Hoje a Globo está exibindo um daqueles filmes que fazem você parar no canal mesmo sem planejar. É uma comédia romântica clássica, daquelas que mistura situações engraçadas com um romance que parece impossível até o último minuto. O protagonista é um cara comum que, por um acaso do destino, acaba se envolvendo com alguém totalmente fora do seu mundo. A química entre os atores é perceptível, e as cenas têm um timing perfeito para arrancar risadas.
O que mais me pegou foi a forma como o roteiro consegue equilibrar o humor e o drama. Tem momentos que são pura comédia pastelão, mas também há cenas mais quietas, onde os personagens mostram suas vulnerabilidades. É o tipo de filme que você assiste relaxado no sofá, sem grandes expectativas, e acaba se surpreendendo com o quanto ele é cativante. A trilha sonora também merece destaque, com músicas que complementam perfeitamente cada momento.
2026-03-19 20:42:30
8
Ruby
Grande leitor
Atendente
Liguei a TV sem muita pretensão e me deparei com esse filme que parece saído diretamente dos anos 2000. A premissa é simples: uma mulher bem-sucedida, mas infeliz no amor, decide dar uma chance a um relacionamento inusitado após uma série de eventos hilários. O que poderia ser apenas mais uma história boba ganha profundidade com diálogos afiados e personagens secundários memoráveis.
A direção consegue criar um ritmo leve, sem pressa, mas que nunca fica arrastado. Cada cena tem um propósito, seja para desenvolver os personagens ou para avançar a trama de maneira orgânica. E, claro, não poderia deixar de mencionar o figurino, que transporta o espectador de volta à época em que o filme foi feito, com roupas que são quase personagens por si só. É uma ótima opção para quem quer desligar o cérebro e se divertir sem complicações.
2026-03-20 22:13:37
19
Emma
Conhecedor
Agente
Descobrir o filme da sessão da tarde hoje foi como encontrar um doce esquecido na gaveta. A história gira em torno de um grupo de amigos que se reencontra após anos e precisa lidar com as consequências de escolhas passadas. O tom é mais nostálgico do que engraçado, mas ainda assim consegue arrancar algumas risadas com situações cotidianas. O que mais me chamou atenção foi a fotografia, que usa cores quentes para reforçar a sensação de reencontro e reconciliação. Não é um filme que vai mudar sua vida, mas certamente vai aquecer seu coração.
2026-03-22 06:24:03
11
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O Tempo que Ficou para Trás
Sem Sonhos
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Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
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Meu coração quase pulou de alegria quando descobri que hoje na Sessão da Tarde passa 'O Rei Leão'! É aquele clássico da Disney que todo mundo já chorou pelo menos uma vez. A história gira em torno do Simba, um filhote de leão que precisa enfrentar seu destino como rei após uma tragédia familiar. A animação é linda, as músicas são marcantes e o emocionante conflito entre dever e liberdade sempre me pega.
Dá pra sentir a emoção em cada cena, desde a infância despreocupada do Simba até a jornada de amadurecimento. O filme mistura humor, drama e lições profundas sobre responsabilidade e perdão. E quem não se derrete com Timão e Pumba? Eles roubam a cena com suas palhaçadas, mas também mostram a importância da amizade. A cena final, com a música 'Circle of Life', é simplesmente arrebatadora. Me dá arrepios só de lembrar!
Hoje deu vontade de reviver aquela nostalgia da Sessão da Tarde, e descobri que o filme escolhido é 'Matilda'. A história acompanha uma garotinha brilhante e cheia de imaginação que desenvolve poderes telecinéticos para enfrentar os adultos opressores ao seu redor, especialmente a terrível diretora Trunchbull. É uma daquelas obras que mistura fantasia com críticas sociais sutis, tudo embalado pelo humor peculiar do diretor Danny DeVito.
Lembro de assistir quando criança e me identificar com a Matilda, mesmo sem poderes mágicos. A mensagem sobre o valor da educação e da gentileza ainda ressoa hoje. A cena do bolo de chocolate é icônica – quem não torceu para o garoto devorar aquela sobremesa gigante? Filmes assim mostram como histórias aparentemente simples podem carregar lições profundas.
Hoje a Sessão da Tarde trouxe um filme que me fez reviver aquela nostalgia dos anos 2000: 'O Diário da Princesa'. A história acompanha Mia Thermopolis, uma adolescente comum que descobre ser herdeira do trono de Genovia. A transformação dela de garota desajeitada para uma princesa confiante é cheia de momentos engraçados e tocantes. A química entre Anne Hathaway e Julie Andrews é simplesmente mágica, e as cenas do treinamento real são hilárias.
O que mais me encanta nesse filme é como ele equilibra humor e lições sobre responsabilidade. Mia erra, aprende e cresce, e isso faz com que qualquer pessoa se identifique. A trilha sonora também é um charme à parte, com aquelas músicas que grudam na cabeça. Pra quem curte histórias leves e inspiradoras, esse é um prato cheio!
Ah, a sessão da tarde na Globo é sempre aquela surpresa gostosa! Hoje eles estão passando 'O Sorriso de Mona Lisa', com a Julia Roberts. Adoro como esse filme mistura drama e reflexão sobre o papel da mulher nos anos 50. A trilha sonora e a fotografia são impecáveis, e aquele final ambíguo dá pano pra manga nas discussões pós-filme.
Lembro que assisti pela primeira vez num domingo chuvoso, grudada no sofá com um cobertor. Desde então, toda vez que passa, eu paro pra ver pelo menos a cena da aula de arte – arrepio garantido!
Ontem, a Sessão da Tarde trouxe um clássico que sempre me arrepia: 'O Rei Leão'. A animação da Disney consegue unir uma trilha sonora épica com uma narrativa emocionante sobre responsabilidade, perda e redenção. Simba é um personagem que cresce diante dos nossos olhos, desde o filhote curioso até o rei que enfrenta seu passado. A cena do 'Circle of Life' ainda me dá arrepios, sabe? É um daqueles filmes que, mesmo depois de décadas, mantém seu brilho e ensinamentos.
E não dá para ignorar como os vilões, Scar e as hienas, são memoráveis. A voz do Jeremy Irons empresta uma malícia perfeita ao tio traiçoeiro. E a animação? Mesmo hoje, acho incrível como os cenários da savana ganham vida. Dá vontade de pausar cada frame para admirar os detalhes. Se você ainda não assistiu, corre que vale cada minuto!