Veneno Silencioso
Ele sorriu e, com um gesto leve, passou o dedo pelo nariz dela:
— Não viu, tudo bem. Mas por que você está com os olhos marejados? Não vou brigar com você.
— Está com fome? — Marcus balançou a chave do carro, o sorriso descontraído no rosto. Vestindo camisa social e calça de alfaiataria, ele exalava elegância. O paletó estava pendurado no braço, e sua postura impecável destacava ainda mais sua presença. — Eu reservei aquela sua tão falada brasserie francesa. Vamos, minha princesa, hoje você pode comer até não aguentar mais.
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