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O Amor Que Morreu Duas Vezes

O Amor Que Morreu Duas Vezes

Depois que a amiga de infância dele morreu, Eduardo Ribeiro me odiou por dez anos inteiros. No segundo dia após o casamento, ele pediu transferência para servir nas fronteiras. Durante esses dez anos, enviei incontáveis cartas, tentando lhe agradar de todas as formas, mas a resposta dele era sempre a mesma: "Se você realmente se sente culpada, então morra logo!" Até que, quando fui sequestrada, ele entrou sozinho no esconderijo dos bandidos e me salvou, levando vários tiros. Antes de morrer, com o último fio de força, ele arrancou a mão dele da minha. — O maior arrependimento da minha vida... foi ter me casado com você... — Se tudo pudesse recomeçar, por favor... não volte a me atormentar... No funeral, Sra. Ana, a mãe dele, soluçava de arrependimento: — Filho, a culpa é da mãe... eu não devia ter te forçado... O pai dele me lançou um olhar cheio de ódio: — Você matou a Jamile, e agora matou também meu filho! Maldita azarada, por que ainda não morre?! Até o coronel que tinha insistido no nosso casamento balançou a cabeça e suspirou: — Foi erro meu separar dois corações. Eu devo um pedido de desculpas ao Eduardo. Todos lamentavam por Eduardo Ribeiro. Inclusive eu. Fui expulsa da organização e, naquela mesma noite, engoli veneno no meio de um campo abandonado. Quando abri os olhos novamente, estava de volta à véspera do casamento. Desta vez, decidi realizar o desejo de todos eles.
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A Mulher que Fez o CEO Mais Frio Chorar na TV

A Mulher que Fez o CEO Mais Frio Chorar na TV

Três meses antes do divórcio, ela protocolou o pedido de transferência no trabalho. Um mês antes do divórcio, enviou os papéis de divórcio para o Ricardo pelo correio. Nos últimos três dias antes do divórcio, arrumou todas as suas coisas e se mudou da casa onde viveram juntos. ... Seis anos de relacionamento chegaram ao fim no momento em que Ricardo apareceu na frente dela com sua paixão antiga e o filho dela, deixando a criança chamá-lo de "papai". Foi aí que ela caiu na real. Já que ele sempre a fez engolir sapo e se humilhar por causa daquela mulher e do filho dela, como se ela fosse a amante que tinha que se esconder nas sombras, então que fosse. Ela ia acabar com esse casamento de uma vez e deixar o caminho livre para ele ficar com o amor da vida dele. Mas quando ela realmente sumiu do mundo dele, o cara pirou de vez. Ela achava que o Ricardo finalmente ia conseguir se casar com a mulher que sempre amou, mas não fazia ideia de que esse homem poderoso ia aparecer na televisão, de olhos vermelhos, implorando como um coitado pelo amor dela: — Eu não traí e muito menos tenho filho por aí. Eu só tenho uma esposa que não me quer mais. O nome dela é Luana, e eu estou morrendo de saudade dela!
Romance
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Guess What, Hubby? I'm Your Stepmom Now!

Guess What, Hubby? I'm Your Stepmom Now!

On Christmas Eve, my father got the man I had secretly loved for ten years drunk and sent him to my bed. When I woke up the next morning, Roy pulled away from my attempt at a good-morning kiss. His voice was cold and distant as he agreed to marry me. After the wedding, Roy wasted no time submitting a transfer request. He took an overseas post and left. He did not return for five years. I gave birth to our daughter, Eve, alone and waited for him to come back home. When I heard that Roy had finally applied to return to a domestic position, I was overjoyed. I spent days preparing, imagining our first reunion as husband and wife. But even when the clock struck midnight, he still hadn't come home. Our daughter, ever so thoughtful, placed her most treasured possession—a photograph of Roy—into my hands. "Don't cry, Mommy," she said softly. "Look, Daddy's right here." I tried to convince myself that his absence was due to a delayed flight. But later that night, while watching the news, I saw him. He was on a crowded city street, holding a young girl in his arms. Beside him stood a woman, her smile soft and warm. Facing the camera, Roy said, "Being with them is my greatest wish." At that moment, something inside me broke. I wrote up the divorce papers, packed our things, and planned to take Eve to change her identity. I didn't want him anymore. The day before we left, a man I had never met came to see me. He was Roy's father. "You could call me Dad," he said, a faint smile playing on his lips. "But I'd rather you call me Ryan." I told him everything about the past five years—how I had waited, how I had hoped. When I finished, he laughed softly, an unusual warmth in his voice. "If it was just business," he said, "perhaps your father should have tied a bow around me and sent me to your bed instead. But I hold my liquor well—if I ever end up wrapped in a bow, you can be sure it's by choice."
Short Story · Romance
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