos 90. A trilha sonora é cheia de energia, e a transformação do personagem sempre me faz pensar como seria legal ter poderes assim, mesmo que só por um dia.
Lembrei também de como esse filme era um dos preferidos dos meus primos quando íamos na casa da vó. A gente brigava pelo controle quando começava, mas depois todo mundo ficava quieto, vidrado. Acho que o charme da sessão da tarde é justamente esse: reunir as pessoas em torno de algo simples, mas que vira memória afetiva. Se tiver tempo, vou até assistir um pedaço só para matar a nostalgia.
2026-05-24 01:21:45
10
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No cinema particular, mal iluminado, o meu padrasto tinha me levado para ver um filme adulto, dizendo que era o meu presente de maioridade. Ao ver na tela o homem e a mulher se amando com tanto prazer, eu sentia o meu corpo inteiro coçar por dentro.
Eu não conseguia evitar apertar bem as minhas pernas úmidas, tentando resistir àquela corrente elétrica de formigamento entre as coxas.
Quando meu padrasto me viu com o rosto todo corado, ele veio para entre as minhas pernas e arrancou de uma vez só a minha calcinha.
— Filha, vou te ensinar como se tornar uma mulher de verdade, você vai obedecer direitinho, não vai?
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
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Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
Para me proteger, meu pai treinou, desde a minha infância, nove homens dispostos a dar a vida por mim.
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Ainda assim, me afastei sem hesitar de Bernardo Duarte, por quem estava apaixonada há anos.
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Disquei para ele pedindo ajuda, com as mãos tremendo, mas o que recebi foi apenas sua voz fria:
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No cinema, eu me passei pela minha irmã, e meu cunhado enfiou a mão por baixo da minha saia, explorando-me sem a menor cerimônia.
Minha sensibilidade o deixou ainda mais excitado. O rosto dele ficou vermelho, a respiração pesou, e, antes que eu conseguisse reagir, ele já tinha aberto a própria calça.
A ereção dele saltou para fora, dura e imponente.
Ele me ergueu, fez-me sentar em seu colo, e o calor rígido do corpo dele me atravessou de uma vez.
Estremeci inteira. Um gemido escapou da minha garganta, alto demais para aquele canto escuro do cinema, enquanto meu corpo se entregava ao prazer com uma intensidade que eu jamais tinha sentido.
No segundo seguinte, a voz urgente dele soou junto ao meu ouvido:
— Não se mexe. Tem alguém olhando para cá.
Hoje de tarde, o canal aberta vai exibir 'O Poderoso Chefão', um clássico que nunca envelhece. A narrativa da família Corleone é tão envolvente que mesmo quem já assistiu várias vezes acaba parando para rever quando passa na TV. A relação complexa entre Michael e seu pai, Vito, é algo que sempre me pega - aquele conflito entre dever e desejo é tão humano.
E não é só a trama que é impecável. A fotografia, a trilha sonora, até os diálogos mais simples têm um peso emocional enorme. Se você nunca viu, hoje é o dia. E se já conhece, sabe que vale a pena revisitar essa obra-prima. Al Pacino está simplesmente transcendental no papel de Michael.
Hoje deu aquele clássico que sempre arranca risadas mesmo depois de tantos anos: 'Se Eu Fosse Você'. O filme brasileiro com Tony Ramos e Glória Pires é daqueles que a gente vê repetidas vezes e nunca enjoa, sabe? A química entre os dois é incrível, e a premissa do casal que troca de corpo é hilária, mas também traz umas reflexões bem legais sobre relacionamento.
Lembro da primeira vez que assisti e fiquei impressionado como conseguiram equilibrar comédia e drama sem forçar a barra. E hoje, revendo, percebi uns detalhes que tinham passado batido antes, tipo a forma como o diretor faz piada com os estereótipos de gênero sem ser clichê. A cena do Tony Ramos tentando usar salto alto me quebra até agora! É um daqueles filmes que prova que produção nacional pode ser leve, inteligente e te prender do começo ao fim – perfeito pra sessão da tarde.
Cara, hoje de tarde tá rolando uma sessão daqueles clássicos que todo mundo ama. O canal X tá passando 'O Poderoso Chefão' e eu tô aqui me perguntando como ainda consigo me surpreender com as cenas mesmo depois de tantas vezes assistindo. A fotografia, o diálogo, tudo é impecável.
Enquanto isso, no canal Y, tem uma comédia romântica mais leve, algo tipo 'Como Se Fosse a Primeira Vez'. Pra quem quer algo menos intenso, é uma ótima pedida. Acho que o legal da TV aberta é essa variedade, né? Tem hora que a gente quer drama, tem hora que quer rir sem pensar muito.