Um bebê para o Jogador
Quando eu pisava naquele gramado, era como se o resto do mundo desaparecesse.
Sempre desaparecia.
O juiz apitou.
E foi exatamente o que aconteceu.
Nos primeiros minutos, meu corpo entrou naquele automático perfeito que só os jogadores entendem. Tudo acontecia rápido demais: corrida, marcação, passe e a movimentação. Meu coração acelerava junto com o jogo.
Recebi uma bola perto da lateral e puxei para o meio, deixando o marcador pra trás antes de tocar para Murilo.