A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO
Girei lentamente o rosto em direção a ela, com uma calma proposital que fez até o ar no salão pesar.
— Está me dizendo para agir como o Alfa? — levantei uma sobrancelha, mantendo o tom ácido e o olhar afiado. — Sei que meu companheiro camufla bem os sentimentos, Matriarca. Frieza, rigidez, sim, é um talento admirável. Mas não me confunda com ele.
Deixei a frase escorregar:
— Gostando ou não, fui humana boa parte da vida. E, com todo o respeito… — sorri de novo, mais doce, mais venenosa — acho que vocês, Lupinos, ainda têm muito a aprender sobre humanidade.