Jacob Elordi é o ator que interpretou Noah Flynn em 'A Barraca do Beijo', e desde então ele tem se destacado em vários projetos interessantes. Além do romance adolescente que o catapultou para a fama, ele também brilhou em 'Euphoria', da HBO, onde interpretou Nate Jacobs, um personagem complexo e cheio de camadas. Essa série mostrou que ele vai muito além dos papéis fofos, mergulhando em dramas intensos e conflitos emocionais.
Outro trabalho marcante foi 'The Kissing Booth 2' e 'The Kissing Booth 3', dando continuidade ao seu personagem carismático. Mas quem pensa que ele só faz filmes leves se surpreende com '2 Hearts', um drama romântico com um toque mais melancólico. Recentemente, ele também apareceu em 'Saltburn', um filme que explora temas sombrios e psicológicos, provando sua versatilidade como ator. Cada projeto dele parece uma nova chance de mostrar até onde sua atuação pode chegar, e mal posso esperar para ver o que ele fará a seguir!
2026-07-20 14:35:12
11
すべての回答を見る
コードをスキャンしてアプリをダウンロード
関連書籍
Com Meu Cunhado no Escuro do Cinema
Outono fresco
0
2.4K
— Cunhado... Amor... Me deixa sentir você por inteiro.
— Caramba... Onde você aprendeu isso? Desde quando ficou tão ousada?
No cinema, eu me passei pela minha irmã, e meu cunhado enfiou a mão por baixo da minha saia, explorando-me sem a menor cerimônia.
Minha sensibilidade o deixou ainda mais excitado. O rosto dele ficou vermelho, a respiração pesou, e, antes que eu conseguisse reagir, ele já tinha aberto a própria calça.
A ereção dele saltou para fora, dura e imponente.
Ele me ergueu, fez-me sentar em seu colo, e o calor rígido do corpo dele me atravessou de uma vez.
Estremeci inteira. Um gemido escapou da minha garganta, alto demais para aquele canto escuro do cinema, enquanto meu corpo se entregava ao prazer com uma intensidade que eu jamais tinha sentido.
No segundo seguinte, a voz urgente dele soou junto ao meu ouvido:
— Não se mexe. Tem alguém olhando para cá.
Casados há três anos, Heitor Mendes tratava Patrícia Vieira com uma frieza cortante, mas a amante dele ousou ultrapassar todos os limites ao enviar uma foto vestindo a camisola de Patrícia.
[Patrícia, não fique brava. O Heitor disse que eu fico melhor com essa roupa do que você.]
A amante acariciava a barriga levemente arredondada, enquanto lançava um olhar cheio de desprezo e provocação para Patrícia.
Durante três anos de casamento, Patrícia dormiu sozinha na cama de casal, acreditando que o marido estava apenas focado no trabalho. Até que a amante apareceu, tirando-a de vez do lugar que ela ocupava. Foi então que Patrícia entendeu: todo o amor e dedicação de anos haviam sido despejados em um verdadeiro ingrato.
— Me dê metade dos bens e eu entrego o lugar de Sra. Mendes ao seu "primeiro amor"!
Patrícia deixou os papéis do divórcio sobre a mesa e saiu da casa que antes chamava de lar, dando espaço para que os dois traidores ficassem juntos.
O que ela nunca imaginou era que, ao pedir o divórcio, o homem frio e distante que ela conhecia iria chorar até os olhos ficarem vermelhos e se ajoelhar aos seus pés, implorando por uma segunda chance.
No cinema particular, mal iluminado, o meu padrasto tinha me levado para ver um filme adulto, dizendo que era o meu presente de maioridade. Ao ver na tela o homem e a mulher se amando com tanto prazer, eu sentia o meu corpo inteiro coçar por dentro.
Eu não conseguia evitar apertar bem as minhas pernas úmidas, tentando resistir àquela corrente elétrica de formigamento entre as coxas.
Quando meu padrasto me viu com o rosto todo corado, ele veio para entre as minhas pernas e arrancou de uma vez só a minha calcinha.
— Filha, vou te ensinar como se tornar uma mulher de verdade, você vai obedecer direitinho, não vai?
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
Quando percebi que não tinha saldo suficiente para pagar a conta no bar, entrei em pânico e me aproximei do homem no camarote, perguntando:
— Pode pagar essa por mim? Depois eu te devolvo.
— Nós nos conhecemos, senhorita? — O homem fingiu indiferença.
Arranquei o copo de suas mãos, reclamando:
— Não nos conhecemos, mas pergunte ao seu segurança, quantas vezes vocês já me pediram favores? Agora que estou em apuros, você não pode me ajudar em troca?
O homem ficou confuso, mas o segurança ao lado levantou a mão, cobrindo o rosto enquanto confessava:
— Senhor, é verdade. Sempre que o senhor fica bêbado, ninguém consegue se aproximar, exceto ela. Para levá-lo de volta para casa, eu liguei várias vezes pedindo ajuda dela.
Eu fui enviada ao interior para auxiliar nas escolas rurais e trabalhar no campo durante as épocas mais pesadas de plantio.
Buscando alguma emoção, acabei pondo os olhos num bruto de corpo forte. Numa noite silenciosa, subi pela janela e mergulhei no cobertor impregnado do cheiro dele, puro hormônio.
— Matheus, deixa que eu te ajudo...
Ele segurou minha cintura e me empurrou com força.
— Foi você que procurou isso.
Além de trabalhar na roça, o que eu mais fazia era montar na cintura de Matheus e rebolar sem vergonha.
Enroscados na montanha, incendiados na vida rural.
Nos cantos mais afastados da aldeia, sempre sobravam marcas da nossa paixão.
Lembro que fiquei tão impressionada com a atuação da Joey King em 'A Barraca do Beijo' que decidi mergulhar no catálogo dela. Ela tem um currículo surpreendente! Além da franquia romântica, ela brilhou em 'The Act', uma série baseada em fatos reais onde ela interpreta Gypsy Rose Blanchard. A transformação física e emocional dela é de arrepiar. Também curti muito ela em 'Bullet Train', ao lado do Brad Pitt, onde ela mostra um lado mais sarcástico e ágil. A versatilidade dela é algo que me inspira.
Outro papel marcante foi em 'Ramona e Beezus', adaptação do livro infantil. Ela era bem jovem, mas já demonstrava um talento natural. E não podemos esquecer 'Oz the Great and Powerful', onde ela viveu uma China Girl totalmente CGI. A forma como ela emprestou emoção a um personagem digital foi incrível. Definitivamente, ela é uma das atrizes mais subestimadas da geração dela.
Jacob Elordi é o nome real do ator que interpretou o Noah Flynn em 'A Barraca do Beijo'. Ele começou sua carreira na Austrália, participando de séries como 'Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides' e 'The Kissing Booth'. Desde então, Jacob se tornou um dos atores mais promissores de sua geração, conquistando papéis em produções como 'Euphoria' e 'The White Lotus'. Sua capacidade de interpretar personagens complexos e carismáticos chamou a atenção do público e da crítica.
Além do sucesso na televisão, Jacob também se aventurou no cinema, estrelando filmes como '2 Hearts' e 'Deep Water'. Sua trajetória é marcada pela versatilidade, transitando entre dramas intensos e comédias românticas. Ele tem um talento nato para capturar emoções sutis, o que o torna um dos nomes mais requisitados em Hollywood atualmente. Acredito que ele ainda tem muito a oferecer, e mal posso esperar para ver seus próximos projetos.
Lembro que quando assisti 'A Barraca do Beijo' pela primeira vez, fiquei completamente apaixonado pelo elenco. Joel Courtney, que interpreta Lee Flynn, tem essa vibe de melhor amigo leal que rouba a cena com seu humor e carisma. Jacob Elordi, no papel de Noah Flynn, é aquele bad boy clássico que faz o coração acelerar - e olha que ele já tinha aparecido em 'The Kissing Booth 2' e '3' também. A protagonista Elle Evans é vivida pela Joey King, que consegue transmitir toda a doçura e confusão da adolescência. Vale mencionar ainda Molly Ringwald como a mãe de Noah, uma referência nostálgica dos filmes anos 80.
O que mais me surpreendeu foi a química entre eles, especialmente nas cenas de comédia. Joel e Joey, por exemplo, tinham uma dinâmica tão natural que pareciam amigos de verdade. Jacob trouxe uma profundidade inesperada para Noah, transformando um personagem que poderia ser só o 'garoto bonitão' em alguém complexo. E Molly Ringwald? Nossa, ver uma lenda do cinema teen nos dias de hoje foi um presente e tanto!