Impasse - O Ceo arrogante e a doce faxineira.
— Obrigado… — ela sussurrou, a voz fraca, quase um fio, mas suficiente para me arrancar um nó de emoção da garganta.
— Você não precisa agradecer, Ariel. — respondi, passando a mão pelo seu cabelo de forma cuidadosa. — Só fica bem, tá? É isso que importa agora.
E ali, naquele quarto silencioso, eu senti que, finalmente, uma pequena esperança tinha voltado a existir.
22-09 sábado
Ariel
Aos poucos, a consciência começou a voltar para mim, como se eu estivesse emergindo de um sono profundo e confuso.