Adoro a sessão da tarde do SBT porque sempre traz aqueles filmes que a gente cresceu assistindo. Hoje não sei qual é, mas já vi de tudo por lá, desde comédias românticas até aventuras familiares. Uma vez peguei 'De Volta para o Futuro' passando, e foi incrível reviver aquele clima anos 80.
Se você quer descobrir o filme de hoje, recomendo dar uma checada rápida no guia de programação do SBT. Eles têm um catálogo diversificado, então pode ser desde um drama emocionante até uma animação clássica. É sempre uma surpresa agradável!
2026-02-03 12:55:27
4
Parker
Fã de romances
Eletricista
A programação do SBT muda frequentemente, então não posso confirmar o filme de hoje. Mas eles têm um hábito delicioso de exibir pérolas dos anos 90 e 2000. Já perdi a conta de quantas vezes assisti 'O Máskara' ou 'as branquelas' por lá.
Se você está no clima para um filme leve, vale a pena sintonizar. A sessão da tarde tem esse poder de transformar uma tarde comum em algo especial, mesmo que o filme seja um velho conhecido.
2026-02-07 08:19:02
4
Riley
Bibliófilo
Auxiliar
Não tenho certeza sobre qual filme o SBT está exibindo hoje na sessão da tarde, mas eles costumam passar clássicos que marcaram época. Já peguei vários filmes nostálgicos por lá, como 'E.T. - O Extraterrestre' ou 'Os Goonies'. A programação deles tem um charme retrô que sempre me faz parar para assistir, mesmo que já tenha visto mil vezes.
Se você está curioso, dá uma olhada no site oficial ou nas redes sociais do SBT. Eles costumam atualizar a grade com antecedência. A sessão da tarde é aquela vibe perfeita para relaxar com um filme que traz boas lembranças, sabe?
2026-02-07 13:45:02
9
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Pico Azul
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Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
Para me proteger, meu pai treinou, desde a minha infância, nove homens dispostos a dar a vida por mim.
Quando atingi a maioridade, ele exigiu que eu escolhesse um deles para ser meu noivo.
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Na minha vida passada, fui sequestrada por inimigos no dia do meu noivado, quando pregos de aço embebidos em veneno atravessaram as palmas das minhas mãos.
Disquei para ele pedindo ajuda, com as mãos tremendo, mas o que recebi foi apenas sua voz fria:
— Amanda, pare com essas encenações ridículas. Sua localização mostra claramente que você ainda está na suíte do hotel! Só para me ter só para você, você é capaz de inventar um drama nojento desses?
Ao fundo, o riso suave de uma mulher ecoava pelo telefone.
Desesperada, fechei os olhos.
Quando a gaiola de ferro afundou no mar e a água gelada invadiu minhas narinas e minha garganta, minha vida se apagou por completo.
Ao abrir os olhos novamente, voltei ao dia em que meu pai me mandou escolher um noivo.
Desta vez, fui direta: risquei o nome de Bernardo da lista logo de início.
Mas então... Por que, no meu noivado com Felipe Borges, ele apareceu chorando, implorando para que eu me casasse com ele?
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
No cinema particular, mal iluminado, o meu padrasto tinha me levado para ver um filme adulto, dizendo que era o meu presente de maioridade. Ao ver na tela o homem e a mulher se amando com tanto prazer, eu sentia o meu corpo inteiro coçar por dentro.
Eu não conseguia evitar apertar bem as minhas pernas úmidas, tentando resistir àquela corrente elétrica de formigamento entre as coxas.
Quando meu padrasto me viu com o rosto todo corado, ele veio para entre as minhas pernas e arrancou de uma vez só a minha calcinha.
— Filha, vou te ensinar como se tornar uma mulher de verdade, você vai obedecer direitinho, não vai?
— Cunhado... Amor... Me deixa sentir você por inteiro.
— Caramba... Onde você aprendeu isso? Desde quando ficou tão ousada?
No cinema, eu me passei pela minha irmã, e meu cunhado enfiou a mão por baixo da minha saia, explorando-me sem a menor cerimônia.
Minha sensibilidade o deixou ainda mais excitado. O rosto dele ficou vermelho, a respiração pesou, e, antes que eu conseguisse reagir, ele já tinha aberto a própria calça.
A ereção dele saltou para fora, dura e imponente.
Ele me ergueu, fez-me sentar em seu colo, e o calor rígido do corpo dele me atravessou de uma vez.
Estremeci inteira. Um gemido escapou da minha garganta, alto demais para aquele canto escuro do cinema, enquanto meu corpo se entregava ao prazer com uma intensidade que eu jamais tinha sentido.
No segundo seguinte, a voz urgente dele soou junto ao meu ouvido:
— Não se mexe. Tem alguém olhando para cá.
No oitavo ano de seus estudos no exterior, meu ex-namorado, cujo coração eu havia partido de forma implacável, finalmente voltou a fim de apresentar a nova namorada à família.
Foi no exato momento em que os médicos declararam a minha sentença final. Após oito anos de tratamentos fracassados contra o câncer, eu havia perdido a batalha e só me restava voltar para casa para esperar a morte.
Ao me ver sentada em uma cadeira de rodas, amparada pelos braços da minha mãe, os lábios de Samuel Silva se curvaram em um sorriso zombeteiro.
— Oito anos sem nos vermos e olha só o seu estado... Não consegue nem andar mais? — Provocou ele, com a voz carregada de repulsa.
Puxei a manga do meu casaco com calma, cobrindo as incontáveis marcas de agulha que pontilhavam as costas da minha mão.
— Não foi nada, apenas levei um tombo e fraturei um osso. — Respondi, sem alterar a expressão.
Samuel soltou mais uma risada sarcástica.
— Já que é assim, vou me casar em breve. Você bem que poderia ser a madrinha da minha noiva.
Mantive o sorriso sereno no rosto e neguei com um aceno leve.
— Agradeço, mas não vai dar. Estou prestes a fazer uma viagem para um lugar muito distante.
Dito isso, dei dois tapinhas suaves na mão da minha mãe, indicando que ela deveria me levar de volta para dentro.
Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
Ah, a Sessão da Tarde sempre traz aquela nostalgia gostosa, né? Hoje parece que eles escolheram um clássico dos anos 90 — 'O Máskara', com o Jim Carrey. Lembro de assistir quando criança e rir até doer a barriga. Aquele humor exagerado e os efeitos especiais que eram top na época ainda funcionam hoje.
E sabe o que é legal? Descobrir que o filme foi baseado numa HQ bem mais sombria. A adaptação trouxe um tom cartoon, mas a origem é bem diferente. Se curtir esse estilo, dá pra explorar depois os quadrinhos originais!
Ah, a Sessão da Tarde sempre traz aquela nostalgia deliciosa! Hoje o filme é 'O Diário da Princesa 2', passando às 15h30. Lembro que assisti a primeira parte quando era adolescente e ficava sonhando com aquela vida de contos de fadas. A Mia Thermopolis é tão cativante, né? Acho que o que mais me encanta é como o filme mistura humor e crescimento pessoal.
E mesmo anos depois, ainda dá vontade de sentar no sofá com um cobertor e um chocolate quente para reviver essa história. A trilha sonora também é perfeita para relaxar depois de um dia cheio. Se você nunca viu, corre que ainda dá tempo de pegar o início!